* NA PIAUÍ: ANTONIO ANGELKE E O DISCURSO DE JOSÉ PADILHA, CLAUDE LANZMAN POR EDUARDO ESCOREL + JOÃO SALLES: UM CANTO À AMIZADE + OLIVIER ASSAYAS VAI FILMAR LIVRO DE FERNANDO MORAIS COM ELENCO IBERO-AMERICANO + BETH FORMAGGINI TRIUNFA NO FESTIVAL DE VITORIA-ES

+ ROMA: PREMIO MAXIMO EM VENEZA + PEPE MUJICA, POR EMIR KUSTURICA + LEÃO QUEER PARA FILME DA GUATEMALA + REVISTA DE CINEMA/Uol + DIA 18, COM TRANSMISSÃO AO VIVO PELO CANAL BRASIL, ENTREGA DO TROFEU GRANDE OTELO (EM MAIS UMA EDIÇÃO DO GRANDE PREMIO DO CINEMA BRASILEIRO)

+ JOÃO MOREIRA SALLES:
UM CANTO À AMIZADE (PIAUI)

+ BETH FORMAGGININI VENCE
FEST VITORIA COM “PASTOR CLAUDIO”

+ ROMA, DE ALFONSO
CUARÓN, TRIUNFA EM VENEZA +

+ EM NOVEMBRO (DIA 7): ENTREGA
DOS PREMIOS “FENIX”, NO MEXICO,
AOS MELHORES DO
CINEMA IBERO-AMERICANO

******JOSÉ PADILHA,

LANZMAN E ALEXANDRE

GONTIJO: 3 TEXTOS NA PIAUÍ
Quando fui para o Festival de Gramado, mês passado, comprei no Aeroporto de Congonhas, a Revista PIAUI (143), atraída por uma chamada de capa para texto sobre o Cinema de José Padilha, por Antônio Engelke, e por outro, de Eduardo Escorel, sobre Claude Lanzman. No avião, li o texto de Antônio Engelke, doutor pela PUC-Rio e em processo de pós-doutoramento pela UERJ: “Mecanismo Autoritário – Engelke interpreta a mitologia política de José Padilha”, um estudo complexo sobre as ideias do cineasta carioca (radicado nos EUA), diretor dos filmes “Tropa de Elite” (1 e 2) e articulista de O Globo. No festival gaúcho, caí numa maratona de filmes, debates, seminário, coletivas de imprensa (mediei a da atriz uruguaio-argentina Natália Oreiro) e escrita de textos diários (para a Revista de Cinema/Uol). **Registro aqui falha minha: não escrevi, na Revista de Cinema, sobre um único longa da competição — “A Voz do Silêncio”, de André Ristum — e fui gentil-e-amorosamente cobrada pelo cineasta Toni Venturi e pela atriz Virgínia Cavendish: prometo fazê-lo tão logo encontre tempo, pois realmente falhei!!!!!