MARÍA NOVARRO E ALEJANDRO
GOIC NO FESTIVAL AMERICA
LATINA SP + ERRATA (MAUPASSANT)

+ ERRATA: LIVRO DE MAUPASSANT
(ver crítica de Bruno Ghetti)

Entendi que Zenir Campos Reis, um dos organizadores do livro “Bola de Sebo e Outras Histórias”, de Maupassant (da Expressão e Cultura) fosse mulher e tasquei em nota do Almanakito, ontem, que o livro era fruto de esforços de um quarteto feminino. Não é: são três mulheres (Walnice, Enid e Claudia) e um homem. Eu “ÉRRO” em letra grande e corrijo em letra grande (nota correta abaixo)

+ CONVIDADOS DO FEST AL-SP

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ FEST GRAMADO 2017

+ NA REVISTA DE CINEMA (CINE CEARÁ-MOSTRA
CHILE + MOSTRA SESC: “LIMPAM COM FOGO”)

* CONVIDADOS DO FESTIVAL
LATINO-AMERICANO DE SP (ANO XII)
Só hoje tive tempo de conferir a programação completa
da 12a. edição do FEST AL SP, que acontece em 26 espaços paulistanos (incluindo Memorial da América Latina e CineSesc)
a partir da próxima quarta-feira, 26 de julho, até dois de agosto. Neste exato momento, destaco a lista de convidados hispano-americanos que virão ao Brasil, para participar da festa latino-americana, organizada por Jurandy Muller e nosso Francisco César Filho, o Xikinho. Chamo atenção para dois nomes, em especial e listo os demais: María Novaro, diretora mexicana, que vem mostrar seu último longa, o infanto-juvenil “O Tesouro”, e o ator chileno Alejandro Goic, de “El Club” (Larraín), que vem representar um dos filmes da mostra FOCO CHILE, o inédito “Jesus”, junto
com o diretor Fernando Guzzoni.
Além de María Novaro, ex-companheira e sempre amiga do produtor Jorge Sanchez (parceiro de Gabriel García Márquez, na Amaranta Filmes, ex-cônsul do México no Rio, ex-diretor do Festival de Guadalajara e atual presidente do ImCine-Instituto Mexicano de Cinema) e de Goic, estarão em Sampa
os seguintes convidados:
. Emiliano Torres (O Inverno, Argentina)
. Christián Jure (Alta Cumbia, Argentina)
. Eden Villavicencio (A Região Selvagem, México)
. Lucero Sanchez Novaro (O Tesouro, México)
. Diego de Paula (O Candidato, Uruguai)
. Mariana Murillo Quesada (O Som das Coisas, Costa Rica)
. Juan Sebastián Mesa (Os Ninguém, Colômbia)
. Pablo Paniagua (Viejo Cavalera, Bolívia)
. Rodrigo Moreno del Valle (Wik, Peru)
. Ariel Mateluna (Más Companhias, Chile)
. Blanca Lewin (Vida em Família, Chile)
. Rodrigo Lisboa (Rei, Chile)

*LIVRO “BOLA DE SEBO
E OUTRAS HISTORIAS”:
DE GUY DE MAUPASSANT :
Acabo de receber de Walnice Nogueira Galvão, escritora, professora da USP, ensaista e colaboradora próxima do saudoso Antonio Candido, o livro “BOLA DE SEBO E OUTRAS HISTORIAS”, de Guy de Maupassant (1850-1893). Trata-se de lançamento da Editora EXPRESSÃO POPULAR, que reúne quatro contos do ficcionista francês, que encantou até o exigentissíssimo Flaubert. O livro tem tradução de Enid Yatsuda Frederico. E contou com os cuidados de Walnice Nogueira Galvão, Zenir Campos Reis, Claudia de Arruda Campos e da própria Enid. Ou seja, um terceto FEMININO unido a um VARÃO para produzir uma delicada e dedicada edição dos contos BOLA DE SEBO, obra-prima da literatura universal, “Rosalie Prudent”, “Luar” e “A Confissão
de Théodule Sabot”. Walnice assina a orelha do livro
e destaca que “o leitor tem em mãos um mostruário dos
talentos de grande escritor” (…) E mais: “O conto do título,
‘Bola de Sebo’, é também o mais famoso dentre todos,
joia de um gênero que impõe suas próprias normas quanto à concentração do entrecho e criação de atmosfera”. Enid Yatsuda Frederico assina um dos artigos introdutórios da pequena coletânea: “O Mestre do Conto e a Obra Prima” e nos dá em substantiva nota de pé de página um sintético perfil de Henri René Albert Guy de Maupassant, filho da aristocracia decadente francesa. Em outro texto, Claudia de Arruda Campos reflete sobre “Ler-Compartilhar”. Todo este rico material está contido
em 132 páginas, formatadas em livro de bolso, daqueles que você, nestes dias gelados, carrega no bolso do casaco para ler, sem conseguir parar. *** Deixo
aqui — por fim — uma indicação
nobre, que me foi apresentada por
Luiz Fernando Zanin Oricchio:
o filme “Une Vie”, de Alexandre
Astruc (1923-2016), o grande ensaísta/teórico (da “caméra-stylo”)
e cineasta de algumas obras notáveis. Depois de assistirmos, no Festival Varilux, ao “Une Vie – A Vida de Uma Mulher”,
Zanin me recomendou que visse o
“Une Vie” astruquiano. Totalmente diferente do filme de BRIZÉ,
o sintético longa de ASTRUC, realizado em 1957, com Maria
Schell de protagonista, só pega metade da “vie” da sofrida jovem francesa, que teve a desgraça de casar-se com um nobre arruinado e imprestável e de ter um filho estroina, que mudou-se para Londres e só lembrava da mãe para pedir dinheiro, mais dinheiro, sempre dinheiro… (Estou aguardando uma crítica do filme de Brizé

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