AILTON KRENAK EM
DOCUMENTARIO DE
MARCO ALTBERG

+ LIVRO DE PEDRO VERIANO (PARÁ)

+ LIVRO: O MÉDICO DIREITO E
O MONSTRO CINEMATOGRAFICO”

(MEMÓRIAS DE PEDRO VERIANO:
EDITORA PAKA-TAU, BELEM DO PARÁ)

Recebi da diretoria da Associação de Críticos Cinematográficos do Pará, um exemplar do quinto livro do médico e crítico Pedro Veriano (“O Médico Direito e o Monstro Cinematográfico).
O nome civil do autor é Pedro Veriano Direito Álvares. Daí que, ao referenciar “O Médico e o Monstro”, de Robert Louis Stevenson, ele usou seu nome profissional na área da medicina (Dr. Direito) e brincou com sua imensa paixão pelo cinema (ganhou uma câmara de presente do pai, aos 15 anos, e fez dezenas de filmes domésticos). Hoje, com 80 anos — e sempre em companhia da mulher, a cientista política. jornalista e crítica de cinema Luzia Álvares — Veriano passa seus dias (com a esposa, filhas e netos) entre Belém do Pará e a Ilha do Mosqueiro. O memorialista dedica sua primeira parte de seu livro ao menino que foi estudar Medicina, formou-se e clinicou em vários postos e hospitais. Na segunda parte, relembra seu trabalho como jornalista e crítico. Num espécie de apêndice, descreve os filmes domésticos que realizou para alegria de amigos e familiares. E dele mesmo. E evoca até os filmes que idealizou, mas não realizou. Destaca trabalhos jornalísticos que o orgulham: em especial reportagem sobre ator paraense — SYN DO CONDE (Synésio Mariano de Aguiar) — que participou de filmes mudos, nos EUA (“eu o descobri em um aposento da propriedade da família dele, um prédio em ruínas”, conta Veriano) e de entrevista com Werner Herzog (nos tempos do “FitzCarraldo”). Relembra o Festival de Belém vencido por “Noite do Espantalho”, de Sérgio Ricardo (começo dos anos 1970), fala do movimento cineclubista paraense (um dos Cineclubes tinha Benedito Nunes, o grande professor e crítico literário, como integrante-fundador), dos cinemas (com destaque especial para o centenário Olympia) e, claro, da Associação de Críticos Cinematográficos do Pará, “a mais antiga do país”.
Antes deste novo livro, Veriano publicou: “A Crítica de Cinema em Belém” (1983), “Cinema no Tucupi” (1998), “Fazendo Fitas” (2006) e “Cinema Olympia: 100 Anos de História Social de Belém” (2012).

*****BIENAL DE
CINEMA INDIGENA:
PRIMEIRO NO CCSP VERGUEIRO. DEPOIS
EM NOVE CEUs DE SÃO PAULO + CLIP HIP
HOP + PONTOS DE CULTURA E JUCA FERREIRA

****MARCO ALTBERG
PREPARA DOCUMENTARIO
SOBRE AILTON KRENAK
PARA O CANAL CURTA!

VEJAM ABAIXO O BILHETE QUE MARCO ALTBERG
ME ENVIOU SEMANA PASSADA, E QUE SÓ ABRI HOJE:

querida Rô,

muito legal o destaque e importância que você
dá à mostra Aldeia SP coordenada pelo meu
amigo e parceiro Ailton Krenak.

como você informa que fui o único ausente…
gostaria de te informar que eu estava em SP até a exibição do filme do
Vincent (Carelli) no CCSP mas tive um imprevisto no Rio que me fez infelizmente abandonar o evento para o qual estava em SP. Na manhã do mesmo
dia aproveitei para gravar cenas com o Ailton pro doc que
estamos fazendo sobre ele: “Ailton Krenak, o sonho da pedra”,
que em breve será exibido no Canal Curta.
venho trabalhando com conteúdos indígenas,
uma grande paixão minha. com o Ailton fizemos a série
“Taru Andé – o encontro do céu com a terra”,
exibido no canal Futura em 2006, vencedora do prêmio
de melhor série ambiental no Fica.
sempre quando posso realizo conteúdos
audiovisuais de temática indígenas
desde o citado “Noel Nutels”, de 1974.
acredito que enquanto o Brasil não se conciliar
no respeito e reconhecimento a nossa ancestralidade,
essa sombra ficará estacionada sobre nossas cabeças.
mas um dia isso tudo ainda ha de mudar!
bjs, Marco

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