********FEST ARUANDA 2016 — NOITE DE PRÊMIOS — Duas realizadoras — a paulista Eliane Caffé e a carioca Leandra Leal — conquistaram os principais prêmios do XI Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro. ERA O HOTEL CAMBRIDGE, de Caffé, foi escolhido o melhor filme pelo Juri Oficial e pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e teve a veterana Suely Franco eleita melhor atriz. O documentário DIVINAS DIVAS, estreia da atriz Leandra Leal na realização, rendeu a ela o Trofeu Aruanda de melhor diretora e o Prêmio de melhor filme segundo o Juri Popular. O longa ficcional CANASTRA SUJA, de Caio Soh, ganhou os trofeus Aruanda de melhor ator (Marco Ricca), melhor roteiro (Soh), ator coadjuvante (Pedro Nercessian) e melhor som. O longa ficcional DESERTO, de Guilherme Weber, venceu nas categorias melhor fotografia (para o português Ruy Poças) e melhor direção de arte (a pernambucana Renata Pinheiro). O documentário carioca SILENCIO NO ESTÚDIO, de Emilia Silveira, que registra a trajetória da apresentadora Edna Savaget, conquistou os prêmios Aruanda de melhor montagem e melhor trilha sonora. VERMELHO RUSSO, de Charly Braun, ganhou o Aruanda de melhor atriz coadjuvante (Maria Manoela). *** NO TERRENO DO CURTA-METRAGEM, deu-se a consagração do paulistano QUANDO PAREI DE ME PREOCUPAR COM CANALHAS, de Tiago Veira, que fez a “tríplice coroa”: melhor filme pelo júri oficial, pela crítica e pelo público. O filme ganhou, ainda, o Trofeu Aruanda, de melhor ator (para Matheus Nachtergaele, magnífico na pele de um cidadão paulistano atormentado por muitos “canalhas” e, em especial, por taxista malufista, interpretado por Paulo Miklos). O melhor curta paraibano foi CUMIEIRA, de Diego Benevides, que somou, ainda, os trofeus de melhor montagem e melhor som. O curta carioca LÁ DO ALTO rendeu o trofeu de melhor diretor a Luciano Vidigal e sua trilha sonora também foi premiada. O curta cearense O HOMEM QUE VIROU ARMÁRIO, de Marcelo Ikeda, ganhou o Aruanda de melhor atriz (Andrea Pires), roteiro (Ikeda) e melhor direção de arte. O Aruanda de melhor fotografia coube ao curta paraibano STANLEY, de Paulo Roberto. O Festival distribuiu prêmios, também, para produções de TVs Universitárias. NA FOTO ABAIXO, participantes do Festival, que atenderam a convite da cineasta ELIANE CAFFÉ, para que “todos festejassem”. E não só os vencedores. A diretora de ERA O HOTEL CAMBRIDGE, filme que coloca dois atores profissionais (a premiada Suely Franco e José Dumont) em uma ocupação comandada por movimentos de trabalhadores sem-teto, pediu que a competição deixe de ser a razão dos festivais. No filme Suely Franco e Zé Dumont contracenam, além de lideranças dos Sem-Teto, com refugidos vindos da Palestina, Congo e outros países conflagradas por guerras. **** Antes da premiação, a atriz DARLENE GLORIA, que participa, no sertão paraibano, das filmagens de BEIÇO DE ESTRADA, de Eliezer Rolim (ao lado de Mayana Neiva e Jackson Antunes), saudou o amigo ANTONIO PITANGA, tema do documentário PITANGA, de Beto Brant & Camila Pitanga. O filme foi calorosamente aplaudido pelo público e o assédio ao ator, no final da noite, foi total. Ele e Darlene posaram para centenas de selfies.

Enviado do Ipad de Rosário

Anúncios