+ WASP NETWORK NO NYT + FEST BRASILIA 2020 + SEMINÁRIO “DOCUMENTÁRIOS” + PROGRAMA DA TV JUSTIÇA HOMENAGEIA O DIA DE CINEMA BRASILEIRO

+ HOJE, NO CURTA! : LONGA DOCUMENTAL DE BOSCO E MOURÃO SOBRE O ANO QUE NÃO ACABOU (IDOS DE JUNHO DE 2013)


+ FEST BRASILIA 2020 + SEMINÁRIO “DOCUMENTARIOS”


+ PROGRAMA DA TV JUSTIÇA HOMENAGEIA O DIA DE CINEMA BRASILEIRO, 19 DE JUNHO, 21hOO + “WASP NETWORK – REDE DE ESPIÕES”, NA REVISTA DE CINEMA


+ SEMINARIO “DOCUMENTARIOS” + PROGRAMA DA TV JUSTIÇA HOMENAGEIA O DIA DE CINEMA BRASILEIRO, HOJE, 19 DE JUNHO, 21hOO (endereço de acesso abaixo)

+ NO YOUTUBE: AMPLA PROGRAMAÇÃO

TEATRAL-MUSICAL

DO GRUPO QUE MONTOU
“ARIANO SUASSUNA NO REINO DO SOL”, DE
BRAULIO TAVARES (matéria, hoje, em O Globo)

+ CAPA DO SEGUNDO CADERNO DE
O GLOBO SOBRE DIA DO CINEMA
BRASILEIRO E FESTIVAL ESPAÇO
ON-LINE ITAU PLAY (Carlos Heli de Almeida)
+ No Estadão, texto de Luiz Zanin sobre Cinema Brasileiro, ilustrado com imensa foto da Cinemateca
Brasileira + Daniel Schencker analisa “Partida”. Carlos
Alberto Mattos publicou sua crítica no blog dele. Minha
matéria está na Revista de Cienma.

****CAVIDEO PROMOVE SEMINARIO SOBRE
CINEMA DOCUMENTÁRIO (detalhes abaixo)

****HOJE: PROGRAMA DA
TV JUSTIÇA HOMENAGEIA
O DIA DE CINEMA BRASILEIRO,
19 DE JUNHO, 21hOO
https://www.youtube.com/watch?v=eSjfvOmb8wk&list=PLVwNANcUXyA_MWt5hf3DOGnSV6kOM08iW&index=1

****”WASP NETWORK –

REDE DE ESPIÕES”,
NA NETFILX (HOJE,

SEXTA-FEIRA,
19 DE JUNHO, DIA DO

CINEMA BRASILEIRO) + Filmes
elogiado pelo NYT (registro na coluna Toda Mídia, de Nelson
de Sá, na Folha de S. Paulo). Sobre o desempenho de Wagner Moura, registra a Folha, citando o New Yorlk Times: vai “de juvenil a sinistro no espaço de um quadro”………

http://revistadecinema.com.br/2020/06/wasp-network-rede-de-espioes/

+ FEST BRASÍLIA DO
CINEMA BRASILEIRO

Por Lúcio Flávio Silva

https://agenciabrasilia.df.gov.br/2020/06/19/tradicional-e-hibrido-vem-ai-o-53a-festival-de-brasilia/

+ POEMA DE CORDEL DE GUSTAVO DOURADO
em homenagem ao Dia do Cinema Brasileiro

+ ESPAÇO ITAÚ

HOMENAGEIA CINEMA
BRASILEIRO EM FESTIVAL DE PRE-ESTREIAS

+ WASP NETWORK – REDE
DE ESPIÕES (HOJE, NA NETFLIX): MATÉRIA NS REVISTA DE CINEMA

+ “PARTIDA”, DE

CACO CIOCLER, EM
SEIS PLATAFORMAS DE STREAMING

+ CINE DRIVE-IN BELAS

ARTES APRESENTA 4 FILMES BRASLEIROS, HISPANO-AMERICANOS E INTERNACIONAIS

***Seminário Online
NA REAL_VIRTUAL
vai abordar o documentário
contemporâneo brasileiro

A partir de 20 de julho, os interessados em conhecer melhor o documentário brasileiro contemporâneo terão uma chance de ouro sem sair de casa. O Seminário Online NA REAL_VIRTUAL vai exibir online 12 filmes fundamentais e promover encontros com seus diretores, enfatizando diversas estratégias de apreensão do real pelo cinema.

Os atos de observar o mundo, interrogar imagens já existentes, mesclar realidade e ficção, assim como trabalhar com o tempo, a subjetividade, a História e o filme-ensaio serão abordados ao longo do seminário.

Participarão os documentaristas Belisario Franca, Cao Guimarães, Carlos Nader, Emilio Domingos, Gabriel Mascaro, João Moreira Salles, Joel Pizzini, Marcelo Gomes, Maria Augusta Ramos, Petra Costa, Rodrigo Siqueira e Walter Carvalho.

Curadoria e mediação: Bebeto Abrantes e Carlos Alberto Mattos

Produção: Marcio Blanco — Arte: Nathalie Nery

Aguardem mais detalhes sobre a programação e informações sobre como se inscrever. *****Acompanhem pelas redes sociais: Facebook Na Real_Virtual, Instagram @narealvirtual

PROGRAMA DA TV JUSTIÇA HOMENAGEIA O DIA DE CINEMA
BRASILEIRO, 19 DE JUNHO, 21hOO

“19 DE JUNHO”
PROGRAMA DATV JUSTIÇA HOMENAGEIA O DIA DE CINEMA BRASILEIRO, NESTA SEXTA-FEIRA, 21hOO

A TV JUSTIÇA tem alcance nacional e pode ser acessada na TV aberta, canal 53. Na NET, o canal é o de número 26. Os interessados podem acessar o programa no canal da TV JUSTIÇA, no Youtube, depois que ele for exibido na TV. O especial “Dia do Cinema Brasileiro” vai ao ar nesta sexta-feira, 21hOO.

++ MEMORIAS DO FESTIVAL
DE BRASÍLIA, por Eduardo Paredes
POR EDUARDO PAREDES
Diretor de “Desterro” e “Novembrada”

Salve, Rô! Desculpa a demora, mas segue, conforme vc pediu, aquele breve comentário que fiz a respeito do Fest Brasília. Na verdade é um pequeno testemunho pessoal, com base no que vivenciei nas duas vezes em que estive por lá, oficialmente participando. Agora que foi confirmado que teremos o Festival neste ano atípico, precisamos fortalecê-lo ainda mais. Um beijo pra vc e pro Zanin, sempre à disposição e leitor mais fiel que crente da Leléia, de tudo o que vc escreve, principalmente do Almanakito. Força e saúde!!!

“Amo por inúmeros motivos o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que considero disparado o mais politizado de todos. Um grande barato as sessões no Cine Brasília, os debates acalorados, o Hotel Nacional como hospedagem e ponto de encontro, as festas nas mansões do Lago e outros inferninhos menos glamourosos, etc, etc… Porém, particularmente, jamais vou esquecer do 25º Fest Brasília, em 1992, com “Desterro” faturando o prêmio de Melhor Curta Metragem, eleito pelo sagrado Júri Popular (e olha que eu não conhecia ninguém do público).
Mal acreditei ao ouvir o resultado e quase não cheguei ao palco de tanta emoção (e por conta dos “capetas” que tinha tomado do lado de fora). Lembro de ter tido um instante de lucidez de retribuir as gozações que sofri a noite toda do meu querido amigo Guilherme Karam, que estava ao meu lado, por conta da acirrada disputa de outros festivais entre o meu “Desterro” e o “Bilhete Premiado” dele (dirigido pelo Maurício Farias).
A caminho do palco ganhei o maior dos prêmios daquela noite: um beijo estalado e molhado, na bochecha, dado por ninguém menos do que Grande Otelo (com quem havia traçado os “capetas” antes de entrar no templo do Cine Brasília). Em seguida,com os olhos marejados, recebi o troféu Candango das mãos de outro amigo querido e inesquecível, meu xará Eduardo Conde. E de quebra, os mais calorosos aplausos, que nunca vão sair da minha memória.
Carrego na alma, como uma bênção, aquele beijo de despedida de Sebastião Prata, o maior de todos os nossos grande atores, pois em seguida ele embarcou para Paris, sofrendo um infarto fulminante no desembarque. Junto com o Candango faturei 5 mil (nem sei que moeda era, mas caiu como uma luva), fui parar numa festa com Mautner e Jacobina e perdi o avião na manhã seguinte, que levaria a comitiva brasileira para o Festival de Caracas. Dei a maior sorte pela segunda vez seguida, porque escapei da tentativa de golpe do Hugo Chávez, que metralhou o Congresso venezuelano e colocou o país em estado de sítio. Soube depois que o festival não rolou e os brasileiros ficaram acampados no aeroporto por 48 horas. Montado na bufunfa, só consegui embarcar três dias depois, do Rio de Janeiro, indo direto pra Cuba, onde curti intensamente o Festival de Havana e quase casei por lá, duas vezes. Mas essa é outra história.
Brasília voltou a balançar meu coração em 98. “Novembrada” havia ganho o prêmio principal na Jornada Internacional da Bahia, (Prêmio Glauber Rocha, recebido das mãos da “nossa” mãe D. Lúcia Rocha), e por isso ficou de fora da competição oficial. Mas, inconformado, por ser um filme político que falava do “tirano das Alagoas” no momento em que o país clamava pelo impeachment do Collor, Fernando Adolfo escalou o filme para que participasse, honrosamente, da noite de abertura do 31º Fest Brasília, junto com Atlântico Negro – Na Rota dos Orixás, do Renato Barbieri. Foi mais que uma honra dividir o palco com ele e com o então governador do DF, Cristovam Buarque. Só alegria, noitada memorável que valeu como um segundo Candango.
Não tem como não levar esse nosso Fest Brasília tatuado no lado esquerdo do peito, por dentro. Vida longa e toda força ao 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, contra tudo e contra todos!!! Que faça história, novamente, pela qualidade dos filmes e de sua programação – e como testemunha, agora, do segundo impeachment presidencial do país. Oxalá aconteça e que Grande Otelo nos ilumine e guarde!!!!”

Eduardo Paredes