BILHETERIAS BRASILEIRAS + PREMIO OTELO + PREMIO GUARANI + PÁSSAROS DE VERÃO (COLÔMBIA)

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ CINEMA FEMININO NA
CAHIERS DU CINÉMA (E

TAMBÉM TARANTINO) + PREMIO
OTELO + PREMIO GUARANI

+ PODCAST ABRACCINE

+ PÁSSAROS DE

VERÃO (COLÔMBIA)

ESTREIA DIA 22 DE
AGOSTO + TELENOVELA

“BOM SUCESSO” + DVDs CPC-UMES

+ OCUPAÇÃO VLADO HERZOG, LIVRO-EXPÔ MURILO SALLES: NA REVISTA DE CINEMA + FESTIVAL DE GRAMADO (APLICATIVO) + CINECEARÁ + FEST VITORIA + FAM (MERCOSUL)

+ Festivais ampliam espaços e prêmios
para filmes regionais (prata da casa)

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS:
. Estreias:
. Simonal……………………………………..22.282
. O Amigo do Rei…………………………….842
. Leste-Oeste (PR)…………………………….460
. Alma Imoral……………………………………416
. Continuações:
. Turma da Mônica Laços……………………….2.046.796
. Divino Amor…………………………………………….33.599
. Estou Me Guardando (Carnaval)………………..9.727
. No Coração do Mundo…………………………………2.787
. Abaixo a Gravidade………………………………………..576
*****O filme SIMONAL
teve uma arrancada até que bem razoável – em
79 salas do circuito, vendeu 22.282 ingressos
nos quatro primeiros dias. Média: 289.
O impressionante é que 42%
dos ingressos foram vendidos no Rio. A cidade
natal do cineasta (Leonardo Domingues) e sua
equipe (Pablo Baião, entre outros) respondeu com
quase metade dos ingressos. Me ensinaram que o dado do primeiro final de semana, multiplicado por dez, projeta o público potencial de um filme. Em tese, então, SIMONAL venderia 220 mil ingressos. Não creio que chegue a tanto, pois a média é apenas razoável. Mas deve chegar a (ou passar de) 100 mil. ***Ou os distribuidores Bruno Wainer & Márcio Fraccaroli esperam mais????????. Eu, confesso, pensei que chegaria a uns 400 mil. “ELIS” chegou a 600 mil. VINICIUS, um doc de Miguel Farias Jr,
chegou a bem mais que 200 mil.
******MPB, no Brasil, ainda atrai público.
*****Por falar em CINEMA & MUSICA, o tema da festa
de entrega do TROFEU OTELO aos melhores do cinema brasileiro,
nesta quarta-feira, no Teatro Municipal de São Paulo, somará
CINEMA & MUSICA BRASILEIRA. Transmissão ao
vivo pelo Canal Brasil.

+ JORNADA DA VIDA (OMAR SY):
o filme franco-senegalês já vendeu 20.653 ingressos.

+ LANÇAMENTO DE LIVRO,
SEGUIDO DE DEBATE COM RENATO
JANINE (HOJE ): Na Livraria Martins Fontes,
na Av. Paulista. Entre 19h00 e 21h30

+ TROFEU OTELO (Ano 18)
+ PREMIO GUARANI (Ano 24)
Bem diferentes as listas
de finalistas aos dois prêmios.
OTELO:……………………………….GUARANI:
. Benzinho……………………………Benzinho
. Chacrinha…………………………..Arábia
. Grande Circo Místico………..As Boas Maneiras
. O Paciente…………………………..O Animal Cordial
. A Voz do Silêncio………………. O Beijo no Asfalto

***** CINEMA FEMININO
NA CAHIERS DU CINÉMA (julho/agosto)
Só na noite passada tive tempo para dar uma “lida” genérica no dossiê do cinema feminino do século XX na “Cahiers”. Alguns perfis li na íntegra, outros (de realizadoras que desconheço totalmente) lerei depois, com calma. Quando tiver tempo — acho que não terei — quero traduzir a carta de apresentação do editor, pois é bem interessante. Brasil só comparece com ANA CAROLINA (nos anos da Trilogia: Mar de Rosas/Das Tripas Coração/Sonho de Valsa) que ganhou um bom verbete. E com CARMEN SANTOS (citada num pé de página, em duas ou três linhas). Mas nada que seja humilhante, pois Margarette Von Trotta, que venceu Veneza com “Os Anos de Chumbo” e é codiretora do magnífico “A Honra Perdida de Katharina Blum” também ficou num pé de página. **** O cinema feminino dos primeiros anos do século XXI não está
na Revista. Assim, Lucrécia Martel e centenas de relizadoras que aparecem, a cada ano, em dezenas (centenas) de países, não estão neste dossiê. Será que farão um número especial com as centenas de realizadoras das duas primeiras décadas deste século????

. TARANTINO NA CAHIERS:
os críticos das últimas “Cahiers” amaram o filme do Almodóvar (“Dor e Glória”) e o vencedor de Cannes (“Parasita”). Aliás, a imprensa francesa, praticamente unânime, amou estes dois filme. O PARASITA, então, foi consagrado. Já “Era Uma Vez em…Hollywood” ganhou uma só estrela do crítico da Cahiers. Há um ponto muito interessante na análise dele. E bem político. Tento captar a ideia, mas o faço de memória, portanto superficialmente (li a crítica muitas semanas atrás): os hippies no filme são os malucos seguidores de Charles Manson. A Nova Hollywood, que — em especial em “Sem Destino” — mostrou os hippies rebeldes-e-transgressores sendo massacrados pelo homem wasp (e devoto em último grau de armas) não aparece no filme de Tarantino. Parece que em 1969, o cinema nos EUA se resumia às bobagens de Matt Helmann, aos western crepusculares, etc, etc… (Repito: transcrevo uma ideia que ficou meio fluida na memória)…