JACKSON DO PANDEIRO E OS CABELUDOS + FEST LATINO SP DE VOLTA AO AUDITÓRIO SIMON BOLIVAR

+ FEST VENEZA + FEST LATINO SP

+ FEST GRAMADO + FERNANDO MORAIS

+ FEST LATINO SP 2019 + CRITICO CHILENO
LEOPOLDO MUÑOZ: DEPOIMENTO SOBRE PATRÍCIO CONTRERAS + LUIS BUÑUEL & LAS HURDES + OTTO GUERRA (CIDADE DOS PIRATAS)

+ FEST GRAMADO 2019:
Venda de ingressos para a 47º edição
do festival gaúcho a partir de hoje,
quinta-feira, 25 + Seleção de longas gaúchos

+ FERNANDO MORAIS:
“WASP NETWORK”
EM VENEZA

+ JACKSON DO PANDEIRO (CENTENARIO & FILME)

+ FEST LATINO SP VOLTA AO
AUDITÓRIO SIMON BOLÍVAR
DO MEMORIAL DA AMERICA LATINA (SP)

+ “PÁSSAROS DE VERÃO” (ESTREIA EM 22 DE AGOSTO)

+ INOCÊNCIA ROUBADA (FILME FRANCÊS):
La Chatouille (As Cócegas, no original), de
Andréa Bescond & Eric Métayer
Só ontem, pude ver “Inocência Roubada”, filme francês sobre assédio infantil. O tema, confesso, não me atrai. Mas resolvi conferir depois de ler várias críticas e receber recomendação entusiasmada de meu amigo Tárik de Souza. Um filme impressionante, tão bom quanto o do Ozon sobre o mesmo tema… Corajoso, ousado (o contraponto da dança dá imensa vitalidade ao filme, mais enfrentamento pulsante da questão das drogas, relacionamento ‘fora do esquadro’ com a psicanalista, e ++++ a coragem da própria atriz, dramarturga, roteirista e diretora, etc). Pena que o filme passou pelo circuito paulistano como um raio….
PRÊMIOS CESAR: “La Chatouille”: melhor roteiro

adaptado (Andréa Bescond & Eric Métayer), atriz coadjuvante (Karin Viard)

+ NUNO LEAL MAIA: EM DUAS SÉRIES
(Chuteiras Pretas e Juacas): matéria no Estadão (24-07-19): ele relembra os dois filmes dos quais mais gosta (nos quais atuou) e que lhe renderam prêmios: ATO DE VIOLÊNCIA, de Eduardo Escorel, e LOUCOS POR CINEMA, de André Luiz Oliveira.

+ MISTERIO DE HENRY PICK: deliciosa comédia-polar francesa, com Fabrice Luccini e a compridona Camille Cottin, a publicitária lésbica da série DIX POUR CENT

+ HUTGER HAUER: o ator holandês morreu no último dia 19, aos 75 anos. “Conheci”-o em filmes de Paul Verhoeven: Louca Paixão, O Quarto Homem e Conquista Sangrenta. E, além do cult “Blade Runner”, ele brilhou como protagonista de A Lenda do Santo Beberrão, de Ermano Olmi, vencedor de Veneza 1989.

+ JACKSON DO PANDEIRO
(CENTENARIO & FILME):
No espaço digital, críticas de Jamarri e W.J. Solha.

+ NA NETFLIX: “Privacidade Hackeada”.
Matéria grande na Folha (25-07-19)

+ PROJETO CANTA GAVIÃO
“ARUC – CULTURA & CIDADANIA”

****O ESCRITOR FERNANDO MORAIS,
à Revista de Cinema, tomado pela alegria da seleção de WASP NETWORK, de Olivier Assayas (baseado em seu livro “OS ÚLTIMOS SOLDADOS DA GUERRA FRIA”, Companhia das Letras), produção de Rodrigo Teixeira e parceiros e com Wagner Moura entre os protagonistas,
para o FEST VENEZA 2019 (ano 76):
“como um santo de vitral,
estou varado de luz”.

*****JACKSON DO PANDEIRO

(CENTENÁRIO E LONGA-METRAGEM DE MARCUS VILAR E CACÁ TEIXEIRA):

o filme, que está em exibição no XXIX Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, deve chegar aos cinemas brasileiros em 2020. Paraíba desenvolve amplo calendário em homenagem ao filho ilustre.

Abaixo dois e-mails deliciosos de Tárik de Souza.

Num ele me localiza no tempo……

“…aí ele descobriu que muitos cabeludos (como o próprio Alceu) também eram seus fãs juramentados”.

Oi Rô. Quando editei a coleção de livros da 34, logicamente, o meu ídolo Jackson não podia ficar de fora. (Fiz uma entrevista com ele, em sua modesta casa em Olaria, que quase não aconteceu, porque eu usava cabelo grande na época e ele estava na bronca com os roqueiros que tinham tirado seu “lugar ao som”). Ficou uma bela homenagem.Vou correndo ver o filme

jackson, alceu e tárik

Foi no começo da década de 70, quando ele se apresentou no FIC cantando ‘Papagaio do Futuro” com Alceu Valença.

Ele olhou pela janela da casinha com um pequeno quintal na frente e mandou um dos irmãos dizer que não iria me receber porque eu era “cabeludo” e a Jovem Guarda tinha tirado suas músicas das paradas.

Mas, depois de alguma negociação, consegui fazer a entrevista, e aí ele descobriu que muitos cabeludos (como o próprio Alceu) também eram seus fãs

******DE VOLTA AO AUDITÓRIO SIMON
BOLÍVAR DO MEMORIAL DA AMERICA LATINA

O Fest LATINO SP teve na noite de quarta-feira, 24 de julho, lotação esgotada para sua festa inaugural, com exibição de FAKIR, de Helena Ignez. Depois do incêndio do imenso auditório e da obra em tapeçaria de Tomie Otake, tudo voltou ao imenso espaço onde o festival nascera. A imensa peça de Tomie foi refeita e deu um belo colorido ao ambiente. Os adidos culturais da América Latina e Caribe compareceram em massa. Lá estavam também Helena Ignez e sua equipe, Kiko Goifman e Cláudia Priscila, ela uma das homenageadas deste ano, Chico Gaspar e Tuna Dwek, Cristiano Burlan, Claúdio Kahns, Zita Carvalhosa, Marcelo Felipe Sampaio, de “Mengele”, tema de CINEMA DA VELA, Luiz Alberto Pereira, o Gal de “Tapete Vermelho”, e — entre muitos outros — a trinca que idealizou o FESTIVAL: João Batista de Andrade, Francisco César Filho e Jurandir Müller…. Ano passado, o festival foi aberto (no MEMORIAL) ao ar livre, com o filme CORRENDO ATRÁS e bela homenagem a Jeferson De. Quase morremos de frio. Nos dois anos anteriores, foi aberto numa LONA muito simpática, mas sem a qualidade técnica do Simon Bolívar (acústica e projeção maravilhosos, Helena Ignez e sua equipe devem estar muito felizes.