CINEMA BRASILEIRO PERDE
Mario Masetti — HOMEM
DE TEATRO, TV E CINEMA
***ABAIXO DEPOIMENTO DE
DE ADRIAN COOPER, SÓCIO-FUNDADOR
DE MASETTI NA TATU FILMES, ANOS 1980.

Querida Rô,

Nesse momento longe de São Paulo, saber por seu email do falecimento do querido amigo e ex-socio Mario Masetti, me deixa muito chocado, triste demais!

Sim! Mario foi um dos sócios de Tatu Filmes desde o inicio, junto comigo, Claudio Khans, Alain Fresnot, Walter Rogério, Wagner Carvalho e o saudoso Chico Botelho. Cada um de nos trazia para a produtora uma capacidade cinematográfica particular, e de Mario era de ser um Diretor já experiente em teatro. Mas, também, sua solidariedade conosco, sua modéstia e generosidade muitas vezes permitia que ele abraçava outras funções como Assistente de Direção e Tecnico de Som. Sua figura (que lembrava mesmo um urso, especialmente apertado em um de seus abraços) era – me sinto seguro dizer – muito querido por todos que tiverem o prazer de conhece-lo.
Alem de talentoso, Mario era uma pessoa adorável – um Sócio com S maiúsculo – Simpático, Sensato, Sensível, e Sempre Solidário. Um amigo-companheiro.
E agora estou lamentando (e muito) o tempo que passou na correria sem ter mais contato com ele. De fato, uma perda enorme.

E, se me permite Rô, gostaria poder dizer para sua familia, seus amigos, e todas suas colegas,
meus sentidos pêsames e um abraço apertado a-la-Mario.

Adrian Cooper.

On Dec 7, 2016, at 1:27 PM, Rô Caetano wrote:

A PERDA DE MARIO MASETTI

Recebo de minha amiga Margô Oliveira a

notícia do falecimento do MARIO MASETTI.

Rô,

o Mario Masetti faleceu ontem à noite.

******MASETTI,

na minha lembrança,

figura nos créditos de muitos filmes brasileiros, entre eles “Marvada Carne”, de André Klotzel (1985). Era parceiro de trabalhos de Ugo Giorgetti, seu grande amigo. Trabalhou com Capô, Leon Hirszman, João Batista e — salvo engano meu — foi um dos sócios da produtora Tatu Filmes, no anos 1980, quando ela agregava um criativo coletivo de realizadores-produtores da Vila Madalena. Sei que ele vinha do teatro e que fez muitos trabalhos na TV (creio que até no Globo Repórter dos anos de ouro, fase comandada pelo baiano Paulo Gil Soares). Vi, na internet, que em maio último ele lançou, no MIS-SP, um livro

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