FEST GRAMADO 2016 – ANO 44 – BALANÇO GERAL + LISTA DOS
PREMIADOS + PREMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL + PREMIO DA CRITICA

Rô Caetano
Maria do Rosário Caetano
Blog: www.almanakito.wordpress.com

***FEST GRAMADO 2016 – ANO 44

BREVE BALANCO

+ LISTA DOS PREMIADOS

+ UM FESTIVAL CADA VEZ MAIS INTERNACIONAL

+ PREMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL

+ PREMIO DA CRITICA CINEMATOGRAFICA

+ SUPERMAX (MARÇAL & BONASSI)

+ CECILIA ROTH E AS 32 PRODUÇÕES DA GLOBO

+ “NOLLYWOOD”, SUNDANCE & FILME TCHECO

+ NOITE DE PREMIOS COM
VISUAL DESENHADO EM LED

+ REVISTA TEOREMA 27 (CAPA: SONIA BRAGA)

+ LIVRO “100 MAIORES FILMES BRASILEIROS”

+ BOCA MIGOTTO E OS “FILMES PARA FESTIVAL”

+ REVISTA DE CINEMA 13O (EM GRAMADO).
EM BRASILIA SERÁ LANÇADO O NÚMERO 131

+ PREMIO DA CRITICA PARA O CURTA
“LÚCIDA”, O LONGA BRASILEIRO “O SILÊNCIO DO
CĒU” E O LONGA LATINO “SIN NORTE”, DO CHILE.

****** UM FESTIVAL CADA
VEZ MAIS INTERNACIONAL
O Festival de Gramado – Cinema Brasileiro e Latino prepara-se para fazer de sua edição número 45, em agosto de 2017, evento ainda mais internacional que a edição deste ano (que recebeu delegações dos EUA, com representantes do Festival e do Canal Sundance e a atriz australiana Rachel Griffitz, e da Nigéria, a Nollywood africana) e um filme da República Tcheca). O presidente da Gramadotur, João Pedro Till, e seu braço direito Enzo Arns prometeram um festival “ainda maior alcance internacional” e com filmes “populares e de qualidade”. Sinal de que as “comédias inteligentes” vieram para ficar. “Nosso Festival existe para somar cinema & turismo e para buscar diálogo com o público”, assegurou Enzo Arns. Por isto, os filmes das competições brasileira e latina foram legendos em espanhol (ou português) e inglês. E ano que vem – prometeram — o Festival ganhará seu Gramado Film Market. “Queremos mostrar e debater filmes, mas também ambientar a montagem de projetos entre produtores brasileiros, hispano-americanos, dos EUA, Europa, África, Ásia, etc”.

+ SUPERMAX (MARÇAL & BONASSI)
A presença dos roteiristas Marçal Aquino & Fernando Bonassi e da estrela argentina Cecília Roth (uma das mais prestigiadas “chicas de Almodóvar”) em Gramado, não foi casual. Os dois são autores da série “Supermax”, que a Globo lança em breve. Há uma versão brasileira, comandada por José Alvarenga, e uma hispano-americana, comandada por Daniel Burman (nesta, Cecília integra o elenco). Ambas produzidas pela Rede Globo. Bonassi e Marçal mostraram trechos da série no Palácio dos Festivais, de Gramado, e debateram seu trabalho com o público. Marçal ainda fez palestra e participou do Júri de Curta-Metragem.

+ CECILIA ROTH E AS
32 PRODUÇÕES DA GLOBO
No dia em que foi homenageada pelo Festival de Gramado com o Kikito de Cristal, Cecília Roth — além de participar da fabricação do troféu que ano que vem será dado ao homenageado (ou homenageada) hispano-americano do ano — comentou sua experiência “brasileira”: filmar no Brasil, na Rede Globo, foi algo impressionante.
“A emissora” — destacou — “coloca quatro novelas inéditas no ar. Quando estivemos lá, trabalhando sob a direção de Daniel Burman, a versão argentina de “Supermax”, a Globo gerava, simultaneante, em seus amplos estúdios cariocas, 34 produções. Um volume impressionante”. Sobre as duas versões de “Supermax”, ela ponderou: “a brasileira tem mais elementos sobrenaturais. A nossa, bem de acordo com a alma argentina (risos), é mais psicoanalítica”. Ou seja, mais psicológica.

***PREMIO DE MELHOR “DISC-JÓQUEI”

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