+ BACURAU “MATRAGA” + CAMPANHA “A LEI E O MEDO” + SBPC 71 (JULHO, EM CAMPO GRANDE-MS) + CEBRAP 50 ANOS + TVT ENTREVISTA EDUCADORES E COMEMORA
DEZ ANOS DA REVISTA DA BRASIL

*ALMANAKITO –

SEGUNDA-FEIRA (20-05-19)

. Meus sentimentos aos familiares de Luiz Rosemberg, o cineasta carioca que nos deixou ontem (deixou também dois longas inéditos e quase uma dezena de curtas-colagens, que todos devem ver. Além de sólida parceria com Cavi Borges)…
. E meus parabéns ao militante do PCB (Partido do Cinema Brasileiro, Luiz Carlos Barreto, que hoje completa 91 anos). Sábado passado, à noite, ele foi agraciado com Prêmio ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) por sua obra conjunta. Ele fotografou VIDAS SECAS e TERRA EM TRANSE. Daqui a pouco mando lista de todos os premiados pela ABC:
. Melhor fotografia de ficção (Gustavo Hadba) por Grande Circo Místico
. Melhor fotografia de longa doc: ……., por “Construindo Pontes).

***FUTEBOL + FILMES + SBPC 71 + CEBRAP 50 ANOS + AGNÈS VARDA NA CINEMATECA BRASILEIRA (23 a 26) + CIRANDA DE FILMES + FESTIVAL FINOS FILMES + ECOFALANTE * + FESTIVAL VARILUX + OLHAR DE CINEMA (CURITIBA 2019) + CINEOP (OURO PRETO)

+ TVT E TV 247 + MARILENA CHAUI NO TUTAMEIA + NO PETRA BELAS ARTES: DARIN MOVIE SEGUE EM CARTAZ NO CINEMA DA CONSOLAÇÃO HÁ MUITASSSS SEMANAS + 45 DIAS SEM VOCÊ + MAGNIFICA ENTREVISTA DE DANILO GOMES (FOLHA DE S. PAULO, 19-05-19)

+ ENTRADA DA EQUIPE DE “BACURAU”
no palácio cannoise do cinema, ao som de REQUIEM PARA MATRAGA, de Geraldo Vandré: muito emocionante. Já vi e revi umas seis ou sete vezes no YouTube. Quando assisti, pela primeira vez, ao registro do Canal + (Plus), pensei que Cannes escolhera a música para homenagear o cinema brasileiro e uma de suas trilhas mais famosas (a de “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, de Roberto Santos, que concorreu em Cannes 1965). Depois, lendo (com atraso) bela capa de Pedro Butcher (sobre BACURAU), em O Globo, encontrei a explicação. Kleber e Juliano, os diretores do filme que representa no Brasil em Cannes, citaram as obras cinematográficas com as quais dialogaram. Uma delas é justo A Hora e Vez de Agusto Matraga, a mais bela (sublime) recriação de uma obra roseana já realizada pelo cinema brasileiro (até Guimarães Rosa aprovou com louvor). Então foram Kleber & Juliano que escolheram o fundo musical para a entrada na gala cannoise. Junto com a trilha de Sérgio Ricardo para “Deus e o Diabo”, há que se registrar, trata-se, a matraguiana, de uma das mais empolgantes bandas sonoras de nossa produção fílmica de nosso cinema. Ou não???

+ JEAN-MICHEL FRODON EM PORTO ALEGRE, SEMANA QUE VEM, PARA MASTER CLASS, APRESENTAÇÃO DE FILMES E CURSO SOBRE
CINEMA ASIÁTICO: para o crítico francês, “Dor e Glória” é o “20 e Meio” de Pedro Almodovar (ou seja, o Oito e Meio
do manchego).

***************45 DIAS SEM VOCÊ:
Está em cartaz em cinemas brasileiros e disponível simultaneamente no streaming, o primeiro longa do cineasta e diretor de teatro Rafael Gomes, nascido em Santos, no litoral paulista. Ele iniciou-se no audiovisual como co-diretor de TAPA NA PANTERA, megasucesso que projetou Esmir Filho (autor do futuro e belo “Os Famosos e os Duendes da Morte”). Daí, Rafael mergulhou no teatro, participou de equipes de alguns curtas-metragens e, agora, com o enxuto longa 45 DIAS SEM VOCÊ, chega aos cinemas. Trata-se de um filme LGBT light. Uma comédia romântica ambientada em belas paisagens internacionais (Londres, Coimbra, Lisboa, Buenos Aires, um en passant por Paris, etc). Quem prefere as transgressões de Gustavo Vinagre, achará “45 Dias” muito lindo, fofo, suave, até um “filme para toda a família” (famílias urbanas, civilizadas e progressistas). O filme está bem mais próximo de “Me Chame pelo Seu Nome” que do convulsivo (e maravilhoso) “120 Batimentos por Minuto”. Mesmo assim, merece ser visto, pois conta com atores jovens e muito dedicados. E uma fotografia calorosa. O roteiro, porém, merecia ser mais complexo. A vida é cheia de problemas. Mesmo que o filme se desenvolva em apenas 45 dias, o protagonista, que sofre a perda de um namorado, é bem recebido demais por seus anfitriões e anfitriãs. Se continuasse dispondo de mais roteiros turísticos pelas grandes capitais do mundo com amigos tão dispostos a ouvi-lo e a paparicá-lo, bastariam mais umas semanas para ele esquecer o ingrato que o abandonou. Tamanho é o carinho (e a generosa paciência) que todos a ele dispensam/dedicam.

****APOIE E DIVULGUE:
A Lei e o Medo, de Hermes Leal⁩

HL FILME LANÇA
CAMPANHA DE
CROWDFUNDING PARA
FINALIZAR E LANÇAR
FILME SOBRE A CAUSA
PELOS DIREITOS HUMANOS

******** TVT ENTREVISTA
EDUCADORES E COMEMORA
DEZ ANOS DA REVISTA DO BRASIL

******“BOM PARA TODOS”

NA TVT (TV DOS TRABALHADORES): excelente debate com PAULO MARTINS (Filosofia USP), PROF. CELSO ANTUNES (educador) e PAULO DONIZETE, jornalista da Revista do BRASIL e REDE BRASIL. Veja reprise hoje à noite (23hOO) e amanhã (9hOO) ou a qualquer hora no YouTube. Veja nestas fotos algumas capas da Revista do BRASIL,

que está comemorando dez anos. *****

QUINTA-FEIRA TEM “Tela Cheia” com Luiz Zanin. Apresentadoras: Maria Amélia Lopes e Thalita Galli.

Na mesma emissora, programas de JUCA KFOURI

E ZÉ TRAJANO. ****TORCEDOR CIVILIZADO:

Zanin recebeu, de Oswaldinho Massaíni, uma foto-gozação: um peixe FRITO numa travessa. Palmeirense, o filho do produtor Oswaldo Massaíni, irmão de Aníbal, tirou sarro pela goleada que levamos, sábado passado, do time dos “porco”. Com elegância alvinegra-praiana, Zanin respondeu: “nos aguarde”. **** PAULO HENRIQUE SILVA, jornalista, crítico de cinema e cronista esportivo, escreveu bela crônica no Jornal Hoje em Dia, sobre o “remédio” que jogador galo-equatoriano vem ministrando nos jogos do Atlético (Mineiro), só um ponto atrás dos “porco”.

*******APOIE E DIVULGUE:
A Lei e o Medo, de Hermes Leal⁩

HL FILME LANÇA
CAMPANHA DE
CROWDFUNDING PARA
FINALIZAR E LANÇAR
FILME SOBRE A CAUSA
PELOS DIREITOS HUMANOS

Às vésperas das eleições presidenciais de 2018, o ex-deputado Jean Wyllys alerta para a ameaça eminente à uma classe reprimida, perante o poder que se instauraria no país, podendo extinguir leis já existentes que os asseguram. E que hoje vem tornando-se realidade.

O FILME – “A Lei e o Medo” será uma importante e fundamental ferramenta para a resistência e reivindicação dos que hoje são oprimidos, seja pela sua condição de gênero, sexual, raça ou de classe.

Não poderíamos imaginar, há anos atrás, um retorno a tempos tão primitivos como o rumo que nos encontramos hoje no Brasil e também em muitos lugares do mundo, tornando tão relevantes projetos como este, culturais e sociais, de alerta à sociedade e de resistência ao poder que se instaurou.

O filme traz histórias de pessoas que lutam por uma vida digna, por respeito e por seus direitos. Lutam por igualdade. E esta será a bandeira levantada por este filme, para servir a todos que lutam pela mesma causa.

E também para apoiarmos quem da causa vive, como Jean Wyllys, um dos personagens do filme, que está atuando mundo afora pelos direitos humanos.

Filmado em 2018, em momento de grande tensão e apreensão política no Brasil, às vésperas das eleições presidenciais que colocaria no poder o candidato de extrema direita Jair Bolsonaro, “A Lei e o Medo” registrou as experiências e dificuldades vividas por quem sofre preconceito e violência, seja por ser mulher, negro(a), LGBTQ+ ou de opiniões contrárias, que queiram ter seus direitos de manifestação, refletindo se as leis vigentes hoje no país são eficazes, como a lei do Casamento Gay e do Nome Social que asseguram direitos aos LGBTQ+.

Além da lei contra protestos sociais, que criminaliza movimentos sociais e ativistas.

O que se tem registrado no filme é um medo generalizado perante à ameaça da tomada de poder pela extrema direita, que colocaria em risco os direitos conquistados e ainda ameaçaria a vida dessas pessoas com o regresso de preconceitos e violências ilimitadas.

Tanto que, nos últimos meses de 2018, houve uma corrida aos cartórios brasileiros para se realizar casamentos entre homossexuais, com medo de que, após a posse de Jair Bolsonaro, esse direito fosse extinto. O mesmo para as mulheres violentadas e assassinadas, que hoje já fazem parte de índices alarmantes de feminicídio, só nos primeiros meses do ano.

Personagens do filme

JEAN WYLLYS – Ex-deputado federal, Jean Wyllys, parceiro de movimentos LGBTQ+, de negros e mulheres, e também professor, lutou pela classe no Congresso, com vários projetos de leis contra a violência às mulheres, pelos direitos LGBTQ+, como o casamento civil e a união estável entre pessoas do mesmo sexo, o reconhecimento da identidade de gênero, entre outros.

Prestes a cumprir seu 3º mandato como deputado, se viu obrigado à se autoexilar por graves ameaças de morte que vinha sofrendo, inclusive a seus familiares, e hoje vive sem divulgar seu paradeiro.

TIAGO E HENRIQUE ÁVILA – De cidade pequena no interior do norte do Brasil, o casal, juntos desde 2003, se casaram assim que a lei foi criada permitindo a união entre pessoas do mesmo sexo. Eles foram os primeiros homossexuais da região norte e o 9º casal do país a se casarem. Hoje, eles vivem em Palmas com um filho.

BIANCA TAVARES E GLEIZANGELA CAVALCANTE – Depois de 12 anos juntas, Bianca e Gleizangela, moradoras de Palmas, no Tocantins, que sempre tiveram o desejo de se casarem, resolveram realizar esse sonho em dezembro de 2018, temendo que, após a posse de Bolsonaro, isso não seria mais possível. Elas foram um dos últimos casais que conseguiram agendar a cerimônia no cartório, que já estava com a agenda lotada para celebrar uniões entre pessoas do mesmo sexo, tendo como justificativa o medo desta lei ser extinta.

FELIPE PINHEIRO – Para Felipe, que se chamava Letícia, mudar seu nome foi fundamental para acabar com os inconvenientes quando tinha que apresentar seu documento em locais públicos, a desconhecidos, e ter sua identidade de gênero de fato reconhecida. Mas, às vésperas da posse de Bolsonaro, ele já temia que sua condição poderia sofrer novamente preconceitos e discriminação.

MARTA SUPLICYM- Ao longo de sua trajetória política, Marta Suplicy sempre apoiou os direitos das mulheres e LGBTQ+, defendendo leis, como a da união estável entre pessoas do mesmo sexo, o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero, a lei do molestamento sexual, entre muitos outros.

A importância desta trajetória política é vista no filme com o seu relato sobre essas conquistas à sociedade.

IGOR MENDES – Ativista político, Igor foi um dos 23 presos, na véspera do final da Copa no Rio, por participar das manifestações de junho de 2013. Com o direito a responder o processo em liberdade, ele foi solto com a condição de não frequentar nenhuma manifestação ou protesto. Porém, Igor foi preso novamente, desta vez detento por sete meses, por ter participado de um protesto no dia dos professores.

BYANCA MARCHIORI – Depois de sua transição, a trans Byanca decidiu mudar seu nome, quando seus colegas de trabalho começaram a lhe perguntar como ela gostaria de ser chamada. Ela é a única trans no hospital onde trabalha, no Tocantins, mas conseguiu ser respeitada, e fundou uma associação em prol dos travestis e transexuais do Tocantins.

CAMPANHA DE CROWDFUNDING

https://www.catarse.me/a_lei_e_o_medo?ref=project_link

“A Lei e o Medo” já está totalmente filmado. Precisamos do recurso para fazer sua pós-produção, que consiste na edição e finalização de cor e áudio do filme, seu lançamento nas salas de cinema do Brasil e sua divulgação, pois acreditamos que sem lançar e divulgar o filme não vale a pena o esforço de todos os envolvidos. Afinal, o que queremos é que esta obra sirva de ferramenta para ecoar o que se reivindica aqui, por todos os cantos do mundo.

Nosso trabalho, depois disso tudo, será o de levar o filme a maior quantidade de festivais possíveis ao redor do planeta.

Obras como esta, socioculturais, de protesto pelas minorias e contra a atual política governante no país não conseguem obter fomentos públicos nem privados, justamente por seu viés polêmico, onde nenhuma empresa arriscaria agregar sua marca.

Por isto, recorremos à sociedade para conseguir levar este projeto adiante, já que nossa causa é mais que necessária e justa e é também de todos que lutam pelos direitos humanos.

Fazer um filme custa caro. Realizamos as filmagens no âmbito das gravações de uma série para TV, com o mesmo tema. Desta série, selecionamos algumas cenas para compor uma versão em longa-metragem, de aproximadamente 70 minutos.

Porém, para ser lançado numa sala de cinema, o filme precisa ser finalizado; ser editado e passar por correção de cor e de som, além de créditos e artes gráficas. E este processo não é barato. Seu preço chega a ser até mais alto do que o da própria filmagem.

São necessários profissionais de edição, finalização de imagem e de áudio, artes gráficas, além de estúdio de som.

Depois do filme pronto, vem a etapa da preparação para o lançamento, que contempla produzir cartazes, divulgação em mídias e a distribuição em salas de cinema, que é feita por uma empresa distribuidora que será contratada para isso, exceto se não conseguirmos alcançar o valor da meta da campanha. Essa distribuição é o valor mais alto do projeto, por isso, para que ela aconteça, é necessário que alcancemos o valor total da meta, mas não podemos deixar de lado esta parte importante, que é conseguir atingir o maior número de espectadores e, assim, chamar atenção para outras janelas, como streaming, festivais etc., que fará com que esta causa ganhe realmente relevância.

QUEM SOMOS – A produtora HL Filmes (www.hlfilmes.com.br), fundada pelo diretor de TV e cinema, escritor e roteirista Hermes Leal (https://pt.wikipedia.org/wiki/Hermes_Leal), tem sede em São Paulo e no Tocantins.

Atuando desde 2009, o foco de sua produção tem sido projetos socioculturais, contribuindo para a diversidade cultural, arte, pensamento e direitos humanos.

Entre suas obras, estão a série de TV “Guerra do Araguaia”, e sua versão em longa-metragem “Araguaia”, em que militares falam, pela primeira vez, como mataram quase 70 pessoas na época da ditadura, dos quais ainda restam 49 corpos desaparecidos. “Censura e Liberdade de Expressão”, primeiro documentário a abordar com seriedade os anos de chumbo no Brasil e como a censura atuava no cinema, música, teatro, literatura e jornalismo. A série de oito documentários chamada “Pensamento Contemporâneo”, baseada nos programas “Café Filosófico” e “Invenção do Contemporâneo”, da TV Cultura. Entre muitos outros filmes e séries.

Atualmente, está em pré-produção do longa-metragem “Salve a Diversidade!”, com Gilberto Gil e dirigido por Alfredo Manevy, um manifesto para alertar sobre os riscos que diferentes culturas, comunidades e seus modos singulares de viver enfrentam no atual momento de globalização.

CONTATO / CONTACT INFORMATION

Para mais informações sobre o projeto, entre em contato pelo email hlfilmes@hlfilmes.com.br / 11 98747-8965 (whatsapp)

Assessoria de Imprensa

ProCultura

Flávia Miranda

(11) 3263.0197 / (11) 98542.1771

flavia@procultura.com.br

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