* ABC DA GREVE NO CineTVT + FRANCISCO GASPAR + JOEL SILVEIRA, LIVRO, FILME E MATÉRIA NA GAZETA MERCANTIL SOBRE A BATALHA DE STALINGRADO + ZANIN COMENTA ESTREIAS NOS CINEMAS E MO STREAMING (TVT) + PROGRAMA “CINEMA METALÚRGICO E HOMENAGEM A TAPAJÓS



“ABC DA GREVE”, LONGA DOCUMENTAL DE LEON HIRSZMAN (1979-1990), EM CARTAZ NA MOSTRA “O CINEMA E A LUTA DOS TRABALHADORES”, NA TVT (TV DOS TRABALHADORES), SÁBADO, 21hOO. O FILME GOI FOTOGRAFADO POR ADRIAN COOPER.
Ver nessa remessa a nova programação da mostra dos trabalhadores.


* TODOS NA TORCIDA
PELA PRONTA RECUPERAÇÃO DO FOTÓGRAFO CARLOS MOURA, AUTOR DE BELA FOTO (QUE VIRALIZOU NAS REDES SOCIAIS): aquela com alguns “amarelinhos” defendendo o governo na plataforma superior de um viaduto candango, enquanto no andar de baixo havia pobres -tendo a catedral niemárica ao fundo.

+ JOEL SILVEIRA, LIVRO, FILME E MATÉRIA
NA GAZETA MERCANTIL SOBRE A BATALHA DE STALINGRADO + LUIZ ZANIN ORICCHIO COMENTA ESTREIAS NOS CINEMAS E MO STREAMING (TVT)

+ VASCO PIMENTEL NA CAHIERS 775 + SEMI-FINALISTAS AOS PRÊMIOS PLATINO 2021 + ALMODÓVAR: FILMES NO SESC CINEMA EM CASA + PAULO GUSTAVO (REVISTA DE CINEMA)

+ MOSTRA “O CINEMA E A LUTA DOS TRABALHADORES” (SÁBADOS, 21hOO):

NA TVT (nesse sábado ABC DA GREVE,

de Leon Hirszman)

NOVA PROGRAMAÇÃO:

Amanhã: ABC DA GREVE
DIA 15 de MAIO: Eles Não Usam Black-Tie, de LEON Hirszman
DIA 22 de MAIO: GREVE!, de João Batista de Andrade
DIA 29 de MAIO: Em Nome da Segurança Nacional, de Renato Tapajós
DIA 5 DE JUNHO: VLADO, Trinta Anos Depois, de João Batista de Andrade
DIA 12 DE MAIO: “Esquerda em Transe”, de Renato Tapajós
DIA 19 DE MAIO: “BRAÇOS CRUZADOS, MÁQUINAS PARADAS”, de Roberto Gervitz e Sergio Toledo Segall
DIA 26 de MAIO: SANTO E JESUS: METALÚRGICOS, de Cláudio Kahns
DIA 3 de JULHO: “TRABALHADORES, PRESENTE”, de João B. de Andrade
DIA 10 de JULHO: O HOMEM QUE VIROU SUCO, de João Batista de Andrade
DIA 17 de JULHO: “PEÕES”, de Eduardo Coutinho (a confirmar)

+ PAULO ARANTES NO SITE Outline

+ OLHOS DE FOGO (CURTA SERGIPANO)

+ NOVOS FILMES DE MARTA MÉSZÁROS NO MUBI + ONDE ESTÁ MEU CORAÇÃO (GloboPlay) + ESTAÇÃO LANÇA SEU SERVIÇO DE STREAMING COM MOSTRA DE 150 FILMES + “RAIA 4” UMA DAS ESTREIAS DA SEMANA

+ “DESVIO”, POR BERTRAND LIRA (site PARLAMENTO PB) + ARTIGO DE EUCLIDES SANTOS MENDES SOBRE CINEMATECA BRASILEIRA (FSP, 06-05-2021)

+ 200 ANOS DA MORTE DE NAPOLEÃO (Hora de rever o filme de GANCE + GUERRA E PAZ e WATERLOO, ambos de BONDARCHUK) + PROGRAMA “CINEMA METALÚRGICO E HOMENAGEM A TAPAJOS” (no YouTube de Evaldo Mocarzel) + PODCAS

JOEL SILVEIRA, LIVRO, FILME E MATÉRIA NA GAZETA MERCANTIL SOBRE A
BATALHA DE STALINGRADO

********JOEL SILVEIRA E O JORNALISMO — Confesso que andei muito desiludida com o Jornalismo brasileiro, em especial no momento do “pool” formado para defender acriticamente o “lavajatismo” sediado em Curitiba (ver análise de Mário Vitor Santos, endereço disponível alguns posts abaixo). Mas o entusiasmo foi voltando aos poucos. Afinal, o quadro hoje é menos desesperador (no item “jornalismo político”, que filme claro). Eu, que vivo do (e por) jornalismo desde os vinte anos (estou pertinho dos 66 — de vida, 46 de profissão) venho mesmo recobrando parte do entusiasmo de outrora. ***Ontem revi o telefilme JOEL SILVEIRA – “GARRAFAS AO MAR – A VÍBORA MANDA LEMBRANÇAS”, de Geneton Moraes Neto, finalizado em 2013. Durante 20 anos, Geneton visitou Silveira, em seu apartamento carioca, para conversar sobre jornalismo, paixão dos dois. Como cinema, GARRAFAS AO MAR deixa muito a desejar. Mas como documento de uma paixão é valioso. Assistamos ao filme e leiamos o livro que a Companhia das Letras dedicou, em 2003, à VÍBORA (ótimo posfácio de Fernando Morais). *** Amigos sergipanos estão me ajudando a localizar magnífico texto de SILVEIRA sobre a BATALHA de STALINGRADO, que ele publicou na GAZETA MERCANTIL (calculo que entre 1999 e, claro, 2007, ano em que morreu, já quase nonagenário). Na Biblioteca Nacional estão textos dele sobre STALINGRADO, escritos em 1942. *****O texto que procuro é uma reflexão escrita (em forma de “reportagem-ensaio”) na fase derradeira da vida do jornalista sobre a mais cruel das batalhas da Segunda Guerra Mundial, que ele cobriu, a partir da Itália, como repórter agregado à FEB e correspondente dos Diários Associados. Escolhido pelo próprio Chatô.