****TANIA QUARESMA (de óculos), comemora com parte de sua equipe, a vitória de seu novo longa documental, CATADORES DE HISTÓRIA, na Mostra Brasilia – Prêmio Câmara Legislativa do DF. Tânia, vale lembrar, faz cinema desde os anos 1970. Ela é autora de “Nordeste: Cordel, Repente, Canção” e “Trindade: Curto Caminho Longo”. A edição número 49 do festival brasiliense teve significativa presença feminina na direção de curtas e longas. O mesmo não se pode dizer da presença de realizadores black. Na Mostra Brasília, destacou-se FLORA EGÉCIA, diretora do curta DAS RAÍZES ÀS PONTAS, que fala da aceitação do cabelo crespo e da lei 10.639/03, que regulamenta o ensino de História da Afro-Brasileira nas escolas. O filme, de 20 minutos, ganhou o prêmio do Juri Popular como melhor curta brasiliense. A parceria entre a Fundação Ford e a SEC-DF permitiu ao Festival sediar dois animados e combativos debates sobre o CINEMA BLACK e o CINEMA INDIGENA. Os dois grupos de realizadores prometeram envidar esforços para sensibilizar curadorias a se interessarem por festivais e mostras voltados à produçao negra e indígena.

Enviado via iPad de Rô Caetano

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