+ BILHETERIAS BRASILEIRAS (AMANHÃ) + MOSTRA DE CINE MEXICANO CONTEMPORÂNEO EM SAO PAULO E HOMENAGEM A ARTURO RIPSTEIN
+ INDIOS (FOTO E ARTIGO)

+ O ATOR E CINEASTA SALVADOR DEL SOLAR, DE PANTALEAO E AS VISITADORAS,
FILME VENCEDOR DO FEST GRAMADO 2000, E DIRETOR DO LONGA “A PASSAGEIRA” (MAGALLANES) TORNOU-SE MINISTRO DA CULTURA DO PERU: O FILME DELE, PROTAGONIZADO POR MAGALI SOLIER, DE A TETA ASSUSTADA, E PELO MEXICANO, UM CRAQUE, DAMIÁN ALCAZAR, ESTÁ EM CARTAZ EM SANTOS, NO CINE POSTO 4

+ SEMANA ABC, NESTE FINAL DE SEMANA, ATIVIDADES E PREMIAÇÃO NA CINEMATECA BRASILEIRA (PARA FOTÓGRAFOS E DIREÇÃO DE ARTE – CINEMA E TV) + ANGELA ALONSO
+ CENTRAL, O FILME + OLHAR DE CINEMA 2017 + NEI LOPES + EDEN + ANTONIONI

+ INDIOS (FOTO E ARTIGO) + CENTRAL,

O FILME + CARTA CAPITAL + CINE MEXICANO + ARTIGO DE ANGELA ALONSO + DICIONARIO DE NEI LOPES + ESTREIA NO CINE LAZAR SEGALL DO NOVO FILME DE ALLAN RIBEIRO.

+ ESTREIA DE “EDEN” EM SP E BH + MOSTRA ANTONIONI + OLHAR DE CINEMA 2017 + ESCOREL NA PIAUÍ (TERRA EM TRANSE 50) + EM BREVE: CIRANDA DE FILMES (ESPAÇO AUGUSTA-SP)

** NA CARTA CAPITAL 951:
foto de autoria de LULA MARQUES,
de um índio se protegendo de bombas
de gás lacrimogêneo, está no mesmo
nível das magníficas fotos de Dida Sampaio/Estadão, para mim,
o maior repórter fotográfico do Brasil de nossos dias.
A foto de Lula Marques acompanha
matéria de Pedro Alexandre Sanches sobre
A GUERRA DOS INDIGENAS + PATRIMONIO CULTURAL. ******

***** E lhes pergunto se vocês leram,
na Folha (05-05-17), o artigo A USURPAÇÃO DA VIDA INDIGENA, de Artionka Capiberibe, Oiara Bonilla e Pedro Peruzzo??????. Um dos artigos mais luminosos que li nos últimos tempos, sobre a questão indígena. Para ser lido e multiplicado
neste momento trevoso-temerário.

*****MOSTRA DE
CINEMA MEXICANO,
NO CINE BELAS ARTES – São

Paulo. Na segunda
quinzena deste mês de maio. Filmes,
debates e mini-curso.

*CENTRAL, O FILME
Longa-metragem de Tatiana Segger
Só neste final de semana assisti ao documentário gaúcho CENTRAL, sobre um grande presídio de Porto Alegre. Havia lido boas críticas ao trabalho da documentarista e me surpreendi com
o bom desempenho dele nos cinemas: até 30 de abril, havia vendido 12.975 ingressos. Mais que muito filme de ficção brasileiro, que não tem conseguido chegar aos 5 mil. A vida corrida e uma avalanche de filmes que nos chega a cada dia, me impediram de vê-lo. E, quem sabe, o temor de perder o sono
(meu sono está cada dia pior!!!) com a tragédia de nosso sistema carcerário… Pois na noite de sábado, entre um filme mexicano e um espanhol, encaixei CENTRAL. Fiquei muito impressionada com o filme, com a edição (uns 75 minutos) que não deixa sobrar nada, a qualidade da imagem (até com os registros feitos pelos presos, como antes fizera o magnífico “Prisioneiros da Grade de Ferro”, de Paulo Sacramento, não comprometem em termos técnicos) e, principalmente, com a qualidade dos depoimentos. Todos que falam no filme têm pensamento complexo. Não há trogloditas pregando na linha do “bandido bom é bandido morto”. Todos falam com serenidade e sólida argumentação para desenhar quadro desesperador (mas real). Esta produção da Panda Filmes,
de Beto Sousa, chega para confirmar o bom momento vivido pelo documentário no Rio Grande do Sul, que acaba de vencer o Fest é Tudo Verdade com “Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer (apesar do nome, é um uruguaianense — assim se chama quem nasceu em Uruguaiana??)

**EM 25 DE OUTUBRO:
80 ANOS DE ROBERTO MENESCAL:
Tomara que a família Lyra se una a outros artistas para homenagear Menescal. E leiam a ótima entrevista de Tárik de Souza, com ele, no livro “MPBambas” (Editora Kuarup)

**** HOJE, NO CANAL BRASIL, TEM
“ESPELHO”, DE LAZARO RAMOS
DIA 27, TEM CHICO “ESTADO
DE POESIA” CESAR:
Finalmente ouvi o CD “MESTIÇA”, de Jurema Paes (ela tem parentesco com Fábio Paes, o compositor baiano???), que ganhei de presente de meu amigo Cezar Veronese (o mesmo que me presenteou com “ParadiesVogel” e “Fados”, ambos de Edson Cordeiro). O disco de Jurema é uma pequena joia. Fincado em sons afros, na natureza e… no mundo (há faixas em francês, espanhol e inglês), ela nos encanta com sua voz (e que repertório!) maravilhosa. Participações de Chico César, Zeca baleiro, Lenna Bahule, Letieres Leite e Tiganá Santana. Por falar em Chico César, este paraibano é muito danado!!!!. Ontem, lendo a página que Mônica Bergamo dedicou à matogrossense Vanessa da Mata, esta cantora lembrou o impulso que ele deu à carreira dela, quando ela chegou a SP… Vanessa está lançando um espaço para shows….

** BELO ARTIGO DE
ÂNGELA ALONSO, DO CEBRAP,
na Ilustríssima, domingo (07-05-17).
De leitura obrigatória.
Destaco só um parágrafo:
“Temer, em seu estilo anos 1940, atribuiu à reforma trabalhista o PODER MAGICO de diminuir ações judiciais, baixar a inflação e aumentar o emprego. Nessa linha, o problema do país seriam os DIREITOS excessivos do trabalhador, não os SUBSIDIOS ao empresariado em todos os NICHOS e NIVEIS do governo (…)”

* REVISTA PIAUI 128
DE MAIO, COM
ARTIGO DE ESCOREL
sobre 50 anos da estreia de
TERRA EM TRANSE
já está nas bancas.

*HOJE, NA ILUSTRADA (08-05-17):
bom artigo sobre Almir Guineto.

+ “OLHAR DE CINEMA”
(FESTIVAL INTERNA
CIONAL DE CURITIBA:
De 7 A 15 DE JUNHO)

+ FAM (FESTIVAL DE
CINEMA DO MERCOSUL,
FLORIPA: DE 20 A 25 DE JUNHO)

+ DICIONÁRIO DE
HISTORIA DA
AFRICA (Séculos VII a XVI)
DE NEI LOPES e
JOSÉ RIVAIR MACEDO
DIA 15 DE MAIO,
das 19h00 às 22h00
Na LIVRARIA BLOOKS — No
Espaço Itaú de Cinema, em
Botafogo, Rio de Janeiro

+ EDUARDO ESCOREL E
ERA O HOTEL CAMBRIDGE”,
DA MESMA DIRETORA DO
ÓTIMO NARRADORES DE JAVÉ:
Repito aqui o poderoso e sintético comentário do cineasta, montador, ensaísta e crítico de cinema Eduardo Escorel sobre o longa de Lili Caffé: “Um filme extraordinário – Fora do comum ou sem paralelo no cinema brasileiro atual, o filme de Eliane Caffé deve ser visto, debatido e reconhecido como um marco”. (Na Revista Piauí)

+ VERMELHO
RUSSO NOS CINEMAS
Delicioso mix de comédia, documentário e autoficção, protagonizado por duas atrizes maravilhosas (Martha Nowill, que descobri ser neta de Dorina Nowill, aquela mulher que dedicou sua vida aos cegos, e Maria Manoella, a “Odete Lara” de Ana Maria Magalhães). Não entendi o mau humor de alguns críticos com o filme… Vi duas vezes e me diverti muito.

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