CINECEARÁ 2017: Na última noite da

mostra competitiva de curtas-metragens

no Festival cearense foram exibidos três documentários: SIMBIOSE, de Júlia Amorim de Pernambuco (foto), A BALADA DO SR. WATSON, de Firmino Holanda, do Ceará, e FESTEJO MUITO PESSOAL, de Carlos Adriano, de São Paulo. Só SIMBIOSE, que registra testemunho de carismática parteira, a quase octogenária Maria dos Prazeres de Souza, foi debatido com o público. Isto porque Firmino Holanda, pesquisador, professor da Universidade Federal do Ceará e cineasta não gosta de aparições públicas. Nem subiu ao palco para apresentar o filme no festival de sua própria cidade. Ele foi substituído pela produtora Bárbara Cariry. O paulista Carlos Adriano não pôde vir ao CineCeará para apresentar seu ensaio documental sobre o centenário Paulo Emílio Salles Gomes e os filmes que ele amava.

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