NA TV (TV DOS TRABALHADORES): CINEMA METALÚRGICO — Por João Batista
de Andrade (TRABALHADORES, PRESENTE!)
+ TV CULTURA (“HORA DA NOTÍCIA”: REPORTAGENS DE BATISTA FILMADAS
EM PELÍCULA 16 MILÍMETROS

*NA TV (TV DOS TRABALHADORES):
CINEMA METALÚRGICO — Por João Batista de Andrade (TRABALHADORES, PRESENTE!) + LUIZ CARLOS VASCONCELOS EM “LIVE” DO FESTIVAL ARUANDA 2021 (HOJE, 18h00) + “AS PROTAGONISTAS”, DE TATA AMARAL (NA REVISTA DE CINEMA)

+ “MIGLIACCIO, UM BRASILEIRO EM CENA” (DIA 8, NOS CINEMAS) + ALAIDE COSTA E WISNIK, NO SESC CINEMA EM CASA (DIA 8) + DUAS ESTREIAS BRASILEIRAS, HOJE: “RUMO” e “ANNA” + “REVISÃO CRÍTICA DO CINEMA BRASILEIRO”, DE GLAUBER ROCHA, TRADUZIDO PARA O FRANCÊS + “O NEGRO NO FUTEBOL BRASILEIRO”, LIVRO DE MÁRIO FILHO, TRADUZIDO NOS EUA

CineTVT EXIBE “TRABALHADORES, PRESENTE!”, DE JOÃO BATISTA DE ANDRADE, NESSE SABADO, 3 DE
JULHO, ÀS 21h00

Perguntei a João Batista de Andrade se ele foi o primeiro cineasta a filmar Luiz Inácio da Silva, o Lula, personagem importante no Ciclo do Cinema Metalúrgico no ABC Paulista (Sindicatos dos Metalúrgicos de São Bernardo, Santo André e Diadema) ena capital (Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Guarulhos e Osasco). Eis sua resposta:
“Para os filmes do Ciclo Metalúrgico, não sei dizer se fui o primeiro ou se foi Renato Tapajós, já que filmamos a greve. Quanto à primeira filmagem de uma entrevista de Lula para a TV, fui eu quem fiz, sim. Em 1972, eu fazia, para o programa ‘Hora da Notícia’ (dirigido por Fernando Pacheco Jordão e editado por Vladimir Herzog, na TV Cultura) uma série de reportagenssobre arrocho salarial. Para esta série (captada em película 16 milímetros) eu acompanhava a luta do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, Santo André e Diadema. Os dois primeiros filmes foram feitos com o então presidente do Sindicato do ABC, Paulo Vidal, que contava com apoio de sindicatos norte-americanos. Estes sindicatos dos EUA temiam que os baixos salários aqui pagos atraíssem empresas de lá, tirando, por consequência, os empregos deles. Para o terceiro episódio, não encontrei o Paulo Vidal na sede do Sindicato. Ele estava fora. Me sugeriram, então, que eu entrevistasse outro membro da diretoria. Era o Lula. Esse material tem que estar nos arquivos da TV Cultura. Soube que alguns presos políticos o assistiram. É uma lembrança vaga. Nela, o Renato é quem me conta isso… ”

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