*****MOSTRA AFRICA(S) – CINEMA E REVOLUÇÃO — O filme YVONE KANE, da portuguesa Margarida Cardoso, a mesma de KUXA KANEMA, encerrou ontem a mostra que movimentou o Cine Belas Artes paulistano com debates e muitas produções africanas. E que editou ótimo catálogo e material gráfico (no cartaz, num dos postais e na vinheta está a imagem da atriz que interpreta Yvone Kane. No outro postal temos ESTAS SAO AS ARMAS, do brasileiro Murilo Salles). YVONE KANE, co-produção Brasil-Portugal, de 2014, passou em branco entre nós. E olhe que além de co-produtor brasileiro (o cineasta Alberto Graça), o filme tem IRENE RAVACHE em papel de imenso destaque: uma médica que participou do processo revolucionário de um país africano não identificado pelo filme (mas que tem muito de Moçambique). O filme passou pelo Festival do RIo mas não mereceu uma crítica que fosse. Não vi na imprensa uma linha que registrasse esta importante experiência de IRENE RAVACHE no cinema luso-afro-brasileiro. ESTRANHOS TEMPOS.

Enviado do Ipad de Rosário

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