BILHETERIAS BRASILEIRAS: O PROCESSO (foto) JÁ VENDEU 64.511 INGRESSOS + PARCERIAS LATINAS + TRÊS LIVROS DE CINEMA + MOSTRA DE CINEMA ITALIANO

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

ESTREIA:
. O Desmonte do Monte…………………..315

CONTINUAÇÕES:
. Mulheres Alteradas……………………………76.005
. O PROCESSO…………………………………….64.511
. Talvez Uma História de Amor……………37.038
. Paraíso Perdido…………………………………..21.157
. As Boas Maneiras……………………………….10.105
. Tungstênio……………………………………………5.200
. Baronesa……………………………………………….4.995
. Berenice Procura…………………………………..4.379
. Dedo na Ferida……………………………………..3.409
. Amores de Chumbo………………………………2.199
. Comboio do Sal e do Açúcar…………………2.188 (Moçamb/BR)
. Canastra Suja…………………………………………1.252
. Auto de Resistência………………………………..1.161
. Nó do Diabo……………………………………………1.117
. Estrada de Sonhos……………………………………..306

************* JEFERSON DE FORA DE GRAMADO 2018 – A produtora Cristiane Arenas, da Buda Filmes, empresa que mantém com Jeferson De, me disse que a razão da saída de “Correndo Atrás”, terceiro longa-metragem de Jeferson De (ele está no Rio, filmando o quarto o longa, “M8”) da competição do Festival de Gramado 2018, deve-se ao fato dele ter participado, em caráter hors concours, do FICA (Festival de Meio-Ambiente de Goiás). ((((Vencido — mês passado — pelo documentário brasileiro “Construindo Pontes”, de Heloísa Passos)))). E
não pela pré-estreia, que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 25 de julho, no XIII Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo. Neste mesmo dia, no Memorial da América Latina, Jef De será homenageado e receberá um Prêmio por sua trajetória como realizador de 3 longas, uma dezena de curtas e várias séries de TV (inclusive a inédita
MALÊS, parceria com Belisário Franca).

****FEST GRAMADO: SAI JEFERSON DE
E ENTRA MONJARDIM. *** JEFERSON DE
SERÁ HOMENAGEADO PELO FEST DE CINEMA
LATINO-AMERICANO DE SÃO PAULO 2018

+ NA REVISTA DE CINEMA/Uol: MATERIA SOBRE HOMENAGEM A
A JEFERSON DE NO FESTIVAL LATINO-AMERICANO DE SÃO PAULO

http://revistadecinema.com.br/2018/07/festival-latino-americano-de-sao-paulo-homenageia-jeferson-de/

*********SAI JEFERSON DE E ENTRA
JAIME MONJARDIM NO FEST GRAMADO 2018

http://revistadecinema.com.br/2018/07/festival-de-gramado-–%C2%A0sai-jeferson-de-entra-jaime-monjardim/

****MISSÃO 115,
FILME DE SILVIO
DA-RIN SOBRE O ATENTADO
RIOCENTRO E MUITO MAIS
+ FILME ESTREIA EM
FINAL DE AGOSTO:
Página no Facebook

+ CINEMA DE ANIMAÇÃO:
Durante o ANIMA MUNDI (que começa esta semana, dia 20) será lançado livro da Abraccine- Editora Letramento-Canal Brasil, com
textos e muitas imagens de/sobre 100 ANIMAÇÕES
BRASILEIRAS ESSENCIAIS.

******CINEMA
PENINSULAR NO BRASIL:
8 ½ FESTA DO
CINEMA ITALIANO
VOLTA AO BRASIL E AMPLIA
CIRCUITO, QUE CHEGA
A DOZE CIDADES DO PAÍS

**ESMIR FILHO & ALFREDO CASTRO:

BRASILEIROS E PARCERIAS

COM A AMERICA LATINA:

Dia destes, no Cinejornal, no Canal Brasil, assisti, muito feliz, a uma entrevista de Esmir Filho sobre seu terceiro longa-metragem, em processo de realização. Ele falava das filmagens e do elenco. E contou que um dos atores do filme é o chileno Alfredo Castro (que pode ser visto em nossos cinemas no filme “Cachorros”). Castro trabalhou com Wagner Moura em “Narco” (interpretou o pai do protagonista, Pablo Escobar). Mas nós o conhecemos antes, na condição de ator fetiche de Pablo Larraín. Juntos fizeram “Tony Manero”, “Post-Morten”, “No”, etc. Um grande ator, protagonista do único filme venezuelano a ganhar o Leão de Ouro em Veneza (láurea que nunca ganhamos: só uma Palma de Ouro e dois Ursos de Ouro): “DESDE ALLÁ – De Longe Te Observo” (de Lorenzo Vigas). Noto, feliz, que cineastas e produtores brasileiros começam a investir, com vontade e convicção, em parcerias com nossos vizinhos hispano-americanos. Vânia Catani (“Zama”), Paulo Nascimento (este produtor e realizador gaúcho é o recordista em parcerias com a América Hispânica), Walter Salles (“Diário de Motocicleta”)… Na convocação de atores, ítem em que Esmir Filho agora se destaca, temos Tata Amaral (“Hoje”), Cristiane Oliveira (“Mulher do Pai”) e vários outros realizadores que trouxeram craques como Cesar Charlone, Jean-Pierre Noher, Veronica Perrotta e Soledad Villamil para seus elencos. Houve um tempo, no auge da Pelmex (Películas Mexicanas) que, timidamente, o cinema brasileiro trouxe algumas estrelas para nossos filmusicais… Agora, creio que a vontade de realizar parcerias cresceu mesmo. E lembro a todos que semana que vem estreia o segundo longa de Esmir Filho, o delicado “Alguma Coisa Assim” (parceria com Mariana Bastos). Não é tão bom (e original) quanto “Os Famosos e os Duendes da Morte”, mas é bom e merece ser visto.

+ CINEMA EM TRÊS LIVROS
**********************Para Luiz Felipe Miranda
Autor do “Dicionário de Cineastas Brasileiros” e organizador,
com Fernão Ramos, da “Enciclopédia do Cinema Brasileiro”.
Em correspondência aberta ao Almanakito, dia destes, Luiz Felipe Miranda me pediu mais informações sobre 3 livros citados por mim. Ei-las, pois:
1. DE MARCELO JANOT: “Revisão Crítica” (Editora Autografia, Rio, 2018, 256 páginas. Prefácio de Carlos Alberto Mattos) — Neste livro, o crítico carioca compila suas principais críticas publicadas desde 1992, quando ele estreou na Tribuna da Imprensa, — com análise de “O Processo”, de Orson Welles — até nossos dias. Mattos abre seu prefácio com frase que define sinteticamente a essência do livro: “Todo crítico deveria ser, antes de tudo, um crítico de si mesmo”. Pois é o que faz Janot. Com
bom humor e texto delicioso, de fácil leitura, ele se auto-critica, revê seu trabalho numa boa. Diz, em texto introdutório (a cada uma delas), e com todas as letras, o que mudaria (se for o caso) em suas observações críticas impressas nos jornais ou sites em que escreveu/escreve. Janot dividiu suas críticas em cinco blocos: 1. Mestres (do cinema), 2. Revelação, 3. (Filmes) Nacionais, 4. Bombas (sim, os filmes que ele achou péssimos), 5. Pérolas.
A ideia do livro nasceu quando Marcelo Janot recebeu e-mail de um leitor que desejava resposta para a seguinte aspiração: “Como faço para ser crítico preferencialmente do Globo?“. Resposta de Marcelo Janot, que integra a equipe contemporânea de críticos de O Globo: “Crie um blog
para ganhar visibilidade, assista a muitos filmes, leia, estude, pratique bastante e tenha, sobretudo, paciência”.
2. GERALDO VELOSO – “O Cinema Através de Mim – A Longa Trajetória de Theobaldo Odisseu de Almeida” (Uma publicação do Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais, BH, 2015, 298 páginas, Volume 2 da série “Dossiês Cinematográficos”, prefácio de Paulo Augusto Gomes) – Memórias cinematográficas do cineasta, montador/editor e crítico mineiro Geraldo Veloso. Quem o acompanha no espaço digital (inclusive em suas colaborações esporádicas com o Almanakito) sabe que Veloso é um grande contador de histórias e dono de memória prodigiosa e rigorosíssima. É hilário vê-lo corrigindo os delírios memorialísticos do amigo Neville D´Almeida, mineiros que são. O autor organizou o livro em oito capítulos, que se seguem a saborosa Introdução. São eles: 1. Diário de Uma Perversa, 2. Em Torno da Meia Noite, 3. Coração de Ouro, Punhos de Aço, 4. Ten Years After, 5. Seis Meses Depois, 6. “Vamos Se Falar” , 7. O Demônio das 11,45 Horas, 8. À Guisa de Encerramento.
3. EMERSON MARANHÃO (“Cinema Falado”, Edições O Povo – Fundação Demócrito Rocha, Fortaleza, Ceará, 2018)