BILHETERIAS BRASILEIRAS + TARSO DE CASTRO + SUPER LIBRIS (PROGRAMA DE TORERO NO SESCTV) + NO SUPER LIBRIS: WISNIK

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS + “O PROCESSO” VENDE 23 MIL INGRESSOS EM QUATRO DIAS + TARSO DE CASTRO DOC + WISNIK NO SUPER LIBRIS (PROGRAMA DE TORERO NO SESCTV)

+ FESTIVAIS DE CINEMA + SITE FRANCÊS (MEDIAPART) + ALFREDO MONTE, CRITICO LITERÁRIO (A TRIBUNA) + ANSELMO (DUARTE): NOVO NOME DO PREMIO PARA OS MELHORES DO CINEMA PAULISTA

+ SERIE DE MURILO SALLES
(“ALEGORIAS DO BRASIL”) ESTREIA NO
CANAL CURTA, NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 24 DE MARÇO

+ MARIA MAIA E DRUMMOND, NA
UBE (NESTA SEXTA, DIA 25 DE MAIO), 19h00.

+ QUEM COMPROU “LOVING PABLO”, FILME NO QUAL
JAVIER BARDEN INTERPRETA PABLO ESCOBAR??

+ LIVRO DE MARCELO JANOT (“REVISÃO CRITICA”, ED. AUTOGRAFIA) + FESTIVAL ECOFALANTE (CINEMA E
NATUREZA) MOSTRA 20 FILMES DE WERNER HERZOG

+ BILHETERIAS
BRASILEIRAS
“O PROCESSO”
vende 23 mil ingressos em 4 dias.

+ EDWY PLENEL,
EX-EDITOR DO LE MONDE:
JORNALISTA COMANDA MEDIAPART,
poderoso site parisiense que conta com 180 mil assinantes. Excelente material sobre ele no VALOR ECONOMICO (Caderno EU, de 18-05-18).

+ ESTREIAS
BRASILEIRAS DESTE MÊS:
. Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg (SP)

. Dedo na Ferida (errei???), de Silvio Tendler (RJ)
. Antes Que Eu Me Esqueça, com Zé de Abreu e Dantom Mello (RJ)
. “Em um Mundo Interior”, de Flávio Frederico e Mariana Pamplona (SP)
. Não se Aceitam Devoluções, de André Moraes (RJ)
. Alguém Como Eu, Leonel Vieira (Brasil-Portugal)
. A Vida do Extra-Ordinário Tarso de Castro, Garcia & Brito (RS)
. A Superfície da Sombra, Paulo Nascimento (RS)
. João de Deus, o Silêncio de uma Prece, Candé Salles (RJ)

. NESTA SEXTA-FEIRA, NA UBE
União Brasileira de Escritores (São Paulo)
A cineasta Maria Maia mostra
documentário sobre Carlos
Drummond de Andrade.

+ SERIE DE MURILO
SALLES NO CANAL CURTA

+A VIDA EXTRA-ORDINÁRIA DE TARSO
DE CASTRO: ESTREIA DESTA QUINTA-FEIRA
Lera que a Folha de S. Paulo promoveria pré-estreia e debate deste documentário gaúcho, dirigido por Leo Garcia & Zeca Brito, na noite de hoje. Depois recebi release alertando que a Folha não mais promoveria tal pre-estreia-e-debate. Fiquei intrigada. Ao assistir, em seguida, ao filme, deduzi que os possíveis promotores do debate desistiram ao ver (ouvir) Chico Caruso cantando cançoneta que satiriza(va) a demissão de Tarso de Castro e equipe do diário paulistano. Eles,
seriam — diz a cançoneta — substituídos pelos jovens comandados por Otavinho Frias, substituto do pai no comando da Folha de S. Paulo (para este veículo, Tarso, que vinha do Pasquim, criara o Folhetim). Os substitutos trocariam o humor e a irreverência dos “ex-àquim” — segundo a cançoneta — por textos imenos… Será que foi por isto mesmo que se deu a desistência????????? Fora este aspecto, um breve comentário sobre o filme: a dupla gaúcha, para fugir do documentário que acumula entrevistas, criou um dispositivo digamos “diferente”: a conversa por telefone. Alguém diz que Tarso amava telefonar (dava uma média de 20 telefonemas por dia (ou por hora???), um seguido do outro) e que adoraria este nosso tempo dominado pelo celular (que ele não conheceu/utilizou, pois morreu em 1991, aos 49 anos). Daí que Leo & Zeca danam-se a filmar depoimentos com os entrevistados ao telefone (fotografia do craque Bruno Polidoro). Até o inquieto Caetano Veloso, amicíssimo de Tarso, aceita o dispositivo. Chega uma hora em que cansa ver/ouvir tantos depoimentos disfarçados de conversa telefônica. Mas o filme é bom assim mesmo. Tem depoimentos divertidos, informativos, contraditórios e alguns ótimos. Para mim, o melhor de todos é o de Eric Nepomuceno. As falas finais dele, sobre o estágio atual da imprensa brasileira, são de antologia. Para mim não ficou claro de que programa foram retiradas as “entrevistas” (conversas doidono-etílicas) de Tarso com Vinícius, Chico Buarque, Caetano, Carlinhos Vergueiro, Tom Jobim (em um momento de iluminação, que serve como luva para nossos dias, o maestro soberano comenta: “como não podem falar mal do governo, da polícia — estávamos, lembremos, em tempo de ditadura — (a imprensa) fala mal dos artistas….). Os depoimentos das mulheres que amaram e foram amadas por Tarso são ótimos (Bárbara Oppheimer, Gilka de Castro, mãe de João Vicente de Castro, único filho do jornalista, Tessy Callado, etc). Entre as melhores histórias do filme estão as contadas por Marceu Vieira (a de Roberto Marinho é impagável). Jaguar exala picardia e risos. Ri mais que fala. Diverte-se com a própria voz. Tenta convecer Ziraldo a falar sobre o amigo (depois desafeto) Tarso. Não consegue. Todos falam dos hectolitros de alcool que o jornalista de Passo Fundo consumia. E de outros aditivos. Paulo Cesar Pereio admite que a bebida e a cocaína acabaram com sua (dele) memória (na mesa com Zé Trajano & Palmério Dória deixa que estes dois relembrem histórias tarsianas). Luiz Carlos Maciel (que se foi em dezembro passado) lembra que Tarso de Castro não era fácil. Era terrível, um caráter dos mais duvidosos. Mas que criou o Pasquim e nele desempenhou papel fundamental, embora as brigas que viriam tentassem, dali em diante, ofuscar o papel dele.Era também mitomaníaco: dissera à namorada Candice Bergen que fora “guerrilheiro” (com ou como Che Guevara/ pode ser que o inglês precário tenha confundido a atriz). Dois filmes, em especial, emprestam suas imagens ao documentário sobre o extra-ordinário jornalista gaúcho: “Todas as Mulheres do Mundo” (Domingos Oliveira, 1966) e “A Idade da Terra” (Glauber Rocha, 1981). Para o filme, os personagens de Paulo José e o de Tarcísio Meira evocam a essência de Tarso. Depoimentos lembram que Glauber escrevera um roteiro no qual Tarso seria um dos principais “atores”. Ambos morreram jovens. Vejam o filme de Leo e Zeca.

+ SUPER LIBRIS (PROGRAMA
DE TORERO NO SESCTV)

+ ANNA KARENINA
O cineasta russo
KAREN SHAKNAZAROV, diretor dos
Estúdios MOSFILM, estará em São
Paulo e outras capitais brasileiras,
para lançar seu mais novo filme: ANNA KARENINA:
A HISTORIA DE VRONSKY. No começo de junho.

+ ALFREDO MONTE, CRITICO
LITERARIO (SANTOS-SÃO VICENTE)
Uma história comovente (Folha, 21-05-18)

* BILHETERIAS BRASILEIRAS

ESTREIAS:

. O PROCESSO ………………………………………….22.936
. Querida Mamãe…………………………………………….916

CONTINUAÇÕES:

. Os Farofeiros……………………………………………………….2.612.193
. Aos Teus Olhos………………………………………………………..25.985
. Teu Mudo Não Cabe nos Meus Olhos……………………..13.631
. Severina…………………………………………………………………….12.253
. Cidade do Futuro………………………………………………………..9.663
. Praça Paris……………………………………………………………………9.559
. Arábia…………………………………………………………………………..8.593
. Ex-Pajé………………………………………………………………………….5.841
. Quase Memória…………………………………………………………….3.753
. O Renascimento do Parto II…………………………………………..3.165
. Construindo Pontes………………………………………………………..2.253
. Todos os Paulos do Mundo…………………………………………….2.235
. Rogério Duarte o Tropikaoslista……………………………………….934

***** Belarrancada de
O PROCESSO, de Maria Agusta Ramos.
Em apenas 59 salas (e em algumas delas, em poucos
horários), o filme vendeu quase 23 mil ingressos.

**ADHEMAR OLIVEIRA
QUER COLOCAR
GASOLINA NO FOGO???
Hoje, no Boletim FILME B, frase provocadora do exibidor Adhemar Oliveira: “Tirando a questão da experiência da sala escura, de forma geral o filme de arte não precisa necessariamente ser visto em tela grande, porque ele é baseado em diálogos, não em grandes cenas de ação”. (????????????)

***FEST GRAMADO 2018:
Encontram-se abertas inscrições para a Mostra Prêmio Assembleia Lgislativa de Melhores Filmes Gaúchos. Mais informações no site do Festival, que acontece em agosto, na cidade serrana do Rio Grande do Sul.

********LIVRO DE MARCILIO MORAES:
O draaturgo Marcílio Moraes acaba de lançar o livro
“Entre as Estrelas: Aquiles: A Saga de um Autor
de Telenovelas” (Editora 7 Letras)

****FESTIVAIS DE CINEMA:
. OLHAR DE CINEMA (CURITIBA-PR)
. CineOP (Ouro Preto – MG)
. Ecofalante Ano VII

****NO SUPER LIBRIS:

* José Miguel Wisnik discute os
pontos de encontro da
poesia com a letra de música

Teaser: https://youtu.be/8bZ_l8MDKHU
Fotos: https://www.flickr.com/photos/134385002@N03/albums/72157696515460624


José Miguel Wisnik discute os pontos

de encontro da poesia com a letra de música

Em episódio inédito da 2ª temporada da série Super Libris, do

SescTV, músico e ensaísta responde à pergunta: letra de música é poesia? Dia 28/5, às 21h


José Miguel Wisnik. Foto: Piu Dip.

A poesia oral é anterior à invenção da escrita. Ela começou sendo declamada, em voz alta, para depois ser fixada no papel. Nas letras de música, o compositor escreve versos e, depois, entoa-os na melodia. Sendo assim, dá para considerar a letras de canção uma poesia? Para explicar esta questão, o músico, escritor e professor José Miguel Wisnik usa seu didatismo no episódio Letra de Música É Poesia?, que integra a segunda temporada da série Super Libris, dirigida pelo escritor, cineasta e jornalista José Roberto Torero. O episódio vai ao ar no dia 28/5, segunda-feira, às 21h, no SescTV. (Assista também em sesctv.org.br/aovivo).

Wisnik afirma que poesia é a arte da palavra. E que a letra de música se assemelha à poesia porque ela é, também, arte da palavra, com a diferença de surfar na melodia e no ritmo da canção. “Essa pergunta, feita no Brasil, nos faz dizer que a letra de canção, não sendo necessariamente poesia, alcançou muitas vezes o nível de arte da palavra, que faz com que a gente diga que ela é alta poesia”, introduz o autor.

A diferença maior entre as duas expressões, diz Wisnik, está na entoação da letra de música, elemento para o qual chama atenção o escritor Luis Tatit, cujas teorias são frequentemente citadas no episódio. “Quando a gente fala, a gente melodiza. O cancionista, mesmo sem conhecer nada da linguagem musical, ele tem uma intuição do que é a curva melódica de um samba, como entoação”, diz Wisnik, que cita, para exemplificar, a canção “Nem é Bom Falar”, de Ismael Silva.

Ainda acerca das ideias de Luiz Tatit, Winsik explica: “O Tatit considera que a fala é irregular e não periódica. Enquanto a música tem uma regularidade de pulso, de ritmo, em notas”. Wisnik chama atenção para dois efeitos dos cruzamentos entre poesia e letra de música. Tem canções, como “Conversa de Botequim”, de Noel Rosa, em que a irregularidade das palavras invade a música. “Você ouve a primeira vez e não sabe para onde ela vai. A eficácia dela é que ela tem uma lábia entoativa, que faz parecer alguém falando e, bom, é uma conversa de botequim…”, diz Wisnik. Por outro lado, prossegue ele, existem músicas, como “Baião”, de Luiz Gonzaga, em que a regularidade da música é injetada na fala. “São melodias bem definidas, com um desenho geométrico. Essas músicas são tematizantes, elas criam um objeto. Nesse caso, o Baião”, explica.

Além da entrevista principal, José Miguel Wisnik participa de outros quadros no episódio Letra de Música É Poesia?. Em Pé de Página, ele mostra o local onde escreve, confessa que escreve no computador e diz que, desde cedo, vivia o dilema de querer ser escritor e tocar piano, o qual ele solucionou ao encontrar-se com a canção brasileira. No quadro Primeira Impressão, Wisnik recomenda dois livros sobre canção. “O Cancionista: Composição de Canções no Brasil”, de Luis Tatit, e “Três Canções de Tom Jobim”, escrito, em conjunto, por Lorenzo Mammi, Arthur Nestrovski e de novo por Luis Tatit.

Ainda no episódio, o quadro Orelhas apresenta a cantora e compositora chilena Violeta Parra. Na seção Prefácio, sobre literatura infantil, Dolores Prades indica o livro “Pedro Pedreiro”, com letra de Chico Buarque e ilustrações de Fernando Vilela. No quadro Quarta Capa, a booktuber Juh Oliveto comenta o livro “Histórias de Canções: Vinicius de Moraes”, escrito por Wagner Homem e Bruno de La Rosa. E, em Epígrafe, quadro novo da segunda temporada do Super Libris, o cantor e compositor Péricles Cavalcanti interpreta músicas do livro/CD “O Canto das Musas. Poemas para Conhecer, Ler, Recitar e Cantar”.

Sobre a série Super Libris: Com o objetivo de mergulhar no mundo da literatura, a série, formada por 26 episódios de 26 minutos cada, entrevista escritores e apresenta curiosidades presentes no processo de criação de livros. Em sua primeira temporada, foram entrevistados, com exclusividade, autores como Ruy Castro, Luis Fernando Verissimo, Ruth Rocha, Ferréz, Antonio Prata, Thalita Rebouças e Xico Sá. Os novos episódios trazem Bernardo Ajzenberg, Marcelo Rubens Paiva, Chico Buarque, Pepetela, Ana Maria Machado, Paulo Lins, Cintia Moscovich, João Paulo Cuenca, Ângela Lago, que morreu em outubro de 2017, entre outros.

Sobre o SescTV:

SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua grade de programação é permeada por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com artistas da música e da dança. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras artes também estão presentes na programação.

SERVIÇO:

Super Libris
Letra de Música é Poesia?
Estreia: 28/5, segunda, às 21h
Reapresentações: 29/5, terça, às 9h e às 17h; 30/5, quarta, às 13h30; 1/6, sexta, às 9h30 e 17h30; 3/6, domingo, às 6h; e 4/6, segunda, às 16h.
Classificação indicativa: Livre
Direção Geral: José Roberto Torero
Produção: Padaria de Textos
Duração: 29’

Para sintonizar o SescTV:

Canal 128, da Oi TV
Ou consulte sua operadora
Assista também online em sesctv.org.br/aovivo
Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
E no facebook: https: facebook.com/sesctv

+ ALFREDO MONTE, crítico literário

+ TARSO DE CASTRO: ÓTIMO
DEPOIMENTO DE ERIC NEPOMUCENO

+ BILHETERIAS DE O PROCESSO

+ O SITE MEDIAPART, QUE
ESTÁ SACUNDINDO A FRANÇA

+ COMOVENTE MATERIA NA ILUSTRADA SOBRE O CRITICO LITERARIO ALFREDO MONTE, DE A TRIBUNA, DE SANTOS

+ CAIXA DA VERSATIL SOBRE 68: GODARD,
CRIS MARKER, LOUIS MALLE E PATRICK ROTMAN

+ VIVA LA REVOLUCION, DE ERIC HOBSBAWN

+ GREGORIO DUVIVIER + DRUMMOND POR MARIA MAIA

***** AMIGOS, ESTOU COMOVIDA.
Como todos sabem, zanin e eu nos dividimos, há sete anos, entre dois lares: um em santos e outro em sampa. Nestes sete anos, tornei-me leitora da coluna de ALFREDO MONTE, toda terça-feira, no jornal A TRIBUNA, da Baixada Santista.*Um excelente crítico literário, dono de belo e sintētico texto, curioso e muito culto. Quando a coluna dele não saía, eu ficava inquieta. Um dia perguntei a algum santista se ele, ALFREDO, estava de férias… Esta pessoa me contou que ele estava doente. Mas não entrou em detalhes. Perguntei, durante uma TARRAFA LITERARIA, feira anual promovida por José Luiz Tahan, da livraria REALEJO, se ele tinha notīcias da saude de ALFREDO MONTES, se ele estava melhor. Zē Luiz foi econômico em seu comentário. Não insisti. E continuava lendo as colunas de MONTE. Hoje, acordei cedinho em Santos, para vir a SP, assistir à cabine do remake de NAO SE ACEITAM DEVOLUÇÕES, o blockbuster mexicano de EUGENIO DERBET, recriado pelo brasiliense ANDRĒ MORAES, que conheço desde menininho. Fiquei para a coletiva da equipe do filme, no Shopping JK. De forma que só às 15hOO pude abrir os jornais para me informar. Qual não foi minha surpresa ao abrir a Ilustrada e deparar-me com matéria sobre ALFREDO MONTE. Com foto, que reproduzi acima. Terminei a leitura muito comovida. O grande e rigoroso crítico literário, de apenas 53 anos, sofre de ELA, esclerose lateral amiotrófica, mal que acometeu o cientista Hawkins. Mas segue ouvindo a leitura de livros graças a dois auxiliares e escrevendo com piscar de olhos traduzidos por uma enfermeira. Para Alfredo, meus mais sinceros votos de que continue fazendo seu belo trabalho. De sua leitora, rô caetano.

***MEDIAPART

E EDWY PLENEL,

EX- EDITOR DO LE MONDE ….NO JORNAL
VALOR ECONÔMICO, CADERNO EU,
UMA MATÉRIA ESPECIALISSIMA DE
HELENA CELESTINO, que a todos recomendo.
Uma cunhada francesa já nos recomendara o site MEDIAPART, editado a
partir de Paris, pelo ex-editor do jornal LE MONDE, Edwy Plenel. Na última
sexta, no caderno EU, encontrei as razões do entusiasmo de Suzette e Hamilton Lopes
dos Santos com a publicação digital francesa. Afinal, PLENEL deixou o Le Monde,
fez um empréstimo bancário ecriou um site investigativo. Reuniu 80
repórteres, com bons salários. Já pagou a dívida e hoje tem 180mil assinantes. O slogan
da publicação: SÓ OS LEITORES PODEM NOS COMPRAR. Sua fama: como ROBIN HOOD,

REVELAM OS SEGREDOS DOS RICOS PARA DÁ-LOS AO POVO. Para PLENEL, “a opinião é uma

espécie de cavalo de Tróia do abafamento da INFORMAÇÃO, é uma maneira de reproduzir preconceitos

e ideologias”. Ele esteve no Rio de Janeiro, para palestra, semana passada.

POR QUE NAO TEMOS UM veículo parecido com este no BRASIL?????????

Material publicado no VALOR ECONOMICO em 18-05-201