FRIDA & DIEGO + CINE ARGENTINA (INCAA) + BRANCALEONE + VARDA + REVISTA DIGITAL (DOC ON LINE) + MARTIRIO: CRITICA DE ZANIN — EM ANEXO

+ FRIDA & DIEGO

+ LANÇAMENTO DA

SERIE “O SENHOR DAS
JORNADAS”, NO CINE

GLAUBER ROCHA, EM
SALVADOR – BAHIA:

DIA 25 DE ABRIL

************************ FRIDA E DIEGO:
Como você sabem, o México tomou conta da minha vida. Só penso no país que, lá no norte, encerra a América Latina. Paixão tardia. E estas são fortes! (risos). Desde que voltei que vejo ou revejo dezenas de filmes, leio livros (Viva!, do Patrick Deville,
“O Espelho Enterrado”, do Fuentes, “Ofelia Medina – um Auto Retrato”)… Entre os filmes, revi até Vera Cruz, do Aldrich, para curtir as pirâmides de Teotihuacán. Hoje, escrevendo um texto sobre SILVIA PINAL, a atriz de Buñuel em Viridiana, O Anjo Exterminador e Simão do Deserto, dei um grito: “Zanin, olhe aqui, Paulette Godard (Tempos Modernos) foi dirigida por Emilio “Índio” Fernandez. Arrume um jeito d’eu ver este filme, “Do
Ódio Nasceu o Amor” (“The Torch”, 1950). Zanin ri dos meus rompantes, mas dá um jeito de satisfazer meus desejos… E o que isto tem a ver com Frida & Diego???? Bem, li no livro VIVA!” (“um romance sem ficção”), que Paulette Godard (1910-1990) foi amante (prefiro namorada) de Diego Rivera. Ela, Maria Félix, Cristina Kahlo, etc, etc. Mas como, pensei, esta mulher tão linda e tão casadoira (teve vários maridos, entre eles, Charles Chaplin) foi namorar o volumoso Rivera???!!! Ela era quase 24 anos mais nova que ele!! Bem, ela foi trabalhar com Emilio “Índio” Fernandez e, decerto, aproveitou a ocasião para namorar o fauno azteca.
Frida morria de ciúmes do marido, mas também era namoradeira. Namorava homens (como Trotsky) e mulheres… Tempo bom aquele em que eles viveram (anos 1930, 40 e parte dos 50). Nada a ver com caretice que vem se esparramando pelo mundo… Mas esta nota existe para ir além de quem namorou quem. Na verdade, entre minhas leituras (tardias) uma foi a Revista CULT, número 210, Ano IX (março 2016), encapada por Frida (saiu há mais de um ano, comprei, mas só li agora). E, para meu espanto, vi dois grandes críticos — Francisco Alambert e Teixeira Coelho

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