*******CINECEARÁ 2016 — ANO 26 — O jovem cineasta cearense ARTHUR LEITE (nesta foto com sua produtora BARBARA CARIRY) teve o privilégio de abrir, com ABISSAL, a vigésima-sexta edição do Festival Ibero-Americano de Fortaleza, sem necessitar, para tanto, de ajuda bairrista. Afinal, o filme chegou a seu estado de origem depois de conquistar, na categoria curta-metragem, o prêmio máximo do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários de São Paulo. No palco do belo Cine São Luiz, ARTHUR lembrou que devia ao Governo Lula sua iniciação no cinema. Afinal, vivia num pequeno município (Quixeré) de 18 mil habitantes, quando soube que projeto de INCLUSÃO SOCIAL da Secretaria do Audiovisual-MinC — o Revelando os Brasis — financiaria filmes de moradores de cidades com menos de 20 mil habitantes. Foi selecionado e realizou MATO ALTO. O curta teve boa aceitação e ele percebeu que poderia prosseguir e transformar seu sonho em realidade. Realizou outros curtas (solo ou em parceria) e agora prepara minissérie para TV e um longa-metragem que têm, ambos, a árvore genealógica de sua família como tema. ABISSAL é um mergulho nos desvãos da memória da avó do diretor, Rosa, e traz à tona confissões inesperadas. Tudo que ARTHUR ouvira da avó era uma história inventada (e cultivada) por ela. Na hora em que — depois de muito titubear, para não desagradar ao pastor evangélico da igreja que frequenta há vinte anos — ROSA resolveu falar, muitas (e inesperadas) histórias de amores e traições vieram à tona. ARTHUR vai dedicar sua primeira minissérie a novos mergulhos na história de ROSA. Pretende, ainda, localizar o avô desconhecido (se ele estiver vivo, terá 93 ou 94 anos) tema inicial de curta-metragem que acabou centrando seu foco na avó evangélica. Rosa tem 75 anos.

Enviado do Ipad de Rosário

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