CHICO BUARQUE NA CONTINENTE E NO LA JORNADA + SLAVOJ ZIZEK E “ROMA” + JOVENS INFELIZES” (DE THIAGO B. MENDONÇA)

+REVISTA CONTINENTE (RECIFE)

+ LA JORNADA (MÉXICO)
(CHICO BUARQUE E

ANTONIO CANDIDO)

Dois amigos queridos — a pernambucana Luciana Veras e o baiano-carioca Carlos Alberto Mattos — me enviaram dois presentes que me deram imensa alegria. Luciana me enviou o número 217 (Ano XIX) da revista CONTINENTE, de Recife. Na capa, um de meus assuntos preferiridos: “O BRASIL NA CANÇÃO – A Música como Documento Histórico dos Fatos Políticos e Sociais do País”. Na bela ilustração que encapa a revista, um desenho que soma imagens de Chico Buarque, Gilberto Gil, Jorge Benjor, Mano Brown, Elis Regina e Chiquinha Gonzaga. O texto, que ocupa espaço nobre na Continente é de Débora Nascimento (ilustrações de Nelson Provazi). De Luciana Veras, a revista traz o “Portfólio de Paula Garcia – A Vida Como Performance”. Há, ainda diversos outros textos, um deles sobre livro com textos teatrais de Luiz Marinho, dramaturgo pernambucano. *****Já Carlos Alberto Mattos trouxe, para mim, do México, um exemplar especialíssimo do caderno cultural de LA JORNADA, no qual Chico Buarque e Antonio Candido têm espaço imenso e nobre. Como Eric Nepomuceno é colaborador e colunista do La Jornada, pensei que um dos textos (o de Chico Buarque, por exemplo) fosse assinado por ele. Mas não, os dois textos são da lavra de autores mexicanos. Meu muito obrigado público a Luciana e a Mattos. E vejam a revista CONTINENTE no espaço digital e o Blog sobre CINEMA DOCUMENTÁRIO do crítico Carlos Alberto Mattos. Dois profissionais que honram nosso jornalismo cultural. ****E por falar no
MÉXICO, ainda não tive tempo de me informar sobre as ações de AMLO (Andrés Manuel López Obrador) na área cultural. Não sei quem foi para o Ministério (ou Secretaria) da Cultura (quando estive lá, em junho último, com a campanha fervendo, fala-se em TAIBO II para o comando da Cultura, mas creio que o escritor jamais pensou em cargo de gestor cultural). Não tive tempo nem de ver como a imprensa mexicana (há quase dez jornais na capital!!!) recebeu o recorde de indicações (ao OSCAR 2019) de um filme latino-americano, o mexicaníssimo ROMA, de Alfonso Cuarón.
***POR FALAR EM ROMA,
um breve comentário:
O esloveno Slavoj Zizek escreveu um longo texto
(CÉLEBRE PELOS MOTIVOS ERRADOS)
sobre o filme mexicano, que vem acumulando espantosa fortuna crítica em muitos países, desde que estreou (e conquistou o Leão de Ouro) no
Festival de Veneza 2018. ****Registro aqui que
baseio-me apenas em resumo do texto
zizekiano publicado no ótimo site
www.iuh.unisinos.br
Ainda não li a íntegra do texto original. Meu comentário é, portanto, parcial e de apenas um trecho do texto……
Como Zizek é muito talentoso e irreverente, ele pergunta, em certo momento de sua análise de ROMA: