***** CINEOP 2016 — ANO XI — O filme germano-brasileiro FILHOS DE BACH, dirigido por Ansgar Ahlers, foi rodado na Alemanha e no Brasil (em Ouro Preto). Com produção brasileira da Conspiração Filmes e parceiros da Baixa Saxônia. Sua exibição na MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO lotou o Cine BNDES Praça. A população enfrentou frio brutal, sem que ninguém batesse em retirada. Afinal, a cidade de OURO PRETO, com suas igrejas, casarios e becos, é o principal cenário principal desta trama juvenil, que gira em torno de Marten Brückling, um ex-professor de música, muito solitário, que recebe, como herança, um bem muito raro: uma partitura perdida de Johann Sebastian Bach, o gênio alemão. Para ter direito à herança, ele deve vir buscá-la no Brasil, numa pequena cidade interiorana. O que se verá daí em diante é uma aventura que, em certos momentos, lembra CARROSSEL, o filme do SBT e parceiros. Pois a trama levará o professor a um colégio que atende a meninos carentes. E no colégio haverá uma inspetora malvada, que infernizará a vida dos moleques. No elenco, atores alemães, que nós não conhecemos, e brasileiros, como o ótimo Aldri Assunção (do filme baiano “Revoadada”e da peça “Namíbia, Não!”), Stepan Nercessian e Marília Gabriela (como a ministra da Justiça do Brasil). A trama é ingênua e idealiza a função salvadora da arte. Produtores e diretor acreditam demais na redenção pela música. A personagem da inspetora é muito caricata e destoa dos demais. Se o nome de BACH evoca música barroca

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