+ BILHETERIAS BRASILEIRAS + LERAM A BELÍSSIMA COLUNA DO RENATO TERRA, HOJE, NA FOLHA, SOBRE O BRASIL NA COPA?

+ DALCÍDIO JURANDIR (foto),
ESCRITOR PARAENSE, EM FILME BAIANO, NO FIM – FESTIVAL INTERNACIONAL MULHERES NO CINEMA

***BILHETERIAS BRASILEIRAS
.ESTREIAS:
. Berenice Procura……………..1.846
. Além do Homem…………….1.200
. O Nó do Diabo…………………..709
. Auto da Resistência……………465

. CONTINUAÇÕES:

. Não se Aceitam Devoluções……………292.056
. O PROCESSO……………………………………62.161
. Talvez Uma Hist. de Amor………………..34.057
. Severina……………………………………………..13.473
. Praça Paris………………………………………….11.635
. Tungstênio……………………………………………4.700
. Baronesa……………………………………………….4.014
. Dedo na Ferida……………………………………..2.672
. Amores de Chumbo………………………………1.354
. Canastra Suja…………………………………………1.050
****Anna Karenina, A História de Vronzky……..8.255
(Rússia, com distribuição do CPC-UMES)

+ LITERATURA E CINEMA:
ME PREPARANDO PARA VER, NO FIM 2018,
O FILME BAIANO QUE REVISITA OBRA E ANDANÇAS DO ESCRITOR PARAENSE DALCIDIO JURANDIR PELA ILHA DO MARAJÓ (“O Chalé é Uma Ilha Batida de Vento e Chuva”, de Letícia Simões: filme ganhou dois prêmios no Olhar de Cinema – Curitiba 2018). Competição do FIM tem cinco documentários e uma ficção (“Como É Cruel Viver Assim”, de Júlia Rezende). Mais detalhes na Revista de Cinema/Uol.

****FIM 2018 – FESTIVAL INTERNACIONAL MULHERES NO CINEMA, ZEZÉ MOTTA, O CIDAN, “EL MESTIZO” (VENEZUELA), XICA DA SILVA E MARILIA PERA

********FIM 2018 – FESTIVAL INTERNACIONAL MULHERES NO CINEMA — Zezé Motta, em debate realizado no Espaço Itaú Augusta- SP, deu testemunho maravilhoso e muito sincero sobre sua carreira, falou de inseguranças, dispersão, desafios e contou história incrível sobre um filme que ela realizou na Venezuela, EL MESTIZO. Falou, também, de pessoas muito importantes em sua vida, como o cineasta Cacá Diegues, o maquiador e visagista Carlinhos Prieto, que partiu tão cedo, e a atriz Marília Pera, sua comadre (Zezé é madrinha de Nina Morena). E contou algo preocupante: o CIDAN – CENTRO DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DO ATOR NEGRO — que ela criou, com parceiros como Antonio Pompeo (1953-2016), está fora do espaço digital por falta de patrocínio. Ao longo destes mais de 30 anos, o CIDAN chegou a catalogar 500 atores black em diversos pontos do território brasileiro. Zezé atuará no próximo longa-metragem de Jeferson De, com quem atuou em CAROLINA (de Jesus). Protagonizou o curta, premiado em Gramado. Zezé concorda com o manifesto DOGMA FEIJOADA, no qual, em um dos mandamentos, JEF diz que ator negro pode e deve fazer papel de escravo, doméstica ou bandido, desde que o personagem tenha complexidade, etc, etc. Zezé brincou: se me chamarem para interpretar uma DOMESTICA e ela for a protagonista, eu aceito. E deu uma de suas sonoras gargalhadas. Hoje ela estará falando de sua trajetória e cantando no METROPOLE, NA TV Cultura, 22h15 (o programa agora dura 12 minutos e vai ao ar de terça a sexta. Com edição especial no domingo).

*****SUSANNA LIRA E SEUS DEZ DOCUMENTÁRIOS,
MUITOS DELES SOBRE DIREITOS HUMANOS,
NO FIM 2018: MATARAM NOSSOS FILHOS

**************SUSANNA LIRA NO FIM 2018 —

Ontem, quinta-feira, fui ao Espaço Itaú Augusta assistir ao filme

MATARAM NOSSOS FILHOS, de Susanna Lira. O filme começaria às 18hOO, depois (20hOO) haveria sessão de XICA DA SILVA e debate com a homenageada do FIM 2018, a atriz e cantora ZEZÉ MOTTA (hoje, 22h15, no Metrópole da TV CULTURA, ZEZÉ fala de sua trajetória e canta). Pensei que veria, de Susanna Lira, o documentário INTOLERANCIA.DOC, do qual só pudera assistir metade, na

MOSTRA CINEOP, mês passado, em Ouro Preto-MG. Houve coincidência parcial com horário de palestra da francesa Céline Ruivo sobre O ATALANTE, de Jean Vigo. Mas descobri tratar-se de filme novo, pois SUSANNA é autora de dez documentários, muitos deles na área dos Direitos Humanos, à qual ela se dedica com rara cidadania. Quero conhecer todos os filmes dela.

************CLAUDE LANZMAN (1925-2018) – A IMPRENSA BRASILEIRA

deu hoje excelente espaço em papel para registrar a morte do cineasta e jornalista francês Claude Lanzman. Só um termo, impresso em alguns dos textos, me causa imenso CONSTRANGIMENTO. Definir o diretor de SHOAH e do livro autobiográfico A LEBRE DA PATAGÔNIA como “amante” de Simone de Beauvoir. Que coisa mais despropositada. Amante é aquele/aquela que é ESCONDIDO/A da esposa (ou esposo) oficial (jurídico/a). SARTE E SIMONE tinham uma relação aberta, anti-burguesa. Aplicar aos dois e a seus relacionamentos vocábulos tipo AMANTE é algo tão ANACRÔNICO, que me constrange. Que tal companheiro/a, namorado/a?????? Com a palavra, o colunista e craque SERGIO RODRIGUES!!!!!

+ AMPLO MATERIAL SOBRE BERGMAN, NA REVISTA PREVIEW BRASIL (105, JULHO) + A PERDA DE CLAUDE LANZMAN + FEST AMERICA LATINA + CONRADO HUBNER NA REVISTA ÉPOCA

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS + BRAULIO TAVARES, ORLANDO TEJO E ZÉ LIMEIRA + NA REVISTA DE CINEMA/Uol