******PRÊMIOS PLATINO + MENINO 23 , DE BELISARIO FRANCA
+ FERNANDO RODRIGUES + LUÍS NASSIF + O SIGNO DAS TETAS
+ “CINEMA NOVO” NO FEST BRASILIA + VENICIO ARTUR DE LIMA (UnB)


Na foto acima, Belisário Franca encontra o Sr. Argemiro, em sessão
especial, realizada em Foz do Iguaçu-Paraná. Argemiro foi um
dos órfãos levados a fazenda no interior paulista,
recrutado como mão-de-obra escrava.

********”MENINO 23″, DE BELISARIO FRANCA (ESTREIA NESTA QUINTA-FEIRA) + PREMIOS PLATINO (NO URUGUAI) + O SIGNO DAS TETAS + CINEMA NOVO NO FEST BRASILIA + BLOG DE FERNANDO RODRIGUES + BLOG DE LUÍS NASSIF + ARTIGO DE BERNARDO MELLO FRANCO (FSP) + STROVENGAH EM CARTAZ NO MAM (11 à 17 JUL)

“MENINO 23 – INFÂNCIAS

PERDIDAS

NO BRASIL” ESTREIA

NESTA QUINTA (07/07)

Documentário de Belisário Franca é

baseado na tese de Sidney Aguilar Filho

Trailer / Fotos

Fb.com/menino23filme / http://www.menino23.com.br/

“Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, dirigido por Belisario Franca (Amazônia Eterna), estreia nesta quinta (07/07/2016). O longa é uma produção da Giros. A coprodução é da Globo Filmes, Globo News e Canal Brasil, e patrocínio do BNDES. A distribuição é da Elo Company. O documentário acaba de ganhar dois prêmios no festival Cine Ceará – roteiro e montagem – e de participar do festival italiano Ischia Film Festival.

O filme acompanha a pesquisa do historiador Sidney Aguilar, que descobriu que durante os anos 1930, 50 meninos negros foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para uma fazenda no interior de São Paulo, onde foram submetidos a trabalho escravo e identificados por números. No filme, Aloísio Silva (o “menino 23”) e Argemiro Santos, assim como a família de José Alves de Almeida (o “Dois”), revelam suas histórias pela primeira vez.

SINOPSE — A partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, o filme acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar e a descoberta deum fato assustador: durante os anos 1930, cinquenta meninos negros foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados. Lá, passaram a ser identificados por números e foram submetidos ao trabalho escravopor uma família que fazia parte da elite política e econômica do país, e que não escondia sua simpatia pelo ideário nazista. Dois sobreviventes dessa tragédia brasileira, Aloísio Silva (o “menino 23”) e Argemiro Santos,assim como afamília de José Alves de Almeida (o “Dois”),revelam suas histórias pela primeira vez.

FICHA TÉCNICA

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