ALMANAKITO (08-10-20) + CINECEARÁ 2020 + FENAVID (CINE LATINO-AMERICANO) + A crítica do Escorel a SEGREDOS DO PUTUMAYO

+ CINECEARÁ 2020
(seleção da trigésima edição)

+ FENAVID
(FESTIVAL & CINEMA
LATINO-AMERICANO,
NA BOLIVIA)

+ “SEGREDOS DO PUTUMAYO”,
POR EDUARDO ESCOREL

+”LIVE” sobre
DZIGA VERTOV,
o pião que roda,
No Canal de

Evaldo Mocarzel
Nesse sábado, 19h00.

Com Luis Felipe
Labaki, João Lanari, Evaldo Mocarzel e Rô Caetano

+ NESSE DOMINGO,
21h30, NA TV CULTURA
Grande Prêmio

do Cinema Brasileiro
Troféu Grande Otelo.
Com apresentação de Adriana,
a Didi, e Marina Person

+ OLHAR DE

CINEMA 2020 (ANO 9)
O Festival Internacional de Cinema de Curitiba deu a partida, ontem, com o filme “Para Onde Vão as Feiticeiras”, no qual contamos com as ARTIVISTAS do “Manas” e com mais uma performance do lusitano (cada vez mais surpreendente) Vasco Pimentel, mestre dos sons, colaborador de Wim Wenders e uma das forças motoras de “Partida”, o filme de Caco Ciocler.
*** Aos que vivem me perguntando onde assistir ao “cult” SERTÂNIA, de Sarno, um aviso. É agora. O filme está na programação do OLHAR. Ingressos a 5 reais.

+ LEVI-STRAUSS (BIOGRAFIA & FILME):
Um amigo, Carlos Conde, me recomenda a biografia de Levi-Strauss, escrita por Emmanuele Loyer (Sesc Editora). Vou ler, tão logo possa. E lhes recomendo o documentário que Maria Maia, cineasta acriano-brasiliense dedicou ao intelectual francês. Maria participará, nesse mês de outubro, do Festival Brasileiro em Los Angeles, com seu novo filme, sobre Lygia Clark vista por sua irmã. Em breve mandar-lhes-ei a filmografia completa da documentarista. (A capa do livro Levis-Strauss é uma pequena obra-prima, de alto poder de sedução e comunicação).

+ CINECEARÁ 2020 (ANO 30)
ANUNCIA SUA SELEÇÃO
informações detalhadas nessa remessa

+ FENAVID 2020 (ANO 20)
Festival boliviano exibe longa e sete curtas brasileiros
+ “Live” sobre CINE LATINO-AMERICANO,
domingo, 11h00 (da manhã!!!)

+ NESTE SÁBADO,
11 da manhã,

Luiz Fernando Zanin
Oricchio participa, ao lado de
Angela Vorcaro (psicanalista, UFMG) de “live”
com a psicanalista e escritora
Maria Cristina Kupfer (USP).
Cris está lançando, pela Editora Escuta, o livro
“Artur, Um

Autista no Século XIX”.
Acesso pelo

seguinte endereço:
bit.ly/3ixbLuf

+ A crítica de
Eduardo Escorel a
SEGREDOS DO PUTUMAYO
+ Entrevista de Aurélio Michiles
a Escorel e colegas de
“lives” semanais (no YouTube).
Na minha opinião, o júri de ETV 25 deixou de premiar um grande filme: “Segredos do Putumayo”. Trata-se da obra mais madura e inovadora de Aurélio Michiles (como “Que Viva Glauber”, que ele fez há décadas para a TV Cultura). É claro que o júri não deve pensar em que filme o ETV encaminhará ao Oscar (já que o Festival é habilitado para tanto). Mas imaginem quando o vencedor (“Libelu”) chegar à Academia. Quem são aqueles coroas (muitos se acham a última bolacha do pacote) falantes?????? Do que falam?????? De um grupo estudantil brasileiro dos anos 1970?????? Algum espectador internacional embarcará naquela viagem????????? Fica “em aberto” a questão. **************Já “Segredos do Putumayo” é filme essencial ao Brasil, à América Hispânica, à África, à Irlanda, ao mundo enfim. Fala de tema universal:
o extermínio de populações exploradas pela brutalidade capitalista: os índígenas amazônicos e os africanos do Congo Belga (ambos submetidos a genocídio pela voracidade capitalista frente ao ouro branco, o látex). Aurélio, com maestria, amarra o genocídio latino-americano ao genocídio congolês (bancado por um rei, o abominável Leopoldo da Bélgica, que tratava um país-colônia como sua fazenda privada e mandava cortar as mãos de quem não produzisse a cota estipulada de borracha). E, para tornar tudo ainda mais impressionante, há o diários de Roger Casement, um humanista libertário de origem irlandesa, que denunciou a brutal exploração dos índigenas da região do Putumayo, escravizados para gerar látex, látex, látex… Pela voz do ator Stephen “Traídos pelo Desejo” Rea, Casement renasce do esquecimento para atormentar os transgressores dos Direitos Humanos. E ainda saberemos que ele foi vítima do imperialismo britânico, que subjugava (e condenava à pena de morte) aqueles que defendessem a independênia da Irlanda. O filme de Michiles, sim, chegou para ficar.

+ FENAVID

2020 (ANO 20)
Festival Internacional
de Cinema da Bolívia
conta com sete curtas e
um longa brasileiros:
Edição será on-line.
Acesso pelo endereço:
https://www.facebook.com/
Começa nessa sexta-feira, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia,
o Fenavid (Festival Internacional de Cine de Santa Cruz), que há 20 anos
movimenta a maior cidade do país andino. Principal centro comercial e
industrial boliviano, Santa Cruz conta com 1,8 milhão de habitantes,
altitude de 416 metros (para termo de comparação, a capital La Paz, tem 800 mil habitantes e fica a 3.640 metros do nível do mar).
À frente do Fenavid está equipe coordenada pelo crítico Alejandro
Fuentes Arze. O Brasil participa com um longa-metragem (“Albertina”, de Luiz
Fernando Machado) e com sete curtas. Na na mostra dedicada a filmes de
estudantes, os escolhidos são “O Grande Dia”, de Hanna Valentina Gomes,
e “Vista para Dias Nublados”, de Ana Lúcia Moura. Dois curtas de animação
estão no festival: ” Apneia”, de Carol Sakura, e “Vivi Lobo e o Quarto Mágico”,
de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo. Os curtas ficcionais são: “Roupa de Sair”,
de Amarildo Marins, “Julieta de Bicicleta”, de Juliana Sanson, e “De Volta à Casa”,
de Diego Freitas, este com Lima Duarte como protagonista.
No domingo, 11h00 (portanto, de manhã),
Luiz Fernando Zanin Oricchio e eu, Maria do Rosário Caetano, participaremos de conversa com Alejandro Fuentes Darze. Vamos falar on-line do cinema latino-americano. Todos estão convidados. ****Conhecemos Alejandro em festivais brasileiros (FAM, Gramado, CineCeará). Em 2011 (ou 2012), Nelson Pereira dos Santos abriu o
FAM (Festival do Audiovisual MercoSul, em Floripa, Santa Catarina) com
A LUZ DO TOM, segundo documentário que o mestre dedicava a Tom Jobim (o primeiro fôra a obra-prima “A Música Segundo Tom Jobim”, dirigido junto com Dora Jobim). No dia seguinte à exibição, realizamos, juntos (ele, Zanin e eu), uma grande (enorme) entrevista com Nelson. O amor e o interesse do crítico boliviano pelo cinema brasileiro (e por Nelson) nos impressionou. ****Outros encontros se deram e as cerimônias de entrega dos Prêmios Platino (Egeda, Fipca & Academias de Cinema do mundo ibérico ) nos aproximaram. Formamos, ao longo dos anos, um quarteto: o boliviano Alejandro Fuentes Darze, a peruano-francesa Paola Sandoval, Zanin e eu. Estávamos sempre juntos, conversando, participando de debates e de coletivas de imprensa e — claro — visitando espaços culturais e patrimônios artísticos de cada país-sede dos PLATINO. ***E
Alejandro sempre falava do FENAVID, que agora chega à sua edição de número 20,
on-line por causa da pandemia do Covid-19. *** Há mais de 25 anos, José Carlos
Avellar me indicou para integrar o júri de festival que aconteceia em Santa Cruz de la Sierra e, creio, é o antecessor do Fenavid. Foi uma experiência inesquecível.
No júri, convivi com o mexicano JORGE FONZ, diretor de um dos meus “cults”
latinos — O BECO DOS MILAGRES (El Calejon de los Milagros”), filme que revelou Salma Hayek ao mundo, e com o chileno Pablo Perelman. Pude, então, assistir a Mostra Restrospectiva completa de Jorge Sanjinéz e entrevistar o autor de filmes que
marcaram a história do cinema latino-americano. O Festival, inclusive, lançou livro
sobre a obra completa (e fortuna crítica) de SANJINEZ. E pude, com calma, entrevistar
o diretor de “Yawar Malku – Sangue de Condor”. Já estivera com Sanjinés em conversas coletivas no Festival de Havana. Mas nunca fizera uma entrevista exclusiva com ele
(está no meu livro “Cineastas Latino-Americanos”/Editora Estação Liberdade, 1997).
Do festival que antecedeu o FENAVID, guardo a maior das emoções: conversar amistosamente, num jantar, com o diretor de fotografia e cineasta ANTONIO EGUINO. Graças a Leon Cakoff e à Mostra SP, conheci CHUQUIAGO, o filme mais famoso de Eguino, no final dos anos 1970 (numa das primeiras MOSTRAS). Eu morava em Brasília e Cakoff levou, em parceria com o Núcleo de Cinema da Fundação Cultural do DF, na época comandado por Marco Antônio Guimarães, um resumo com dez filmes (Chuquiago e “A Última Ceia”, esse de Titón, eram os representantes da América Latina) à capital federal. Foi uma festa para a cinefilia brasiliense.

***MOSTRA CINEFOOT
NO CANAL BRASIL ENTRA EM
CAMPO COM “ASPIRANTES”. HOJE, 19h00.

Por Antônio Leal

“ASPIRANTES”, de Ives Rosenfeld é a atração desta quinta-feira, 8/10, às 19h00, na MOSTRA CINEFOOT NO CANAL BRASIL. Sucesso no Cinefoot e em diversos festivais pelo mundo, “ASPIRANTES” acompanha Junior, um jovem que sonha se tornar jogador de futebol profissional e vê seus planos em xeque quando a namorada engravida, ao mesmo tempo em que seu melhor amigo está em vias de ser contratado.

Quem ama futebol e cinema, não necessariamente nesta ordem, vai ter cadeira cativa para vibrar mais uma vez em frente à televisão. A MOSTRA CINEFOOT NO CANAL BRASIL, acontece sempre às quintas-feiras, às 19h, até 19/11.

Sintoniza no Canal Brasil e boa sessão!

CINEFOOT-O único festival de cinema

feito para encantar espectadores e torcedores.

“ASPIRANTES”, Dir. Ives Rosenfeld. Com Ariclenes Barroso, Sérgio Malheiros, Julio Adrião, Karine Telles, Julia Bernat no elenco.Foi o vencedor da Carte Blanche do Festival de Locarno, abriu a competição do “Forum of Independents” do Festival de Karlovy Vary, convidado para competição do Festival de Biarritz, competição do Festival de Adelaide, competição do AFI em Washington, Festival de Chicago e Thessalonike. No Brasil, estreou na competição do Festival do Rio, de onde saiu premiado como melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante, foi exibido também na Mostra de Cinema de São Paulo, onde levou o Prêmio da Abracine de melhor filme, na competição da Mostra Panorama em Salvador e melhor roteiro e montagem no Festival Internacional da Fronteira.

+ A crítica de Eduardo Escorel a
“Segredos do Putumayo”.
Na próxima terça-feira, Aurélio
Michiles será entrevistado por
Escorel e colegas (em “live”)

https://piaui.folha.uol.com.br/e-tudo-verdade-mostra-competitiva-brasileira-e-o-glorioso-filme-de-encerramento-do-25o-festival/

+ CINECEARÁ 2020
Seleção de filmes da edição 30
Da Assessoria de Imprensa
Foi divulgada a lista dos filmes selecionados

para a Mostra Competitiva

Ibero-americana de Longa-metragem e para a

Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem

do 30º Cine Ceará, que acontece de 5 a 11 de dezembro. Devido à pandemia

de covid-19, o festival vai exibir em formato presencial em Fortaleza e online

no Canal Brasil – no serviço de streaming Canais Globo – 22 longas e curtas em

competição. Realizado anualmente e de forma ininterrupta desde 1991, o evento

cultural mais tradicional do estado do Ceará comemora três décadas em 2020.

Foram escolhidos sete longas-metragens inéditos no Brasil, sendo cinco com passagens por importantes festivais do mundo e dois brasileiros em première mundial. Dos oito diretores da mostra, quatro são mulheres, com destaque para o premiado A Meia Voz (La Media Voz), de Patricia Pérez Fernández e Heidi Hassan, documentário autobiográfico vencedor de um dos principais festivais de documentário do mundo, o IDFA, na Holanda, e que conquistou também o prêmio de melhor filme no Festival de Havana, e de direção, no Festival de Málaga.

Outro longa reconhecido internacionalmente que está na lista é a coprodução Chile-Espanha-França-Alemanha Branco no Branco (Blanco en Blanco), de Théo Court, que garantiu prêmios nos festivais de Veneza, Toulouse, Havana e Minsk (Bielorrússia). Já o documentário Era Uma Vez na Venezuela (Érase una vez en Venezuela), de Anabel Rodríguez, coprodução Venezuela-Reino Unido-Áustria-Brasil, passou pelos festivais de Sundance, Miami, Venezuela, Toronto e pelo HotDocs (Canadá), e chega agora ao Brasil. Assim como o argentino As Boas Intenções (Las Buenas Intenciones), de Ana García Blaya, exibido no Festival de Toronto e vencedor de prêmios nos festivais de San Sebastián e Havana.

Representando o Brasil está o longa A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó, que terá sua primeira exibição no país, depois de participar do Festival de Rotterdam. Além de dois filmes em première mundial, o documentário Nazinha Olhai Por Nós, de Belisario Franca (“Menino 23”), coprodução GloboNews e Globo Filmes sobre presidiários que aguardam um indulto para celebrar o Círio de Nazaré, e a ficção Última Cidade, de Victor Furtado, do Ceará. A curadoria da competitiva de longas ficou a cargo de Margarita Hernandez, diretora de programação do evento. O cineasta Wolney Oliveira é o Diretor Executivo do festival desde 1993.

Para a Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem os curadores Mariana Medina e Telmo Carvalho selecionaram 15 filmes dentre os 900 inscritos. Foram escolhidos representantes de nove estados do Brasil, dos 25 que enviaram seus curtas. Entre os filmes, estão dois pernambucanos, o premiado Inabitável, de Matheus Farias & Enock Carvalho, com Luciana Souza (“Bacurau”) e A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá. Os cearenses A beleza de Rose, de Natal Portela, e o documentário Não te amo mais, de Yasmin Gomes, também concorrem.

Representando o Rio De Janeiro estão Nós, de Hugo Moura e Ricardo Burgos, e o documentário O Babado da Toinha, de Sérgio Bloch. De São Paulo participam os filmes 5 estrelas, de Fernando Sanches, A volta pra casa, de Diego Freitas, com Lima Duarte, e Desaparecido, de Gabriel Calamari. Do Rio Grande do Sul estão na disputa o experimental Magnética, de Marco Arruda e Vista para dias nublados, de Ana Luísa Moura. Completam a lista o documentário O sal da vida, de Danilo Carvalho, do Piauí, O Barco e O Rio, de Bernardo Ale Abinader, do Amazonas, Parabéns a Você, de Andreia Kaláboa, do Paraná, e o paraibano Quitéria, de Tiago A Neves, premiado em diversos festivais.

OS LONGAS DA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA

A Meia Voz (A Media Voz). Direção: Patricia Pérez Fernández e Heidi Hassan. Documentário. 80 min. Espanha-França-Suíça-Cuba. 2019. Livre. Première Brasil

A Morte Habita à Noite. Direção: Eduardo Morotó. Ficção. 94 min. Brasil. 2020. 12 anos. Première Brasil

Última Cidade. Direção: Victor Furtado. Ficção. 70 min. Brasil. 2020. Livre. Première Mundial

Branco no Branco (Blanco en Blanco). Direção: Théo Court. Ficção. 100 min. Chile-Espanha-França-Alemanha. 2019. 12 anos. Première Brasil

Era uma vez na Venezuela (Érase una vez en Venezuela). Direção: Anabel Rodríguez. Documentário. 90 min. Venezuela-Reino Unido-Áustria-Brasil. 2020. 12 anos. Première Brasil

As Boas Intenções (Las Buenas Intenciones) Direção: Ana García Blaya. Ficção. 83 min. Argentina. 2020. Livre. Première Brasil

Nazinha Olhai Por Nós. Direção: Belisario Franca. Documentário. 87min. 2020. Brasil. 12 anos. Première Mundial

OS CURTAS DA COMPETITIVA BRASILEIRA

5 estrelas. Direção: Fernando Sanches. Ficção. 15 min. São Paulo. 2020.

A beleza de Rose. Direção: Natal Portela. Ficção. 20 min. Ceará. 2020.

A Nave de Mané Socó. Direção: Severino Dadá. Ficção. 18 min. Pernambuco. 2019.

A volta pra casa. Direção: Diego Freitas. Ficção. 16 min. São Paulo. 2019.

Desaparecido. Direção: Gabriel Calamari. Ficção. 21 min. São Paulo. 2020.

Inabitável. Direção: Matheus Farias & Enock Carvalho. Ficção. 20 min. Pernambuco. 2020.

Magnética. Direção: Marco Arruda. Experimental. 16 min. Rio Grande do Sul. 2020.

Não te amo mais. Direção: Yasmin Gomes. Documentário. 10 min. Ceará. 2020.

Nós. Direção: Hugo Moura e Ricardo Burgos. Ficção. 9 min. Rio de Janeiro. 2019.

O Babado da Toinha. Direção: Sérgio Bloch. Documentário. 13 min. Rio de Janeiro. 2020.

O Barco e O Rio. Direção: Bernardo Ale Abinader. Ficção. 17 min. Amazonas. 2020.

O sal da vida. Direção: Danilo Carvalho. Documentário. 3 min. Piauí. 2020.

Parabéns a Você. Direção: Andreia Kaláboa. Ficção. 19 min. Paraná. 2019.

Quitéria. Direção: Tiago A Neves. Ficção. 14 min. Paraíba. 2019.

Vista para dias nublados. Direção: Ana Luísa Moura. Ficção. 11 min. Rio Grande do Sul. 2019.

Canal Brasil

Com cerca de 80% de sua grade dedicada ao cinema brasileiro, o Canal Brasil está presente nos principais festivais de cinema do país e do mundo. Essa presença se faz tanto com o Prêmio Canal Brasil de Curtas, quanto com a cobertura jornalística ou como coprodutor – o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com mais de 330 longas-metragens coproduzidos nos últimos 10 anos.

Cine Ceará

O 30º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema é uma realização do Ministério do Turismo, através da Secretaria Especial da Cultura, e da Associação Cultural Cine Ceará. Tem o apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e da Universidade Federal do Ceará, via Casa Amarela Eusélio Oliveira. Com produção da Bucanero Filmes, conta com a parceria do Canal Brasil e o patrocínio da Cegás, da Cagece, e de outras empresas públicas e privadas, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Agradecimentos: Enel.

SERVIÇO

30° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – De 28 de novembro a 04 de dezembro de 2020 em formato presencial em Fortaleza, Ceará, e virtual na plataforma do Canal Brasil Play. Haverá atividades nas mídias sociais do festival e de parceiros. Informações: http://www.cineceara.com.