ALMANAKITO (03-04-18)

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ ANTONIO BANDERAS, COM RITA MORENO NOS PRÊMIOS PLATINO 2015

+ PRÊMIOS PLATINO + ARCO
DE OURO + JESSÉ SOUZA +
LIVRO DE MARCELO JANOT

Rô Caetano
Maria do Rosário Caetano
Blog: www.almanakito.wordpress.com

+ ALMANAKITO
TERÇA-FEIRA (03-04-18)

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS + RELEMBRANDO O DISCURSO DE ANTONIO BANDERAS (PLATINO DE HONOR 2015) + FESTIVAL CINESESC MELHORES DO ANO (2018 – ANO 44) + DEBATES COM ESCOREL + REVISTA DE CINEMA/Uol + O MECANISMO + JESSÉ SOUZA
+ O NOVO LIVRO DE MARCELO JANOT (REVISÃO CRITICA) + A FARSA DA BILHETERIA DE “NADA A PERDER 1” + BINOCHE E ROSY DE PALMA + ZAMA (ARGENTINA-BRASIL)

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ O MECANISMO- JESSÉ SOUZA

+ PACOTE DE DVDs: BUÑUEL

Lançamento Versátil, seis filmes,
com extras e documentário

+ FEST CINESESC MELHORES
DO ANO (ABERTURA NESTA QUARTA-FEIRA,
COM ENTREGA DE PRÊMIOS E EXIBIÇÃO
DE “AOS TEUS OLHOS”, DE CAROL JABOR

+ SEMANA QUE VEM COMEÇA
EDIÇÃO 23 DO FEST É TUDO VERDADE

*****PREMIOS PLATINO (DIA 29
DESTE MÊS, NA RIVIERA MAYA)

Ver, no final desta remessa,
o discurso do ator, cineasta e
produtor malaguenho, proferido
em Marbela, na Andaluzia espanhola.

+ RELEMBRANDO
O BELO DISCURSO
DE ANTONIO BANDERAS
(PLATINO DE HONOR 2015)

+ ZAMA, UMA PARCERIA
CELESTE-VERDE-AMARELA:
Ontem fui rever, com Zanin, o quarto longa-metragem de Lucrécia Martel, “Zama”. Havia um bom público na sala três do Espaço Itaú Augusta. Como já havia visto o filme na Mostra SP 2017, aproveitei, desta vez, para prestar atenção em detalhes. E fixar-me na contribuição
de vários países ao filme (na produção, há dez nações envolvidas). Mas, ontem, entendi porque a produtora brasileira Vânia Catani tem o filme como também (e muito) brasileiro. Se o protagonista, Daniel Giménez Cacho, de “Profundo Carmesi” (Vermelho Sangue) é mexicano, se Lola Dueñas é espanhola, etc, etc, há que se destacar o relevo do Brasil no filme, que vai além dos logotipos da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual. Matheus Nachtergale faz um dos quatro maiores papeis do filme (Vicuña Lobo/Gaspar Toledo), Mariana Nunes e Nanego Lira têm presença a se notar, Renata Pinheiro assina a direção de arte (e concorre, por seu trabalho, ao Prêmio Platino), Karen Harley é co-montadora e, na trilha sonora, só dá Brasil: os irmãos cearenses — criadores da dupla “Índios Tabajara”, geniais violonistas — solam uns seis ou sete números, tornando ainda mais notável a banda sonora do filme de Lucrécia, cineasta que trabalha com esmero as sensações visuais e auditivas de suas criações. Seu épico metafísico (pela primeira vez ela faz um filme de época, 1790, portanto, Século XVIII) é, sim, um belo exemplo de quão ricas
podem ser as parcerias entre países latino-americanos.

+ O NOVO LIVRO DE
MARCELO JANOT (revisão crítica)

+ MAIS UM FILME “NÃO
BASEADO” EM OBRA LITERARIA.
Dia destes, a gaúcha Alice Trusz nos demonstrou, com sólidas fontes, que “Casanova e a Revolução” (La Nuit de Varennes), de Ettore Scola, não baseia-se em um livro (como está registrado em diversas fontes internéticas). Mas, sim, que o livro foi escrito a partir do roteiro
do filme. Quem leu a Ilustríssima, domingo passado, viu que também “2001: Uma Odisseia no Espaço”, não baseia-se em livro de Arthur
Clark… Mas, sim, no roteiro do filme, que Kubrick escreveu com o ficcionista britânico. Por isto, 40% de todos os direitos autorais do livro pertencem aos herdeiros do cineasta.

+ ELY AZEREDO E ALINOR AZEVEDO:
Ely Azeredo (com R) dedicou um dos capítulos de seu livro “Olhar Crítico: 50 Anos de Cinema Brasileiro” (uma publicação do IMS) à Atlântida e, por extensão, ao roteirista Alinor Azevedo (com V). Fica, portanto, o registro e a recomendação de leitura do volume que reúne o melhor da produção do crítico carioca. ********Quando chegar às livrarias (não vejo a hora!!) o volume assinado por Luis Alberto Rocha Melo