+ SELEÇÃO DO FEST GRAMADO (NA REVISTA DE CINEMA). NA FOTO ABAIXO,
OS QUATRO HOMENAGEADOS DA EDIÇÃO NUMERO 45 DO FESTIVAL GAÚCHO…..

+ SAIU A SELEÇÃO BRASILEIRA E LATINO-AMERICANA
DO FESTIVAL DE GRAMADO
Ver na Revista de Cinema (endereço abaixo)

*FEST GRAMADO 2017

http://revistadecinema.uol.com.br/2017/07/festival-de-gramado-anuncia-sua-selecao-de-filmes/

+ BILHETERIAS
BRASILEIRAS

Fonte: Boletim Filme B
Data: 11-07-2017
Editor: Paulo Sérgio Almeida
Assinaturas: filmeb

ESTREIAS:
Soundtrack………………………………………..5.570
Os Pobres Diabos……………………………….1.341
As Aventuras do Pequeno Colombo…….968

CONTINUAÇÕES:
Meus 15 Anos……………………………………..613.021
Um Tio Quase Perfeito………………………..507.780
Real, Um Plano p/t da história……………..46.506
DIVINAS DIVAS…………………………………..21.037
Jardim das Aflições……………………………….13.313
MULHER DO PAI…………………………………..5.661
Animal Político………………………………………..3.300
Filhos de Bach………………………………………….3.214
Crônica da Demolição………………………………2.868
Nunca me Sonharam………………………………..2.613
Sepultura Endurance………………………………..2.492
A Terra Vermelha (Arg-Brasil)…………………….899
Quem É Primavera Neves…………………………….848
Danado de Bom…………………………………………….572
Introdução à Música do Sangue…………………….258
Mar Inquieto………………………………………………….176

***MARTIRIO E OS FESTIVAIS
Sobre reflexão da cineasta Marcela Borela
Na CineOP, em Ouro Preto, em debate que discutiu “Emergências Ameríndias”, Marcela Borela (“Taego Ãwa”, co-dirigido por ela e o irmão) comentou a carreira única de
MATIRIO pelos festivais. Lembrou que o filme quebrou todos os paradigmas. Não foi rejeitado por mostras competitivas, mesmo depois de já lançado no circuito comercial e exibido, de forma alternativa, em aldeias, cineclubes, ONGs, Bienal Indígena, etc, etc, etc. ***Em parte, Marcela tem razão: a trajetória do filme, que vem colecionando prêmios (melhor longa latino no Festival de Mar del Plata, melhor filme na Janela de Cinema-Recife, Prêmio SPCine de melhor documentário na Mostra SP, melhor filme no FICA-Goiás, etc) é realmente SINGULAR. Mas há que se lembrar que festivais que apostam no ineditismo, continuam não aceitando filmes já lançados em circuito comercial. Festivais internacionais (caso de Mar del Plata e dezenas de outros), não se preocupam se o filme selecionado estreou em seu mercado interno (ou seja, em seu país de origem). Já o Janela de Cinema e a Mostra SP receberam o filme antes que ele estreasse no circuito comercial (pela Vitrine).
O único festival que selecionou e consagrou MARTIRIO depois do lançamento comercial foi o FICA (Festival Internacional de Cinema-Goiás “Velho” — eu sei que eles detestam este adjetivo intromissor!!!!). Mas — registremos — o
FICA é um festival específico, voltando a Cinema e Meio-Ambiente. Como é internacional, ele se preocupa — deduzo — ao selecionar os filmes brasileiros em apresentá-los a militantes da CAUSA VERDE, mundo afora. Ou estou enganada????

+ MOSTRA MOSFILM 2017
Em dezembro, na Cinemateca Brasileira,
IV Edição da Mostra de Cinema Russo e
Soviético, organizada pelo CPC-UMES.

****CINECEARÁ 2017
De 5 a 11 de agosto
Com mostras competitivas e grande
mostra panorâmica de cinema chileno

*******Um breve comentário:

os melhores festivais são aqueles que exibem filmes inéditos (festival existe para ser primeira vitrine: é assim no mundo inteiro) e que dialogam com o passado em mostras compostas com tesouros de cinematecas, produzem bons catálogos… E que promovem oficinas, debates, seminários, etc. Já está na hora de alguma instituição criar uma classificação para os principais dos quase 200 festivais e mostras brasileiros, não?? Com critérios transparentes (filmes inéditos, núcleos reflexivos, núcleos de resgate da memória histórica do cinema, oficinas, diálogos com outras
cinematografias, catálogos caprichados, etc) pode-se
chegar a uma boa classificação de uns 20
dos quase 200. Ou não???

***AINDA FEST
GRAMADO 2017:
Um breve comentário:
*******Paulo Betti, diretor de um
dos longas-metragens selecionados
para o Fest Gramado Ano 45,
resolveu dividir a assinatura
de seu segundo filme — “A Fera na Selva”,

baseado em Henry James — com

sua ex-mulher e grande amiga, Eliane Giardini —
que protagoniza a narrativa com ele — e também com o diretor de fotografia Lauro Escorel. A trinca estará na Serra Gaúcha com “A Fera na Selva”. Eliane, que prepara filme solo como diretora, chega, então, ao festival como mais uma realizadorA. E há
outras em Gramado: Caroline Leone, Laís Bodanzky, Virna
Molina e Maite Alberdi. E muitas nos curtas-metragens.

+ A PERDA DE ECLEA BOSI
Professora da USP e estudiosa
da Cultura Oral (no meio operário)

+ PREMIO FENIX
AOS MELHORES
DO CINEMA
LATINO-AMERICANO
Cidade do México
Em 6 de dezembro de 2017

+ DOIS FILMES FRANCESES,
DOIS ATORES (LOUIS
GARREL & PIERRE NINEY)
****Há tempos não me divertia tanto com duas
primeiras metades de dois filmes: “Rock and Roll – Por Trás da Fama”, de Guillaume Canet, e “M. e Mme Adelman”, de Nicolas Bedo….Salvo falha de minha memória, pois vi tantos filmes franceses nos últimos 30 dias, que posso estar me confundido, o
Senhor Marion Cotillard cita Pierre Niney (protagonista de “Frantz”: que belo filme!!!) em “Por Trás da Fama” como ator da hora (ou será outro nome e me confundi???). Bem, na hora eu não me lembrei quem era Niney, pois ainda não tinha visto FRANTZ, o novo Ozon (ou ele já fez mais um ou 2, depois??? Já tem: “L’Amant Double”). Ontem, fui ver três filmes no Cine Miramar (as salas de Adhemar Oliveira, aqui em Santos): 1. “Perdidos em Paris”, deliciosa comédia do “horríveis e hilários” Fiona & Abel, 2. “Frantz” e 3. o brasileiro “Soundtrack”, de 300ml (isto é nome para se assinar um filme?) com Selton Mello, Seu Jorge e Ralph Ineson (que só conhecia do filme “A Bruxa”, produzido por Rodrigo Teixeira e parceiros). O filme 300ml me surpreendeu. Bem melhor do que minha expectativa. Pensei tratar-se de “popismo” vazio, mas não! Os dois brasileiros que se “escondem” atrás desta maluquice (300ml) tentaram somar aventura e horror num filme que é uma estimulante promessa. Infelimente, a sala estava vazia. Já em FRANTZ havia um bom público. Idem para “Perdidos em Paris” (neste o público riu muitoooo). Quando vi (em “Frantz”)
o ator que interpreta o francês Adrien, aquele que vai colocar flores no túmulo do alemão Frantz, pensei que era Louis Garrel, enfeiado até mais não poder. Mas me coloquei a pensar:
Não pode ser. Até com ar cadavérico, um nosferatu a la Floradas na Serra (como ele aparece em “Um Instante de Amor”, de Nicole Garciá, Louis Garrel é lindo!!). Quem seria aquele “Garrel feioso”? Tive que esperar os créditos finais —- (quem foi/foram o/s estúpido/s que resolveu/resolveram transportar os créditos para o final dos filmes???) —- para descobrir que era Pierre Niney. Feio, mas talentoso. E que filme, heim?? Quando vi o primeiro longa de Ozon (“Sitcon”), detestei. Torcia para aquele tormento chegar ao fim… E não me entuasmei com “Nossa Linda Família”. Já “Sob a Areia” e todos os filmes dele (que é muito prolífico) que se seguiram me interessaram muito ou em alguma medida. Mas esta recriação de “Não Matarás” (Lubistch/1932) é um filme belíssimo, um tratado sobre a complexidade do perdão…. Imperdível. E aos de memória acesa: o ator citado jocosamente por Guillaume Canet é mesmo Pierre Niney?????

+ PREMIOS PLATINO
O Platino de Honor, este ano, será entregue a
Edward James Olmos, 70 anos, ator norte-americano de origem mexicana. Em 2014, o Platino de Honor coube à brasileira Sonia Braga (entregue em Ciudad Panamá), em 2015, a Antonio Banderas (entregue em Marbella, na Espanha, quando o ator proferiu discurso dos mais mobilizadores!!!) e em 2016, a Ricardo Darín, entregue em Punta del Este (Uruguai). Este ano, dia 22 próximo,
os Prêmios Platino serão entregues em Madri, com transmissão ao vivo por dezenas de canais de TV (entre eles, o Canal Brasil).

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