NELSON PEREIRA DOS SANTOS EM SAMPA + 33 LONGAS
NA MOSTRA DE TIRADENTES 2017

+ NELSON PEREIRA

DOS SANTOS EM SAMPA

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ “MINHA MAE É UMA PEÇA 2”

PASSA DOS CINCO MILHÕES DE ESPECTADORES E MARCIO FRACAROLI, DA PARIS, JÁ SONHA DOM 10 MILHÕES DE INGRESSOS PARA O FILME.

+ CHIVO AZTECA + AGUALUSA
+ DOIS IRMÃOS (TV)

Ça

+ MOSTRA TIRADENTES 2017
+ MOSTRA INFANTIL FLORIPA

+ NELSON PEREIRA
DOS SANTOS EM SAMPA

Em fevereiro, mês que vem, portanto, o Cine Caixa Belas Artes paulistano vai receber completa retrospectiva (menos “Rio 40 Graus) da obra de Nelson Pereira dos Santos, 88 anos (em outubro de 2018, vamos comemorar o nonagenário dele, com muita festa!). Curadoria de Breno Lira Gomes & Silvia Orós. Dia 8 de fevereiro, vou moderar debate com o autor de, pelo menos, duas obras-primas: Vidas Secas (1963) e A Música Segundo Tom Jobim (parceria com Dora Jobim, 2013). E lhes mando, por enquanto, uma historinha contada pelo fotógrafo Fernando Duarte (está no catálogo carioca da Mostra, que já aconteceu no Rio):
Fernando e a cineasta Lilye Boubli terminavam uma filmagem no Rio e resolveram visitar o casal NPS e Ivelise (brasiliense como Liloye). O diretor paulistano (sim NPS nasceu e viveu em Sampa até os 23 anos, formou-se no Largo do S. Francisco e frequentou as mesmas cadeiras nas quais Castro Alves sentou-se) chegava da Academia Brasileira de Letras e convidou os amigos a verem cópia em finalização de “A Música Segundo Tom Jobim”. Os visitantes ficaram deslumbrados com o que viram: um filme sem entrevistas, capaz de dar conta de toda a universalidade de Tom.
Depois de curtir, em especial, a sequência filmada em los Angeles, que mostrava Tom & Elis (gravando “Águas de Março” para disco de mesmo nome), em 1974, Fernando Duarte
perguntou para NPS:
— Você sabe quem filmou a Elis e o Tom?
— Não…
— Euuu, respondeu, feliz, Fernando Duarte.
E completou: o Jom Tob Azulay dirigiu e eu fotografei.
Grandes tempos da MPB, em que um estúdio podia mandar um dos grandes fotógrafos do cinema brasileiro (Cabra Marcado para Morrer, primeira fase, A Grande Cidade) registrar (aposto que em 16 mm) a gravação de um disco, feita nos EUA.

+ MOSTRA DE CINEMA
DE TIRADENTES 2017 — ANO XX:

33 LONGAS-METRAGENS DA 20ª
MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES
SE SOMAM A 72 CURTAS-METRAGENS

Além dos filmes da mostras competitivas Aurora e (da recém-criada) Olhos Livres, festival mineiro exibirá “Martírio” (vencedor da Mostra Latina do Festival de Mar del Plata), “Era o Hotel Cambridge” (melhor filme do juri popular no Festival do Rio e melhor filme pelo juri oficial do Fest Aruanda) e “A Cidade Onde Envelheço” (vencedor do juri oficial no Fest Brasília).

MOSTRA HOMENAGEM

Antes do Fim, de Cristiano Burlan (SP)

Copacabana mon Amour, de Rogério Sganzerla (SP)

Divinas Divas, de Leandra Leal (RJ)

Nome Próprio, de Murilo Salles (RJ)

Ralé, de Helena Ignez (SP)

MOSTRA AURORA

Baronesa, de Juliana Antunes (MG)

Corpo Delito, de Pedro Rocha (CE)

Eu não sou daqui, de Luiz Felipe Fernandes e Alexandre Baxter (MG)

Histórias que nosso cinema (não) contava, de Fernanda Pessoa (SP)

Sem Raiz, de Renan Rovida (SP)

Subybaya, de Leo Pyrata (MG)

Um filme de cinema, de Thiago B. Mendonça (SP)

MOSTRA OLHOS LIVRES

A destruição de Bernardet, de Claudia Priscilla e Pedro Marques (SP)

Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho (RJ)

Homem-Peixe, de Clarisse Alvarenga (MG)

Lamparina da Aurora, de Frederico Machado (MA)

Modo de Produção, de Dea Ferraz (PE)

Os incontestáveis, de Alexandre Serafini (ES)

MOSTRA PRAÇA

Guarnieri, de Francisco Guarnieri (SP)

Martírio, de Vincent Carelli, com co-direção de Tita e Ernesto de Carvalho (PE)

O jabuti e a anta, de Eliza Capai (SP)

O que nos olha, de Ana Johann (PR)

Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga (RJ)

SESSÃO BENDITA

A repartição do tempo, de Santiago Dellape (DF)

Terra e Luz, de Renné França (GO)

SESSÃO CINEMA EM REAÇÃO

O homem que matou John Wayne, de Diogo Oliveira e Bruno laet (RJ)

SESSÃO-DEBATE

Precisamos falar do assédio, de Paula Sacchetta (SP)

Sutis interferências, de Paula Gaitán (RJ)

SESSÃO HORIZONTE

A cidade onde envelheço, de Marília Rocha (MG) – filme de encerramento

Elon não acredita na morte, de Ricardo Alves Jr. (MG)

Entre os homens de bem, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros (SP)

Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé (SP)

Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira (RS)

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