CINEOP 2013 DEBATE O LIVRO “NOVA HISTORIA DO CINEMA BRASILEIRO”(EDIÇÕES SESC)

CINEOP 2018 — Nas fotos acima, estão Guiomar Ramos, Sheila Schvarzman, José Geraldo Couto, João Luiz Vieira e Luciano Ramos, time de pesquisadores, professores universitários e críticos de cinema mobilizado pela CineOP XIII (Mostra de Cinema de Ouro Preto-MG) para debater o livro NOVA HISTORIA DO CINEMA BRASILEIRO, que será lançado pelas Edições SESC na próxima FLIP (Feira Literária de Paraty-RJ). O livro nasceu com a intenção de atualizar HISTORIA DO CINEMA BRASILEIRO, organizado por Fernão Ramos, em 1987. Portanto, há 31 anos. Para levar tal empreitada adiante, Fernão, professor da Unicamp e alma editorial da Papirus (que recentemente editou “FEMININO E PLURAL: MULHERES NO CINEMA BRASILEIRO”), convocou para ajudá-lo a pesquisadora e professora paulista Sheila Schvarzman. O trabalho cresceu tanto, que foram necessários dois volumes e uma continuação em forma de e-book. Tudo aos cuidados das Edições SESC. Um dos pressupostos do livro era dar fim aos “ciclos regionais”, que embasaram os primeiros compêndios do cinema brasileiro. Outras premissas: abrir espaço para cineastas mais experimentais, como Arthur Omar, Aloysio Raulino, Jairo Ferreira e Carlos Adriano, englobar o CINEMA NOVO e o chamado CINEMA MARGINAL num mesmo todo (ver capítulo sob título enigmático: “Cinema Novo/Cinema Marginal – Entre Curtição e Exasperação”). Outra preocupação do livro (dar destaque às forças feminina e black em nossa produção audiovisual) não foi levada a termo (ou ganhou profundidade). Sheila, uma das organizadoras, diz que o cinema feminino e o cinema black não tiveram a ênfase conquistada nos dois últimos anos, pois “NOVA HISTORIA DO CINEMA BRASILEIRO foi concebido em 2014”. O livro deve constituir leitura densa e provocadora. Não trará nenhuma foto. Só textos reflexivos. Ah, mais um registro: o Cinema Novo não contará com a centralidade que desfrutou em outras publicações dedicadas ao cinema brasileiro (pelo menos esta ideia se insinuou no debate na CineOP).

**********URUGUAIAS DO CINEDUCA NA CINEOP — Duas uruguaias,

chamadas ambas Cecília (uma Etcheverry e a outra Cirello), estão aqui na

CineOP XIII (Mostra de Cinema de Ouro Preto) representando o nosso vizinho platino.

Elas integram o CINEDUCA, organismo voltado para a Educação, que tem o cinema (o audiovisual) como uma de suas principais ferramentas. Neste sábado, elas participaram do debate CINEMA E EDUCAÇÃO: A ESCOLA NO CINEMA, ao lado de Inês Teixeira (Rede KINO), Maria Angélica Santos (Programa de Alfabetização Audiovisual) e Milene Gusmão (do Janela Indiscreta, programa de difusão do Cinema, criado há 25 anos na UEBA – Universidade Estadual da Bahia – Vitória da Conquista, terra de Glauber Rocha). ***** Mais informações sobre a CINEOP 2018 na Revista de Cinema/Uol.