*****FEST BRASILIA 2016 – ANO 49 — Na tarde deste domingo, um Cine Brasília lotado assistiu aos dois últimos filmes da XXI MOSTRA BRASILIA – PREMIO CÂMARA LEGISLATIVA DO DF: o curta ROSINHA, de Gui Campos, e o longa documental CORA CORALINA -TODAS AS VIDAS, de Renato Barbieri. O ator brasiliense ANDRADE JUNIOR (de cabelos e camiseta brancos) usou o microfone (depois de Gui Campos e do produtor J. Procópio) para reclamar da total ausência de filmes brasilienses na competição nacional de curtas. “Meu Amigo Nietzsche” — historiou — “ganhou prêmios em Clermont-Ferrand e não foi selecionado em Brasília”. Agora, “nosso filme ROSINHA venceu o Festival de Huesca, na Espanha, e está habilitado a concorrer a uma vaga no Oscar. Mas não foi selecionado para a competição nacional, aqui em Brasília”. O curta de Gui Campos, que ganhou o Kikito de melhor filme em Gramado, recebeu do crítico gaúcho Roger Lerina o aposto de “Jules et Jim da terceira idade”. Andrade Junior protagoniza ROSINHA ao lado da paulistana Maria Alice Vergueiro, que recebeu prêmio especial em Gramado, e do brasiliense João Antônio. À noite, em mensagem via celular (pois não chegou em tempo ao Cine Brasília) o ator e co-diretor do curta maranhense BODAS DE PAPEL, Breno Nina (premiado em Gramado por seu trabalho no longa O ULTIMO CINE DRIVE-IN) disse que considerava seu filme “metade brasiliense”. E que externara esta ideia em lista de debates digital. Lista que repercutia a ausência de curtas brasilienses na competição. **** O longa de Renato Barbieri, sobre a poeta goiana Cora Coralina, levou ao palco do Cine Brasília as atrizes Zezé Motta, Tereza Seiblitz e a brasiliense Camila Márdila.

Enviado via iPad de Rô Caetano

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