GABO NO CINEMA (NETFLIX) + TODRIGO GARCIA (Fotos) + MOSTRA ECOFALANTE + CINEMATECA + LIVROS + REVISTA DE CINEMA

+ LONGA DOCUMENTAL SOBRE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ NA NETFLIX

+ NA REVISTA DE CINEMA:

Mostra Ecofalante comemora
Semana do Meio-Ambiente
COM CINCO FILMES E DEBATES ON-LINE.
COMEÇA NESTA QUARTA-FEIRA

http://revistadecinema.com.br/2020/06/mostra-ecofalante-comemora-semana-do-meio-ambiente/

+ COLEÇÃO DE

DVDs do CPC-UMES
SE APROXIMA DOS

50 TÍTULOS:
Lançamentos mais recentes:
. “Amigos Verdadeiros”,
de Mikhail Kalatozov .
. “O Mensageiro”, de Karen Shakhnazarov
*******Kalatozov é o diretor de “Como Voam as Cegonhas”, premiado em Cannes 1958, e “Soy Cuba”, filme soviético-cubano que deu origem ao documentário brasileiro “Soy Cuba, o Mamute Siberiano”, de Vicente Ferraz. ***** Shakhnazarov é cineasta e presidente do Mosfilm, estúdio criado no início da era soviética, há 90 e poucos anos. Ele dirigiu, entre outros, “Tigre Branco” e “Anna Karenina – A História de Vronsky”.

+ WALNICE
NOGUEIRA GALVÃO
O CINEMA POLÍTICO
NA REVISTA “TEORIA E DEBATE”

****MEIRELLES NO VALOR
ECONÔMICO + A GRANDE MURALHA E A
CANTORA MALINESA INNA MODJA

+ GREG NEWS-DESVIO NA SAÚDE
(imperdível) + LUGAR DE FALA, de
Claudio Jorge + Capa da Ilustrada (segunda-feira:
ALDIR BLANC – entrevistas para filme de
Marcus Fernando e Hugo Sukman)

+ LIVRO DO JOÃO LANARI:
“CINEMA PARA RUSSO
CINEMA PARA SOVIÉTICOS” (Editora Bazar de Tempo). Aguarde podcast sobre o cinema do grande país
eurasiano e sobre atividades do CPC-UMES:
com João Lanari (UnB) e Igor Oliveira (CPC-UMES)
voltadas à difusão do cinema russo no Brasil.

**** Tão logo tenha tempo, farei, a partir do livro de Lanari (e de outras fontes), uma lista de filmes russos e soviéticos importantes para quem desejar ver (ou rever) produções da pátria de Eisenstein. OK? De saída, lhes recomendo um curta de 4 minutos sobre a família Tolstoi (produzido pouco antes da morte do escritor, ocorrida em 1910, pelo descolado Alexander Dronskov) e um longa ficcional sobre os últimos momentos da vida do autor de “Guerra e Paz”, este dirigido por Protazánorv (em 1912, portanto, quando a Rússia ainda chorava a morte de um dos maiores de seus escritores). Um sucesso imenso de público.

****BIOGRAFIA
DE SALVYANO
CAVALCANTI DE PAIVA,
criador do neologismo
“nordestern” (o faroeste nordestino):
Autor: Wandyr Villar
Editora Tábua da Maré

*** FESTIVAL ESPANHOL
homenageia a documentarista colombiana Marta Rodríguez.
Ao lado de Carlos Álvarez e Carlos Sánchez, ela fez o mais importante cinema político da Colômbia em décadas passadas. A trinca é tema de “El Film Justica los Médios”, de Juan Pablo del Castillo, exibido no Working in Progress do FAM – Floripa 2019.

****NA NETFLIX, LONGA DOCUMENTAL SOBRE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ:

****”GABO, O MÁGICO DA REALIDADE” – Dia destes, no “face”,
a jornalista Maria Lucia Rangel, filha do grande pesquisador musical Lúcio Rangel e companheira de Sérgio Augusto, jornalista, crítico de cinema e pesquisador, registrou
seu entusiasmo com o longa documental do britânico Justin Weber sobre a trajetória
de Gabriel García Márquez. O filme está disponibilizado na NETFLIX e é
recomendado a todos que amam o escritor colombiano. Zanin e eu o conhecemos
(ao filme) uns 3 ou 4 anos atrás, no Festival de Cartagena de Índias. Ele foi exibido
num shopping, longíssimo da CIDADE AMURALHADA, centro nevrálgico da festa cinematográfica. Pegamos um táxi e chegamos com hora e meia de antecedência.
Ingressos esgotadíssimos, desde o momento em que as bilheterias foram abertas.
Fiquei louca. Procurei monitores e contei que éramos jornalistas brasileiros,
amávamos Gabo e não podíamos regressar ao Brasil sem ver o filme. Os monitores disseram que nada podiam fazer, pois não havia uma poltrona sequer disponível,
que era proibido colocar espectadores no chão. Mesmo assim, não arredamos pé. Sonhávamos com alguma desistência. Quem sabe duas. E, milagrosamente, elas apareceram. Sentei num lugar a km de Zanin, mas vimos o filme. E ainda fiz
pergunta no debate com o simpaticíssimo diretor britânico, apaixonado por Gabo. Conseguimos, nas mesmas bases, entrar na sessão seguinte, quase onze da noite,
de um filme de outra estrela colombiana: ANGIE CEPEDA (o torpedo hormonal de Pantaleão e as Visitadoras). O filme, um thriller, nem era bom. Mas valeu por vê-la
(na tela) junto com o ator peruano SALVADOR DEL SOLAR, diretor de
MAGALLANES (no Brasil, A PASSAGEIRA), que viria a ser ministro da Cultura e trabalhara com Francisco Lombardi e ANGIE no delicioso PANTALEÃO E AS VISITADORAS. ****Ah, o documentário sobre GABO, de recorte clássico, é ótimo.
Em especial quando se refere aos avós que criaram o escritor (um coronel cultor do
concreto e uma dona de casa ULTRA-RELIGIOSA-SUPERSTICIOSA), às duas
mortes que marcaram o Prêmio Nobel de Literatura: a do candidato a presidente
Jorge Eliézer Gaitán e a do jornalista Guillermo Cano (ambos assassinados). E, no
campo das imagens, os registros das águas fartas e barrentas do Rio Magdalena, tão importante na vida de “Gabito”.

+ PARCERIA OLHAR DE CINEMA/MUBI

+++ ATO EM DEFESA DA CINEMATECA
BRASILEIRA NESTA QUINTA-FEIRA, 11HOO

+ PODCAST HOJE, TERÇA, SOBRE O
“SOS CINEMATECA” (endereço abaixo)

+ NOVOS DVDs CPC-UMES

+ DEBATE COM GRACE PASSÔ (SPCINE)

+ GABO NA NETFLIX
Longa documental acompanha a
trajetória do colombiano do Caribe até o Nobel

+ INSCRIÇÕES ABERTAS
PARA MOSTRA SP

+ VEJA DIBUJOS ANIMADOS (“musicalitos”)
DE PAUL LEDUC, NA INTERNET. Assistam,
também, ao “Roda Viva” dele, no Acervo
TV Cultura (na internet)

+ FERNANDO MEIRELLES,

NO VALOR ECONÔMICO:

“PANDEMIA PAROU
CINEMA NACIONAL EM
PLENA EXPANSÃO”
AFIRMA MEIRELLES

Produtor e diretor comenta situação do
mercado do audiovisual brasileiro e das equipes

Nos últimos dez anos, o setor do cinema esteve entre os que mais cresceram na economia brasileira. Se em 1998, o cinema brasileiro produzia oito filmes ao ano, agora são 150 produções. Mas tudo parou, evidentemente, na pandemia. “Está um pouco desesperador”, diz o cineasta Fernando Meirelles.

Na sexta-feira ele foi o convidado da Live do Valor e falou sobre o impacto da pandemia no país, na cultura e da sua atuação na área socioambiental. Indicado ao Oscar de melhor diretor por “Cidade de Deus” e três indicações pelo recente “Dois Papas”, o cineasta explica o impacto da pandemia no mercado de audiovisual.

“Neste mercado trabalha-se muito com freelancers. Uma coisa é você estar em uma empresa e ter que parar, fazer uma negociação. Mas para o frila, tudo agora é difícil”, registra. Ele conta que clientes como Amazon, Globo e Netflix, com quem sua produtora – a O2 Filmes – está trabalhando, pagaram 1,5 mês parado das equipes, “mas depois, é um aperto”.

(Valor, 01/jun/2020)

https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/06/01/pandemia-parou-cinema-nacional-em-plena-expansao-afirma-meirelles.ghtml

** DOIS LIVROS:
“Maria Bonita Entre o Punhal
e o Afeto”, de Nadja Claudino,
Editora Arribacã (Paraíba, 2020)
+ AO REDOR DA GENTE,
DE JEREMIAS MOREIRA
(Editora Linear B, São Paulo, 2020)
Aos interessados em Cangaço e Nordestern, vale recomendar o livro de Nadja Claudino, que acaba de ser lançado. A autora realizou sua pesquisa sobre Maria Bonita e a presença da mulher em bandos de cangaceiros para obter o título de mestre na UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Trata-se, portanto, de dissertação de mestrado, que ela publicou em livro. Em 248 páginas, Nadja relembra a história de Maria de Dona Déa, a jovem que abandonou o marido, sapateiro, para tornar-se a companheira de Lampião. A pesquisadora analisa, também, a presença de sua personagem na literatura de cordel (e em outras narrativas) e estuda a cobertura dada pelo Diário de Pernambuco ao massacre de Angicos (a gruta sergipana, na divisa com Alagoas, onde Lampião, Maria e uma dezena de cangaceiros foram mortos pela volante, 82 anos atrás). Nadja nasceu em 1985, em João Pessoa, graduou-se em História pela Universidade Federal de Campina Grande e fez seu mestrado (“As escritas de uma vida: discursos sobre a cangaceira Maria Bonita – 1930-1938) em tema que rendeu dezenas de filmes (e uma minissérie na Globo). Ela é professora em Cajazeiras, terra de Marcélia Cartaxo (e da família Lira, de Soia, Bertrand, Nanego e Buda, todos artistas), integrantes primeiro do Grupo Terra, depois do Piolim.
+ + “AO REDOR DA GENTE”
é um livro de ficção, da lavra do cineasta
Jeremias Moreira. Ele assina dezenove contos, em edição da Linear B paulistana, 214 páginas. Publicitário (assinou mais de 1.500 comerciais) e autor de um imenso sucesso comercial (“O Menino da Porteira”, de 1976, que ele refilmaria em 2009), Jeremias dirigiu também “Mágoas de Um Boiadeiro” (1977), “Fuscão Preto” (este com Xuxa Menghel, 1982), e “Querida Mamãe”, com Letícia Sabatella e Selma Egrei (2017), baseado em texto de Maria Adelaide Amaral. O livro é apresentado por ele e pela editora: “Nos acasos da vida, os personagens de ‘Ao Redor da Gente’ estão no lugar certo na hora errada. Milésimos de segundos adiantados ou atrasados, ou então a milímetros do alvo. Vivem o estigma do espaço-tempo. A coincidência que envolve o estudante de física numa trama política é da mesma natureza da que existe no garotão conquistador em sua equivocada viagem de prazer ou no marginal pé de chinelo que insiste em ser mau e sempre se dá mal. E na garota limítrofe atenta à vida tormentosa da vizinha. Embarca no mesmo saco a do taxista-pastor e seus passageiros inconvenientes e/ou embaraçados. Vale para o peão que oscila entre herói e vilão e para a esposa fogosa, que, por desforra, se entrega indiscriminadamente a amantes ocasionais. Seja lá o que eles pensem, como encaram a vida, estão dramaticamente mergulhados em tramas na busca de uma saída”.

+++”CINECLUBES” EM DEBATE
NO PODCAST ABRACCINE

***NA REVISTA DE CINEMA:
. As perdas de Conceição Senna, Marcello Tassara, Leopoldo Nunes, Flávio Migliaccio, Moraes Moreira, Aldir Blanc….. a lista de “encantamentos” é grande nestes duros tempos….

***** PODCAST: O DESTINO
DO CINEMA PÓS-PANDEMIA:
O podcast que uniu Maurício Hirata e
Leandro Saraiva, dois integrantes do grupo uspiano que gerou ótimos quadros para a gestão cultural (Manoel Rangel, Alfredo Manevy, Newton Cannito…) merece ser ouvido. Muito bom. Ao longo de 1h40, os dois especialistas mantiveram conversa muito reveladora sobre os desafios que o cinema e o circuito exibidor estão atravessando… Aprendi muito com eles. No campo dos “divertimentos”, hilário saber que HIRATA é um carnavalesco apaixonado, que não vai à Mostra de Tiradentes, como amigos dele costumam fazer, porque já em janeiro está totalmente ocupado com os preparativos para o carnaval (não sei se carioca ou paulista)…. Se entendi bem, Leandro está dando aulas na
UFSCar (???). E Hirata??????