Rô Caetano
Maria do Rosário Caetano
Blog: www.almanakito.wordpress.com

******ALMANAKITO
QUARTA-FEIRA (21-12-16)

***BILHETERIAS BRASILEIRAS (FILME B)

+ FEST ARUANDA 2016
CONSAGRA CINEMA FEMININO

+ A PERDA DE ANDREA
TONNACI (1944-2016):
Tomara que Cristina Amaral, companheira de Tonnacci,
resgate os filmes/imagens que ele realizou na Pérsia com o grupo de Victor García e Ruth Escobar, nos tempos de Farah Diba. Antônio Pitanga, em PITANGA (Brant & Camila) relembra parte desta louca excursão que coube a Tonnaci documentar.

+ REVISTA DE CINEMA 132
Nas bibliotecas da Rede Municipal da
Cidade de São Paulo, na Spcine e na Gibiteca.

+ CAMPINA GRANDE : MUSEU DE
ARTE POPULAR DA PARAÍBA

+ CINEMA E HISTÓRIA (REVISTA LA PLAGE)

+ DUAS CINEASTAS BRASILEIRA NO PANORAMA DE BERLIM (DANIELA THOMAS E JULIA MURAT)

+ ARTIGO DE WISNIK SOBRE “MARTIRIO”

+ CASA DE GLAUBER,
EM VITORIA DA CONQUISTA:
Finalmente um prefeito do município baiano tomba a casa
onde nasceu o diretor de “Terra em Transe”, para transformá-la em um centro cultural. Nome dele: Guilherme Menezes (ver nota na coluna de Maurício Dias, na Carta Capital, semana passada).

+ CARTA CAPITAL E
O LEITOR UNIVERSITARIO

******* AGUARDEM

BALANÇO DO

FEST ARUANDA
Abaixo, uma breve análise
do resultado do juri oficial

+ ROLIÚDE NORDESTINA

+ PERICLES E WILLS LEAL
+ LAJEDO DO PAI MATEUS

+ “FELIZES POUCOS – ONZE CONTOS E UM
CURINGA”, LIVRO DE MARIA JOSÉ SILVEIRA”

+ DVD DE “TUDO
POR AMOR AO CINEMA”, DE
AURELIO MICHILES

+ DVD DE AFONSINHO
“PASSE LIVRE” (OSWALDO
CALDEIRA)

+ OLIVER STONE:
Patrícia Kogut deu nota dez à entrevista do
cineasta Oliver Stone à GloboNews (feita pelo

repórter Marcelo Lins): disponível na Globosat Play.

***NUM FOLHETO DE CORDEL:
“Theo, o Homem Que Fugiu da Anistia de Figueiredo”
O guerrilheiro e ex-preso político, Theodomiro Romeiro dos Santos, hoje juiz do Trabalho aposentado, no Recife, é o personagem do longa documental “Galeria F”, de Emília Silveira.

*****FESTIVAL DO NOVO CINEMA
LATINO-AMERICANO DE HAVANA 2016
“Aquarius” recebeu 4 prêmios (um deles, o de melhor atriz para Sônia Braga) no Festival habanero. Se alguém conhecer o filme vencedor do Grande Prêmio Coral (“Desierto”, de Jonas Cuarón), por favor, me mande notícias. Pelo que vi no trailer, na internet, trata-se de um thriller falado em INGLÊS!! Até Cuba sucumbiu-se ao idioma de Hollywood?????????

******DUAS MULHERES
CINEASTAS BRILHAM
NO FEST ARUANDA: ELIANE CAFFÉ,
COM “ERA O HOTEL CAMBRIDGE”,
E LEANDRA LEAL, COM “DIVINAS DAMAS”

****O CIRCO DOS
CONDENADORES DE BERTOLLUCCI
Torço para que a histeria que movimentou a internet tenha ao menos servido para divulgar o magnífico “O Último Tango em Paris”, do mestre toscano. O filme, aliás, ganhou um dos mais belos programas da imperdível série “Filmes Que Marcaram Época”. Aliás, hoje é dia de mais um programa desta notável produção francea (21h00, no Curta!)

***BILHETERIAS

BRASILEIRAS:

Fonte: Boletim Filme B
Editor: Paulo Sérgio Almeida
Data: 20-12-2016
Assinaturas: filmeb@filmeb.com.br

ESTREIAS:

Magal e os Formigas……………………….367
Teresinha…………………………………………360

CONTINUAÇÕES:

ELIS……………………………………………………507.943
O Vendedor de Sonhos………………………404.474
AQUARIUS…………………………………………356.975
Masha e o Urso……………………………………265.842
Pequeno Segredo…………………………………191.964
TAMO JUNTO………………………………………80.270
SOB PRESSÃO………………………………………37.697
O FILHO ETERNO…………………………………21.323
BR716………………………………………………………..8.212

FILMES ESTRANGEIROS:

Snowden………………………………………………..104.157 (EUA)
ELLE…………………………………………………………34.467 (França)
NERUDA………………………………………………….12.737 (Chile)
Depois da Tempestade……………………………..12.239 (Japão)
Sangue do Meu Sangue………………………………5.399 (Itália)
VIVA……………………………………………………………3.369 (Irlanda-Cuba)

*****FEST ARUANDA 2016

CONSAGRA CINEMA FEMININO
(ELIANE CAFFÉ E LEANDRA LEAL)
E O CURTA-METRAGEM “QUANDO
PAREI DE ME PREOCUPAR COM CANALHAS”

Por Maria do Rosário Caetano

João Pessoa (Paraíba) — O júri do Fest Aruanda 2016 compôs-se com os cineastas Vladimir Carvalho, Ariane Porto e Teresa Aguiar. O primeiro, documentarista paraibano-brasiliense, dos mais experientes, é autor do curta A Pedra da Riqueza e dos longas “O País de São Saruê”, Conterrâneos Velhos de Guerra, O Engenho de Zé Lins, “Cícero Dias, o Compadre de Picasso”, entre outros. Ariane, professora da Unicamp, dirigiu três longas (A Ilha do Terrível Rapaterra, Topografia de Um Desnudo e “O Crime da Cabra”). Este é fruto de recriação livre de peça homônima, e premiada, de Renata Pallottini. A realizadora convocou para seus três filmes, o ator Lima Duarte (e grandes elencos). Teresa Aguiar, diretora de teatro, só chegou aos cinema aos 75 anos. Em “O Crime da Cabra”, ela assina a direção de atores e a co-direção. É, portanto, parceira fundamental de Ariane em “O Crime da Cabra”, produzido como “um filme- escola”, o primeiro apoiado pela Unicamp.
O que esperar de júri tão compacto e situado por inteiro na chamada “melhor , ou terceira, idade”? O resultado foi surpreenndente e espantosamente bom.
A escolha de “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, como melhor filme foi perfeita e ousada (e confirmada pelo Juri Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema). O prêmio de melhor direção para Leandra Leal foi inquestionável. A atriz estreou como diretora de “Divinas Damas” esbanjando segurança e paixão. Seu documentário é um fascinante mergulho no universo das mais famosas travestis brasileiras, de Eloina dos Leopardos a Rogéria, que se auto-define como “a travesti da família brasileira”. O Juri Popular, que consagrou este filme, já demonstrara, no dia de sua exibição, que era o franco favorito. “Divinas Damas” teve a maior lotação do festival (gente sentada nas escadas de um dos cinemas da rede Cinépolis) e recebeu os aplausos mais calorosos. E muita gente seguiu na sala, já tarde da noite, para debatê-lo com a diretora estreante.
A premiação, exposta abaixo, cometeu — na minha opinião — dois desatinos. O principal, e mais grave, tem a ver com a premiação de Maria Manoela como atriz coadjuvante (por “Vermelho Russo”). Primeiro, ela é co-protagonista do filme, ao lado de Martha Nowill. Além de atriz, Martha desempenhou a função de co-roteirista e co-produtora. E de alma do filme, nascido de páginas de diário escritas por ela sobre viagem de estudos a Moscou e publicadas na revista Piauí). Infelizmente, o juri não mostrou sensibilidade na recepção deste filme, uma deliciosa e inteligente comédia sobre as agruras de duas atrizes brasileiras em busca de aperfeiçoamento na Rússia de Tchekov, Dziga Vertov e Eisenstein. Se tivessem prestado mais atenção ao filme, não teriam ofendido Martha Nowill como (creio que involuntariamente) o fizeram. Durante todo o filme, a personagem de Martha sofre com as comparações com a personagem de Maria Manoela (“a bonita, a magra, a disputada pelos homens”). Ao optar por Manoela (ótima atriz, assim como Martha) o júri reforçou o, digamos, preconceito contra a atriz “menos bonita e mais cheinha”. Para agravar, Martha Nowill estava em João Pessoa e buscou o Trofeu Aruanda pela colega ausente. Um grupo de jornalistas chegou a conjecturar que houvera troca de nomes, mas não houve. Os três jurados entenderam que “Martha era protagonista e Manoela, coadjuvante”.
A atriz premiada, a veterana Suely Franco, está magnífica em “Era o Hotel Cambridge” (e sua voz de cantora lírica é arrebatadora). Mas seu papel é pequeno, pois estamos num filme coral, em que Suely & José Dumont interagem com dezenas de sem-teto e de refugiados palestinos, colombianos e africanos. Claro que uma atriz pode roubar a cena numa participação que dure 15 ou 20 minutos (caso de Marília Pera, em “Pixote, a Lei do Mais Fraco”). E Suely está, repito, magnífica no filme de Lili Caffé (mesmo caso da impressionante líder sem-teto Carmem Silva, até premiada no Festival Cinema da Fronteira). O que registro aqui é a “deselegância” do gesto dos três jurados.
Se Marta & Manoela fossem premiadas juntas com o trofeu de melhor atriz seria perfeito, pois as duas jogam um bolão. Suely Franco poderia ter sido escolhida melhor atriz coajuvante.
O outro desatino do juri foi atribuir a “Canastra Suja” o prêmio de melhor roteiro (escrito pelo diretor Caio Soh). O cineasta de 38 anos já está em quarto longa (Teus Olhos Meus, Minutos Atrás, Por Trás do Céu e Canastra Suja) e vem se revelando um bom diretor de atores (ele vem do teatro, com breve carreira de ator e opção real pela dramaturgia e direção teatral). Justíssimos os prêmios para Marco Ricca (ator) e Pedro Nercessian (coadjuvante). Já o roteiro é o ponto mais questionável do filme. O diretor, que monta um jogo cinematográfico (o da canastra suja), abusa do arbítro e do artifício ao estruturtar sua história. Como um manipulador de marionetes (deus ex-machina), ele sufoca a subjetividade de seus personagens (títeres), para impor (de cima) soluções improváveis, inverossímeis. E, o que é pior, reforça o estereótipo do negro como “predador sexual”.

**** LISTA DOS PREMIADOS:

LONGA-METRAGEM:

. “ERA O HOTEL CAMBRIDGE” : melhor filme pelo Juri Oficial e pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), melhor atriz (Suely Franco)

. “DIVINAS DIVAS”: melhor diretora (Leandra Leal) pelo júri oficial, melhor filme segundo o Juri Popular.

. “CANASTRA SUJA”: melhor ator (Marco Ricca), melhor roteiro (Caio Soh), mlhor ator coadjuvante (Pedro Nercessian) e melhor som.

.”DESERTO”– melhor fotografia (para o português Ruy Poças) e melhor direção de arte (Renata Pinheiro).

. “SILÊNCIO NO ESTÚDIO”: melhor montagem e melhor trilha sonora.

. VERMELHO RUSSO: melhor atriz coadjuvante (Maria Manoela).

. CURTA-METRAGEM:

. QUANDO PAREI DE ME PREOCUPAR COM CANALHAS (SP): melhor
filme pelo júri oficial, pela crítica e pelo público, melhor ator (Matheus Nachtergaele)

. CUMIEIRA (PB): melhor curta paraibano, melhor montagem e melhor som.

. LÁ DO ALTO (RJ): melhor diretor (Luciano Vidigal) e melhor trilha sonora.

. O HOMEM QUE VIROU ARMÁRIO (CE): melhor atriz (Andrea Pires),
roteiro (Marcelo Ikeda) e melhor direção de arte.

. STANLEY (PB): melhor fotografia

********FEST ARUANDA 2016 — NOITE DE PRÊMIOS

Duas realizadoras — a paulista Eliane Caffé e a carioca Leandra Leal — conquistaram os principais prêmios do XI Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro.

“Era Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, foi escolhido o melhor filme pelo Juri Oficial e pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e teve a veterana Suely Franco eleita melhor atriz.

O documentário “Divinas Divas”, estreia da atriz Leandra Leal na realização, rendeu a ela o Trofeu Aruanda de melhor diretora (pelo júri oficial) e o Prêmio de melhor filme segundo o Juri Popular.

O longa ficcional “Canastra Suja”, de Caio Soh, ganhou os trofeus Aruanda de melhor ator (Marco Ricca), melhor roteiro (Soh), ator coadjuvante (Pedro Nercessian) e melhor som. “Deserto”, estreia do ator Guilherme Weber no longa-metragem, venceu nas categorias melhor fotografia (para o português Ruy Poças) e melhor direção de arte (a pernambucana Renata Pinheiro).

O documentário carioca “Silêncio no Estúdio”, de Emília Silveira, que registra a trajetória da apresentadora Edna Savaget (1928-1998), conquistou os prêmios Aruanda de melhor montagem e melhor trilha sonora. “Vermelho Russo”, de Charly Braun, ganhou o Aruanda de melhor atriz coadjuvante (Maria Manoela).

No terreno do curta-metragem, deu-se a consagração do paulistano “Quando Parei de me Preocupar com Canalhas”, de Tiago Veira, que fez a “tríplice coroa”: melhor filme pelo júri oficial, pela crítica e pelo público. O filme ganhou, ainda, o Trofeu Aruanda, de melhor ator (para Matheus Nachtergaele, magnífico na pele de um cidadão paulistano atormentado por muitos “canalhas” e, em especial, por taxista malufista, interpretado por Paulo Miklos).

O melhor curta paraibano foi “Cumieira”, de Diego Benevides, que somou, ainda, os trofeus de melhor montagem e melhor som. O curta carioca “Lá do Alto”, rendeu o trofeu de melhor diretor a Luciano Vidigal e sua trilha sonora também foi premiada. O curta cearense “O Homem Que Virou Armário”, de Marcelo Ikeda, ganhou o Aruanda de melhor atriz (Andrea Pires), roteiro (Ikeda) e melhor direção de arte. O Aruanda de melhor fotografia coube ao curta paraibano “Stanley”, de Paulo Roberto.

O Festival distribuiu prêmios, também, para produções de TVs Universitárias (ver tabela desta categoria no final desta remessa). Na foto anexa, participantes de todas as mostras do Festival, que atenderam a convite da cineasta Eliane Caffé, para que “todos festejassem coletivamente”. E não só os vencedores. A diretora de “Era o Hotel Cambridge”, filme que coloca dois atores profissionais (a premiada Suely Franco e José Dumont) em uma ocupação comandada por movimentos de trabalhadores sem-teto, pediu que a competição deixe de ser a razão dos festivais. O filme, um docfic dos mais ousados e criativos, Suely Franco e Zé Dumont contracenam, além de lideranças dos Sem-Teto, com refugidos vindos da Palestina, Congo e outros países conflagradas por guerras.

**** Antes da premiação, a atriz Darlene Glória, que participa, no sertão paraibano, das filmagens de “Beiço de Estrada”, de Eliezer Rolim (ao lado de Mayana Neiva e Jackson Antunes), saudou o amigo Antônio Pitanga, tema do documentário “Pitanga”, de Beto Brant & Camila Pitanga. O filme foi calorosamente aplaudido pelo público e o assédio ao ator, no final da noite, foi total. Ele e Darlene posaram para centenas de selfies.

**NOVE SEMI-FINALISTAS AO
OSCAR DE FILME ESTRANGEIRO:
O Apartamento (Irã)
Toni Erdmann (Alemanha)
Paraíso (Rússia)
É Apenas o Fim do Mundo (Canadá)
Terra de Minas (Dinamarca)
The King’s Choice (Noruega)
Tanna (Austrália)
Ma Vie de Courgette (Suíça)
The Man Som Heter Ove (Suécia)

***VILA SÉSAMO:
TV Cultura e TV Brasil
lançam seis episódios inéditos
da nova temporada Sésamo
na semana do Natal
DE 19 A 24 DE DEZEMBRO

+ “QUANDO PAREI
DE PREOCUPAR COM
CANALHAS”, CURTA
QUE TRIUNFOU NO FEST
ARUANDA 2016 (MELHOR PARA O JURI OFICIAL,
CRITICA E PUBLICO) PODE SER
VISTO NO SITE DA REVISTA PIAUÍ

+ A RECEPÇÃO
DE CARTA CAPITAL
JUNTO AO PÚBLICO UNIVERSITARIO
É 12 PONTOS MAIOR QUE A daquela
outra revista (vejam resultado de pesquisa do Datafolha,
na Carta Capital desta semana)

+ OS PORTUGUESES CARMINHO
E ZAMBUJO E A MPB + CAIXA DE CDs
DE JACKSON DO PANDEIRO

+ EXPÔ DE
MARINÊS NO MUSEU
DE CULTURA POPULAR DE
CAMPINA GRANDE (conhecido
popularmente como museu dos 3 pandeiros)

+ NEWTON CANNITO
E MAGAL E OS FORMIGAS

*****FESTIVAL DE LA
HABANA 2016: SONIA BRAGA

*****MARTIRIO, O EPICO DE VINCENT
CARELLI, EM TEXTO DE GUILHERME WISNIK

********MARTIRIO, DE VINCENT CARELLI:

Como estive numa maratona de filmes e debates, em Jampa-PB,

cidade-sede do FEST ARUANDA 2016, só agora pude ler o texto

(INCERTEZA VIVA) que o arquiteto e colunista da Folha de S. Paulo,

GUILHERME WISNIK dedicou em 12-12-16, no caderno COTIDIANO, ao filme MARTÍRIO. Lhes recomendo, fervorosamente, que leiam e difundam este texto. E o filme, esnobado pelo juri oficial do FEST BRASILIA (foi o escolhido pelo JURI POPULAR), em setembro passado, vai ganhando reconhecimento inédito: teve sessão extra na BIENAL INDÍGENA, ganhou o PREMIO SPCINE de melhor documentário na MOSTRA SP ANO 40, conquistou o prêmio máximo na competição LATINO-AMERICANO do Festival de Mar del Plata, na Argentina, foi exibido na Mostra “Território Expandido” (organizado por Regina Jehá, com promoção da Apaci – Associação Paulista de Cineastas) e, agora nos relata WISNIK, teve sessão especial na BIENAL DE SAO PAULO. E o filme segue recebendo convites para diversos e importantes festivais e mostras.

**** FLASHES

DO FEST ARUANDA

no Blog Almanakito.

***Vejam foto de

ANTONIO PITANGA,

LUCY RAMOS E DAVI JR.

No Blog Almanakito

******EM BREVE: EU,

DANIEL BLAKE, DE KEN LOACH,

PALMA DE OURO EM CANNES 2016

****IMOVISION

LANÇA AQUARIUS, DE

KLEBER MENDONÇA, EM DVD

*****Na CARTA CAPITAL,

matéria de Jotabê Medeiros, Pedro

Alexandre Sanchez e Eduardo

Nunomura sobre o AUDIOVISUAL BRASILEIRO.

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS + ARUANDA + TONACCI + TAMO JUNTO + AQUARIUS + BR716 + LAJEDO DO PAI MATEUS E A ROLIUDE NORDESTINA

+ NERUDA, DE LARRAIN + DESIERTO,
COM GAEL GARCÍA BERNAL

+ DIA 20 (ONTEM), EM
CAMPINA GRANDE, BRAULIO
TAVARES LANÇOU LIVRO SOBRE CORDEL, NO
MUSEU DE ARTE POPULAR, UMA
BELA CRIAÇÃO DE OSCAR NIEMEYER

***FEST ARUANDA
E A HOMENAGEM A
GENETON MORAES NETO

RECEBI DE MEU AMIGO
MARCO TULIO ALENCAR:

Olá, Rosário
Somente agora estou lhe escrevendo, pois sabia da sua estada em João Pessoa.

Dois dias antes do início do Fest Aruanda (8 a 14 de dezembro) estive nos estúdios da Globo, no Jardim Botânico, para acompanhar uma entrevista. Ao longo dos corredores há vários “objetos” exibidos em molduras de acrílico, entre elas uma camiseta autografada por Pelé e um blazer que pertenceu a Geneton Moraes Neto. Mas, o que chamou a minha atenção foi o fato de que, nos FEST ARUANDA E A HOMENAGEM A GENETON MORAES NETO dali a poucos dias. Abraço, Marco Túlio

********CINEMA NAS
AULAS DE HISTORIA:

TRABALHO DE JORGE ARTUR CAETANO
LOPES DOS SANTOS SOBRE O USO DO
CINEMA EM AULAS DE HISTORIA. PUBLICADO
NA REVISTA “LA PLAGE”, DA UFSCar. 2016

http://www.laplageemrevista.ufscar.br/index.php/REB/article/download/109/290

******CAMPINA GRANDE :
MUSEU DE ARTE POPULAR DA PARAÍBA,
DE OSCAR NIEMEYER, E PRÉDIO DA FIEP, ASSINADO
PELO PAI-ARQUITETO DO CINEASTA BRENO SILVEIRA

*****Paraíba e o belo e niemárico

MUSEU DE ARTE POPULAR

de CAMPINA GRANDE.

EXPOSIÇÃO, nesta

temporada, sobre a forrozeira MARINÊS.

O gênio de Niemeyer construiu

um museu na forma de três

pandeiros colocados sobre as

águas do AÇUDE VELHO,

bem perto das estátuas

de Jackson do Pandeiro e

Gonzagao. E do prédio da FIEP,

federação das indústrias da PB, cujo arquiteto

é o PAI de nosso cineasta BRENO DA SILVEIRA.

***VER FOTOS NO BLOG Almanakito.

****FEST ARUANDA 2016:

LONGA-METRAGEM:

Melhor Som – Yan Saldanha, por ‘Canastra Suja’

Melhor Trilha Sonora –Roger Henri, por ‘Silêncio no Estúdio’

Melhor Direção de Arte – Renata Pinheiro, por ‘Deserto’

Melhor Montagem – Vinicius Nascimento, por ‘Silêncio no Estúdio’

Melhor Fotografia – Rui Poças, por ‘Deserto’

Melhor Roteiro – Caio Soh, por ‘Canastra Suja’

Melhor Ator Coadjuvante – Pedro Nercessian, por ‘Canastra Suja’

Melhor Atriz Coadjuvante – Maria Manoella, por ‘Vermelho Russo’

Melhor Ator – Marco Ricca, por ‘Canastra Suja’

Melhor Atriz – Sueli Franco, por ‘Era o Hotel Cambridge’

Melhor Direção (além do Troféu Aruanda também vai ganhar dois DCP e dois vouchers de acesso a plataforma Looke – Leandra Leal, por ‘Divinas Divas’

Melhor Longa segundo o Júri Abraccine – ‘Era o Hotel Cambridge’, de Eliane Caffé

Melhor Longa segundo o Júri Popular – ‘Divinas Divas’, de Leandra Leal

Melhor Longa segundo o júri oficial (além do Troféu Aruanda ganha, R$ 20 mil em serviços de pós produção com a produtora Mistika, três DCP e dois vouchers de acesso a plataforma Looke) – ‘Era o Hotel Cambridge’, de Eliane Caffé

CURTA-METRAGEM:

Melhor Som – Gian Orsini, por ‘Cumieira’

Melhor Trilha Sonora – Fernando Aranha, por ‘Lá do Alto’

Melhor Direção de Arte – Lana Benigno, por ‘O Homem que virou armário’

Melhor Montagem – Marcelo Coutinho, por ‘Cumieira’

Melhor Roteiro – Marcelo Ikeda, por ‘O Homem que virou armário’

Melhor Fotografia – Luis Barbosa, por ‘Stanley’

Melhor Ator – Matheus Nachtergaele, por ‘Quando parei de me preocupar com Canalhas’

Melhor Atriz – Andréia Pires, por ‘O Homem que virou armário’

Melhor Direção – (além do Troféu Aruanda, ganha um DCP e um voucher de acesso a plataforma Looke) – Luciano Vidigal por ‘Lá do Alto’

Melhor Curta Paraibano – ‘Cumieira’, de Diego Benevides

Melhor curta segundo o júri Abraccine – ‘Quando parei de me preocupar com canalhas’, de Tiago Vieira

Melhor curta segundo o júri popular – ‘Quando Parei de me Preocupar com Canalhas’, de Tiago Vieira

Melhor curta do festival (além do Troféu Aruanda, o melhor curta ganha também R$ 6 mil em serviços de pós produção com a produtora Mistika, dois DCP e um voucher de acesso a plataforma Looke, e mais R$ 2 mil do Prêmio BNB) – ‘Quando parei de me preocupar com Canalhas’, de Tiago Vieira

Menção Honrosa para ‘Xavier’, de Ricky Mastro – Pela relevância do tema abordado, de forma sutil e eficiente, e a forma como conduziu o elenco.

TV UNIVERSITÁRIA

REPORTAGEM:

3×4: Doença periodontal em pessoas com Síndrome de Down, de Guilherme Bacciotti; Nico Stolzel; Paula Marques; Vitor Oshiro. TV USP Bauru

DOCUMENTÁRIO:

Marca-dos, de Flávia Martelli. TV Unaerp

INTERPROGRAMA:

Cena Potiguar, de Rosália Figueirêdo. TV UFRN

PROGRAMA DE TV:

Os profissionais, de Wllyssys Wolfgang. TV Mackenzie

MENÇÃO HONROSA PARA:

Maria Bonita: Um retrato da Violência Sexual contra a Mulher em Campina Grande, de Thamires Tamares e Ana Cláudia Cavalcante.

Pelo tema atual, relevante e pela iniciativa louvável em abordar um assunto sociocultural de caráter preponderante e necessário neste momento.

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