LUCIANA PAES + ALMANAKITO (25-07-18) + FEST VENEZA + ZÓZIMO BULBUL + FEST BRASILIA: CANDANGÃO + COM A PALAVRA, O BIGODE + RUMO A PARATY 2018 — FLIP

****LUCIANA PAES, QUE ATRIZ!:
Eu não conhecia (nunca a vira no teatro, nem na TV) a atriz Luciana Paes, aquela compridona, talentosíssima (em outubro ela fará 38 anos). Foi paixão cinematográfica à primeira vista. Vi que aquela mulher muito alta, assertiva e engraçadíssima ia longe. Dias atrás, ao vê-la protagonizando (com Murilo Benício) “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral, foi aquele (sangrento) deleite. Que atriz!!!! Ante-ontem, uma friorenta segunda-feira, duas da tarde, fui ao Cinemark Santa Cruz assistir à comédia “Uma Quase Dupla”, de Marcus Baldini, com Tatá Werneck & Cauã Reymond. Apesar do horário ingrato, havia mais de 50 pessoas na sala. E o público se divertiu horrores. Riu com um prazer que há muito eu não presenciava. A comédia não é nenhuma brastemp, mas o elenco é show. Ary França, o “Durval Discos”, está, mais uma vez, ótimo. Cauã, com seu bigodão e cabelos avermelhados está um “magnum” caipira de bom tamanho. Tatá tem o tempo da comédia… mas, e LUCIANA PAES? Ela aparece por uns dois ou três minutos, na pele de uma atendente de telemarketing e… arrasa.
O ANIMAL CORDIAL estreia em breve, muito breve. Aguardem. Ela, Luciana, tem um papel poderoso, igual ao de SINFONIA DA NECRÓPOLE…..

Rô Caetano
Maria do Rosário Caetano
Blog: www.almanakito.wordpress.com

*******ALMANAKITO
QUARTA-FEIRA (25-07-18)

+ FLIP (CINEMA & LITERATURA): HOJE

+ COM A PALAVRA, LUIZ CARLOS LACERDA, O BIGODE + RICARDO GUILHERME DICKE (MADONA DOS PÁRAMOS)

+ FEST BRASILIA 2018 E A SELEÇÃO DA
MOSTRA CAMARA LEGISLATIVA DO DF.

+ BRASIL EM VENEZA (SELECIONADOS)

+ FEST LATINO-AMERICANO DE SP: HOJE

+ ENCONTRO DE CINEMA NEGRO ZÓZIMO
BULBUL (RIO DE JANEIRO, EM AGOSTO)

+ MARCOS LOYASA (BOLIVIA) – FEST GRAMADO 2018

+ FESTIVAL “MULHERES
NA CHAPADA DOS GUIMARÃES”

+ “FESTAS JUNINAS” NA
CABEÇA (REVELA PESQUISA)

+ “RACISMO”: “UM MAL
ENTENDIDO”: ATÉ QUANDO?

Ver matéria sobre o assunto, hoje, na
Folha (caderno Metrópole/Cotidiano)

+ SBPC 70: ACONTECE EM MACEIÓ

+ TELENOVELA + VANDRÉ + BILHETERIAS

***FESTIVAL DE BRASILIA DO
CINEMA BRASILEIRO ANO 51:
Troféu Câmara será disputado por três longas e 18 curtas

Meus caros:
Os gaúchos chamam a Mostra de Filmes do Rio Grande do Sul, que — dentro da programação oficial do Festival de Gramado — atribui o Trofeu Assembléia Legislativa aos melhores curtas (lá não há competição de longa neste segmento) de GAUCHÃO. Os brasilienses deviam chamar esta mostra, que cresce a cada ano, de CANDANGÃO. Não?
SIGAM LENDO — Bjs rô

2018 – FESTIVAL DE BRASILIA
DO CINEMA BRASILEIRO ANO 51

Disputa pela 23ª
edição do Troféu
Câmara terá três longas e
18 curtas-metragens
http://www.cl.df.gov.br/web/guest/ultimas-noticias/-/asset_publisher/IT0h/content/disputa-pela-23%C2%AA-edicao-do-trofeu-camara-tera-tres-longas-e-18-curtas-metragens;jsessionid=1769112A04A00CC70A71CF283A1490C2.liferay2?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cl.df.gov.br%2F

*****PARATY 2018 — FLIP
ANO XVI NO CINEMA DA PRAÇA

****COM A PALAVRA, LUIZ

CARLOS LACERDA, O BIGODE

Rosário & leitores,

Fui homenageado dia 20 de julho pela Secretaria da Cultura de Paraty com a exibição de meu novo documentário sobre o pintor JÚLIO PARATY (2018, 26 min) , o primeiro filme a ser exibido no novo Cinema da Praça. Homenagem por ser o cineasta que mais filmes realizou na cidade (os longas Mãos Vazias, 1971; O Princípio do Prazer, 1978; sequências de Leila Diniz , 1987; os curtas O Sereno Desespero, 1972; Briga de Galos,1979′; O Acendedor de Lampiões, 1982; Festa do Divino Espírito Santo de Paraty, 2018, e Júlio Paraty, 2018), além de ter sido assistente de direção do Nelson em Azyllo Muito Louco , 1969, Como Era Gostoso o Meu Francês, 1970, Quem é Beta, 1973 – algumas sequências, e produtor de República dos Assassinos, 1979, de Miguel Faria Jr – partes filmadas em Paraty).

Luiz Carlos Lacerda, Bigode.

+ RICARDO GUILHERME DICKE
(MADONA DOS PÁRAMOS)
Li, na Ilustríssima, domingo, um texto que revela o imenso interesse de Hilda Hilst pela obra do escritor mato-grossense Ricardo Guilherme Dicke, autor do ótimo “Madona dos Páramos”, que — parece