BILHETERIAS BRASILEIRAS + BOLETIM FILME B

+ BILHETERIAS BRASILEIRAS

+ BOLETIM FILME B
+ MURILO SALLES

+ BAILE PERFUMADO –

No 49º Festival de Brasília

homenageia o filme 20 anos

depois de sua premiação

****QUE CHIQUE,
O ALMANAKITO
FOI PARAR NO

BOLETIM “FILME B”, POR
CAUSA DE DECLARAÇÃO DE

INGRID GUIMARÃES,
A RAINHA DO BLOCKBUSTER

NACIONAL, EM
ENCONTRO DA EQUIPE DO

LONGA “ENTRE IDAS E VINDAS”
COM JORNALISTAS PAULISTANOS

E BRASILIENSES,
NUM HOTEL NAS CERCANIAS

DA AVENIDA PAULISTA.

* BILHETERIAS
BRASILEIRAS:

Fonte: Boletim Filme B
Data: 18-06-16
Assinaturas: filmeb

Estreia:

Carrossel 2…………………………………………………..1.029.334 (contando pré-estreias)

CONTINUAÇÕES:

Mais Forte Que o Mundo (Zé Aldo)………………533.978
Porta dos Fundos (contrato Vitalício)…………….449.620
NISE, O CORAÇÃO DA LOUCURA……………..145.687
Uma Loucura de Mulher………………………………….104.878
Espaço Além (Mariana Abramovic)…………………..16.693
BIG JATO…………………………………………………………….8.183
PONTO ZERO……………………………………………………..7.676
CAMPO GRANDE……………………………………………….4.536
MENINO 23 (Infâncias Perdidas)…………………………2.720 (subiu 5%)
Estive em Lisboa e Lembrei-me de Você……………….2.689
PARATODOS………………………………………………………..1.775
TRAGO COMIGO………………………………………………….1.756
A Morte de J.P. Cuenca……………………………………………..209

ESTRANGEIROS:

Julieta (Almodóvar)……………………………………………95.442
Florence………………………………………………………………86.167
A Vingança Está na Moda…………………………………..32.960
Margueritte………………………………………………………….28.311

*****49º Festival de Brasília
homenageia o filme Baile
Perfumado, 20 anos depois
de sua premiação

******O BRASIL EM CADA
PLANO DE MURILO SALLES
TRABALHANDO COM HUMBERTO MAURO
E CARROS DE BOI. MOSTRA VIAJARÁ PELO PAÍS?

**************COMEÇA, HOJE, NO RIO, A “MOSTRA MURILO SALLES -O BRASIL EM CADA PLANO”. AS PRIMEIRAS IMAGENS DA MOSTRA PERTENCEM A UM CURTA-METRAGEM DE HUMBERTO MAURO, CREIO QUE O UNICO FILME A CORES DO MESTRE MINEIRO. ELAS FORAM FEITAS PELO JOVEM FOTOGRAFO MURILO SALLES. ELE TEM IMENSO ORGULHO DE TER TRABALHADO COM O DIRETOR DE “GANGA BRUTA”. MURILO, UM DE NOSSOS MAIORES DIRETORES DE FOTOGRAFIA, TORNOU-SE UM ÓTIMO CINEASTA, AUTOR DE FILMES IMPORTANTES COMO “NUNCA FOMOS TAO FELIZES”, “COMO NASCEM OS ANJOS” E “TODOS OS CORAÇÕES DO MUNDO”. Tenho a alegria de conhecer
quase todos os filmes dele (só não conheço o documentário ESTAS SÃO AS ARMAS, que realizou em Moçambique, experiência que, na minha opinião, ele deveria revistar cinematograficamente). ALÉM DO MAIS, MURILO É UM CRAQUE DO TEXTO.
NÓS, JORNALISTAS, COSTUMAMOS RECEBER, DELE, BELAS REFLEXÕES, QUANDO LANÇA NOVOS FILMES. ALGUMAS DELAS DEVEM ESTAR NO CATÁLOGO DA MOSTRA, ORGANIZADO PELO CRITICO E PESQUISADOR CARLOS ALBERTO MATTOS. Será que a NOSSA CAIXA trará a mostra O BRASIL EM CADA PLANO a São Paulo??? ABAIXO, MATÉRIA DE O GLOBO. NA FOTO, MURILO E O MESTRE HUMBERTO MAURO. O NOME DO FILME DO diretor de “O Canto da Saudade” é CARRO-DE-BOI OU DE Bois????

49º FESTIVAL DE BRASÍLIA

DO CINEMA BRASILEIRO

CINE BRASÍLIA, 20 A 27 DE SETEMBRO DE 2016.

Encerramento do Festival fará homenagem aos

20 anos de Baile Perfumado e da retomada do cinema de PE

*Vinte anos após sair de Brasília com o Candango

de melhor longa-metragem, o filme de Paulo Caldas

e Lírio Ferreira será exibido na noite do dia 27 de setembro

O longa-metragem Baile Perfumado é um divisor de águas no cinema pernambucano, marcando a retomada da atividade cinematográfica no estado após 20 anos de estagnação. O filme foi escolhido para a noite de encerramento do

49º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO.

Mas não é de agora que a produção de Paulo Caldas e Lírio Ferreira conquistou Brasília: Baile Perfumado saiu da 29º edição do evento, em 1996, como o grande vencedor, recebendo os Candangos de Melhor Filme, melhor cenografia e melhor ator coadjuvante (para Aramis Trindade). O filme poderá ser (re)visto no dia 27 de setembro, na noite da cerimônia de premiação.

Baile Perfumado possui íntima relação com o movimento mangue beat, que revelou nomes da música brasileira como Chico Science e Fred 04. Ambos adotaram a proposta de valorização do aspecto regional e da cultura de raiz como elemento fundador do contemporâneo. Logo nas primeiras imagens do filme, mostrando o cangaceiro Lampião e seu bando, a música de Chico Science adianta que veremos, na tela, um filme que atualiza o cangaço e sua luta social, contra a miséria e a esperança de mudança.

Realizado em 1996, Baile Perfumado deu início ao terceiro ciclo de produção cinematográfica no Recife – os outros dois ocorreram na década de 1920, o Ciclo do Recife (marcado pela produção de cinema mudo), e na década de 1970, o Ciclo Super-8.

O 49º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO é presidido pelo Secretário de Cultura Guilherme Reis, com coordenação geral de Sérgio Fidalgo (Coordenador de Audiovisual), tendo Graça Coutinho como coordenadora adjunta e Eduardo Valente como curador. Integram, ainda, a comissão de organização do Festival, o crítico e professor de cinema, Sérgio Moriconi e a professora de cinema da UnB, Tânia Montoro, responsável, nesta edição, pela organização dos seminários. Patrocínio do BNDES, Petrobras, Terracap e Banco de Brasília – BRB. Apoio da Lei de Incentivo à Cultura, Sistema Fibra, Câmara Legislativa do Distrito Federal, Canal Brasil, Revista de Cinema, O2Pós, Cine Cultura Liberty Mall. Realização: Secretaria de Cultura do DF.

BAILE PERFUMADO

Direção Paulo Caldas e Lírio Ferreira

ficção, 93min, 1996, PE

A história do jovem e inquieto libanês Benjamim Abrahão que, com apurado faro de comerciante, sai de sua terra, cruza o Atlântico, estabelecendo-se em Recife no final da primeira década do século 20. Como mascate ganha o sertão, chegando a Juazeiro do Norte, onde se torna o homem de confiança do Padre Cícero Romão Batista. Encarrega-se de intensificar o comércio religioso, no rastro da fama do padre. A partir de 1929, quando conhece Virgulino Ferreira, o Lampião, começa um relacionamento marcado pela emoção de registrar a vida no cangaço.

Elenco Duda Mamberti, Luís Carlos Vasconcelos, Aramis Trindade, Chico Diaz, Jofre Soares, Cláudio Mamberti e Giovanna Gold

Roteiro Hilton Lacerda, Paulo Caldas e Lírio Ferreira

Fotografia Paulo Jacinto dos Reis (Feijão)

Direção de arte Adão Pinheiro

Montagem Vânia Debs

Trilha sonora Chico Science, Fred 04, Siba, Lúcio Maia e Paulo Rafael

Som Valéria Ferro e Renato Calaça

Produção Germano Coelho, Marcelo Pinheiro, Lírio Ferreira, Paulo Caldas e Aramis Trindade

Direção de produção Claudio Assis

Produtora Saci Filmes

PAULO CALDAS – nascido em João Pessoa, iniciou sua carreira em Pernambuco como realizador de curtas. Em 1981, dirigiu e escreveu Frustrações, isto é um super-8. Fez mais sete curtas em diferentes suportes, entre eles: Morte no Capibaribe (1983); Nem tudo são flores (1985); Chá (1987 e Ópera cólera (1992). Após seu primeiro longa, Baile perfumado (1996), mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 2000, lançou seu segundo longa-metragem, o documentário O rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas, prêmios de público no Festival de Brasília e no É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, codirigido com Marcelo Luna. Para televisão, dirigiu com Lula Buarque de Hollanda o documentário Sons da Bahia (2002). Em 2005, coescreveu, ao lado de Marcelo Gomes e Karim Aïnouz, o roteiro de Cinema, aspirinas e urubus, dirigido por Gomes, selecionado para a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, e vencedor do prêmio especial do júri no Festival do Rio. Em 2007, lançou o longa de ficção Deserto feliz,pelo qual ganhou o prêmio da crítica, de melhor diretor e de melhor filme do júri popular no Festival de Gramado. Seu novo projeto, em preparação, é Amor sujo.

LÍRIO FERREIRA – nasceu em Recife em 1965. Graduado em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco, começou a se interessar por cinema ainda na faculdade onde exerceu a assistência de direção tanto dos primeiros curtas de Paulo Caldas quanto de Cláudio Assis. Depois de dirigir o programa No Ar para a TV, realiza em 1992 seu primeiro curta-metragem em película O Crime da Imagem, prêmio TV Bandeirantes/Banco do Brasil de melhor curta- metragem do ano de 1993. Em 1994, se junta a Amin Stepple Hiluey e realiza o curta That’s a Lero-Lero, sobre a passagem do cineasta Orson Welles por Recife durante a Segunda Guerra Mundial e que acaba premiado nos Festivais de Brasília e Gramado. Em 1996, em codireção com Paulo Caldas, apresenta Baile Perfumado, primeiro longa-metragem realizado em Pernambuco depois de vinte anos, prêmio de melhor filme no Festival de Brasília. Baile Perfumadotem sua estreia internacional no Festival de Cinema de Toronto e torna-se um dos filmes mais marcantes da chamada retomada do cinema brasileiro. Diretor de videoclipes com artistas nacionais, Lírio Ferreira realiza em 2005 o filme Árido Movie, selecionado para o Festival de Veneza na Mostra Orizzonti daquele ano. Junto com Hilton Lacerda, um assíduo colaborador de outros filmes, lança em 2007 Cartola, um documentário musical sobre o inesquecível compositor carioca. O filme acaba sendo o documentário mais visto no Brasil naquele ano. Dirige, em 2008, outro documentário musical chamado O Homem que Engarrafa Nuvens e com o filme viaja e leva o baião para todos os cantos do mundo, estreando no International Documentary Filmfestival, IDFA, de Amsterdam, e vindo a ser premiado nos festivais de cinema de Los Angeles, Roma, Montevideo, entre outros. O filme ainda foi escolhido o melhor documentário de 2010 pela Academia Brasileira de Cinema. Após realizar outros curtas-metragens e um filme para TV chamado A Espiritualidade e a Sinuca, estrelado por Zé do Caixão e produzido pela produtora Chá Cinematográfico, dirige seu quinto longa-metragem, Sangue Azul.O filme,inteiramente rodado na ilha de Fernando de Noronha, foiselecionado em 2015 para abrir a prestigiosa Mostra Panorama do Festival de Berlim.

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