****LIVRO (MARIA ANTONIA)

+ OLHAR DE CINEMA EXIBE, HOJE, A COMUNIDADE,
FILME DE THOMAS VINTERBERG, FOTO ABAIXO.

+
******* AUGUSTO DE CAMPOS + NISE, O FILME
+ CINEOP + FAM + CINECEARÁ 2016

****”UM MUNDO

COBERTO DE JOVENS”,
LIVRO SOBRE A GERAÇÃO

MARIA ANTONIA —
ESTADÃO, TEXTO DE

LUIZ FERNANDO ZANIN ORICCHIO

“Um Mundo Coberto de Jovens”, link
CADERNO 2, ESTADÃO, 05-JUNHO-2016

http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,livro-um-mundo-coberto-de-jovens-conta-lutas-contra-a-ditadura,10000055425

Rô Caetano
Maria do Rosário Caetano
Blog: www.almanakito.wordpress.com

+ OLHAR DE CINEMA:

NOITE DE PRÊMIOS E DE SESSÃO ESPECIAL DE “A COMUNIDADE” (DE THOMAS VINTERBERG) + AUGUSTO DE CAMPOS + NISE, O FILME + CINEOP 2016 (ANO XI) + FAM 2016 (ANO XX) + CINECEARÁ 2016 (NO XXVI): Homenagem ao ator Chico Diaz dá início ao festival cearense nesta noite de quinta-feira.

+ FRED COELHO COMENTA
“NISE, O CORAÇÃO DA LOUCURA”,
DE ROBERTO BERLINER. FILME SOBRE A
PSIQUIATRA REBELDE, NISE DA SILVEIRA
JÁ VENDEU 140 MIL INGRESSOS

+ AUGUSTO DE CAMPOS X GULLAR

+ CINECEARÁ 2016: Homenagem ao ator Chico Diaz
dá início à 26a. edição do festival cearense

+ HOJE À NOITE SERÃO
CONHECIDOS OS
MELHORES FILMES DO
OLHAR DE CINEMA 2016, EM
CURITIBA, EM SESSÃO ESPECIAL,
QUE ALÉM DA CERIMÔNIA DE
PREMIAÇÃO, EXIBIRÁ O LONGA
DINAMARQUÊS “A COMUNIDADE”,
DE THOMAS VINTERG,
COM A MAGNIFICA ATRIZ
TRINE DYRHOLM, Urso de Prata de melhor
interpretação feminina, em Berlim 2015.

+ FAM FLORIPA E O CINEMA DO MERCOSUL

+ CINEOP (CINEMA & MEMÓRIA) — OURO PRETO-MG
****CINECEARÁ 2016 – ANO 26

Homenagem ao ator Chico

Diaz dá início ao 26º Cine Ceará

Longa basco “Avó”, de Asier Altuna, abre a

Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem

DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

O ator mexicano Chico Diaz será homenageado na primeira noite da 26ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero Americano de Cinema, nesta quinta (16), às 19h30, no Cineteatro São Luiz. Com uma carreira que passa pelo cinema, teatro e televisão, Chico já realizou mais de 40 filmes, 30 projetos de TV, como novelas, seriados e minisséries. Participou de filmes como Benjamim e Amarelo Manga, pelo qual recebeu o prêmio Candango de melhor ator, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2002. Filho de mãe brasileira e pai paraguaio, Chico se diz carioca de carteirinha e nordestino na arte. O nordestino fica por conta da experiência adquirida em grandes papéis no cinema e na TV, como o cangaceiro de “Corisco & Dadá” (filme que está completando vinte anos), o coronel Zé de Zito do longa “Baile perfumado”, entre outros.

Filme de Abertura — A Mostra Competitiva de Longa-metragem começa na noite de abertura, com a exibição do espanhol “Avó”, de Alsier Altuna. A trama mostra o conflito entre pais e filhos, entre urbano e rural, entre passado e presente. Thomas e Amaia, pai e filha, duas formas opostas de entender a existência e uma avó que observa o mundo a partir do mais eloqüente dos silêncios. O filme foi premiado no Grande Prêmio do Júri de Melhor Filme ­ Festival de Cine Español y Latinoamerica de Ajaccio, 2015 e ganhou como Melhor Filme Basco no Prêmio Irizar ao Cinema Basco ­ San Sebastian International Film Festival.

A atriz do longa Iraia Elias Muniain, estará presente na sessão de abertura. Ela também participará de um debate na sexta, às 10h, no Hotel Mareiro.

Já na Mostra de Competitiva Brasileira de Curta-Metragem, o nacional “Abissal” é o primeiro a ser apresentado, às 20h30 no Cineteatro São Luiz.

O Festival — O 26° Cine Ceará é uma promoção da Universidade Federal do Ceará, através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, e conta com o apoio do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, Prefeitura Municipal de Fortaleza, via Secultfor, e Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual (Lei Federal de Incentivo à Cultura). Patrocínio Master: Banco Nacional do Desenvolvimento – BNDES. Patrocínio Vip: Coelce e SP Combustíveis. O Festival é uma realização da Associação Cultural Cine Ceará, Corte Seco Filmes e Bucanero Filmes.

SERVIÇO

26° Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema – De 16 a 22 de junho de 2016 em Fortaleza. Informações: http://www.cineceara.com. E-mail: contatos@cineceara.com. Tel: (85)3055-3465.

PROGRAMAÇÃO 16/06 (QUINTA)

16/06 (QUINTA)

Cineteatro São Luiz

20h00 – CERIMÔNIA DE ABERTURA DO 26º CINE CEARÁ

HOMENAGEM A CHICO DIAZ

HOMENAGEM AO CINEMA MEXICANO

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM

Abissal (Arthur Leite. Doc.. HD. 17’. Cor. CE. 2016. Livre)

MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

Avó (Asier Altuna. Ficção. 103’. DCP. Cor. ESPANHA. 2015. 12 anos)

OBS: Nesta sexta-feira (17/06), às 10h00, haverá debate no

Hotel Mareiro com os realizadores dos filmes exibidos nesta quinta.

****FLORIANÓPOLIS AUDIOVISUAL
MERCOSUL, O FAM FLORIPA,
DÁ INICIO À SUA VIGÉSIMA EDIÇÃO
NESTA SEXTA-FEIRA, NA CAPITAL CATARINENSE.

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Com longas do Brasil,

Argentina, Chile e Paraguai,

começa nesta sexta (17)

o 20º FAM – Florianópolis

Audiovisual Mercosul.

DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

Boi Neon, filme do pernambucano Gabriel Mascaro, premiado em Havana, Veneza, Varsóvia, Toronto, Hamburgo, Rio e Salvador, abre a Mostra de Longas do FAM 20 anos – Florianópolis Audiovisual Mercosul, na próxima sexta-feira, dia 17 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

A Mostra de Longas traz ainda o primeiro longa-metragem do cineasta e roteirista gaúcho José Pedro Goulart, Ponto Zero, e três filmes argentinos: Paulina, de Santiago Mitre; Zanjas, de Francisco Paparella; e El Movimiento, de Benjamin Naishtat. Os outros dois longas que completam a mostra são o chileno Vida Sexual de las Plantas, de Sebastián Brahm, e o paraguaio Mangoré, por amor al arte, com roteiro e direção do chileno Luis Vera.

Abertura — Boi Neon, que abre a Mostra de Longas do FAM 20 anos nesta sexta-feira, centra sua narrativa no personagem Iremar, vivido por Juliano Cazarré, um insólito vaqueiro que sonha em ser estilista. Mascaro apresenta esse Brasil rural como um imenso terreno baldio repleto de prédios abandonados de antigas fábricas e aterros a céu aberto, onde perambulam personagens que sonham em ser alguém que não são, e que provavelmente nunca serão.

No sábado, será exibido Zanjas, o western patagônico do diretor argentino Francisco J. Paparella. O personagem principal, Zamora, é um trabalhador rural, um homem solitário e misterioso, às voltas com um passado que o atormenta e do qual não consegue se livrar, busca o isolamento nas montanhas. Um cavador de valas (zanjas em espanhol), que na dura rudeza do seu dia a dia busca a expiação de seus pecados interiores. Rústico e corajoso, Zanjas explora a beleza cinematográfica do cenário da Patagônia para contar uma história de uma pequena cidade onde tudo parece estar fora do lugar, onde as situações não se encaixam e cujas aparências, o que se mostra, os silêncios, as ações, os comportamentos, ocultam um significado que a todo momento joga com o espectador.

Ponto Zero, a atração de domingo, é o primeiro longa-metragem de Zé Pedro Goulart, um dos grandes nomes da geração anos oitenta do cinema gaúcho de curta-metragem, ao lado de Jorge Furtado, com quem fez Temporal (1984) e o celebrado O Dia em que Dorival Encarou a Guarda (1986). O filme trata do amadurecimento de um garoto de 14 anos, Ênio, interpretado em meio a silêncios e olhares pelo também estreante Sandro Aliprandini.

Dinheiro coreano

El Movimiento, de Benjamin Naishtat, é o longa da segunda-feira, dia 20. Vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival de Mar Del Plata, o filme se passa em 1835, época da Mazorca, organização paramilitar ligada ao caudilho Juan Manuel Rosas, que controlava a província de Buenos Aires utilizando o terror como instrumento de governo, com grupos armados que percorriam o infinito Pampa argentino atormentando e oprimindo os poucos camponeses que ali viviam. El Movimiento foi filmado em preto e branco em 10 dias e concluído em quatro meses, com um orçamento de 90 mil dólares obtido como prêmio no festival coreano Jeonju Cinema Project com o longa de estreia de Naishtat, Historia del Miedo.

Na terça, será apresentado Vida Sexual de las Plantas, segundo longa do diretor chileno Sebastián Brahm, atualmente em cartaz em Santiago. O filme é uma investigação sobre a intimidade e a inadequação, foca sua narrativa em Bárbara (numa grande interpretação de Francisca Lewin), uma paisagista em um relacionamento estável com o advogado Guillermo (Mario Horton) que chega aos 30 anos sentindo-se pronta para engravidar. Um acidente, porém, muda por completo o convívio do casal. A culpa e o rancor tomam conta da vida a dois. O sexo passa a ter significados diferentes para cada um, e o amor e a paciência, que pareciam duradouros, deixam de existir.

O longa de quarta-feira, dia 22, será o argentino Paulina, de Santiago Mitre, refilmagem de um clássico do cinema argentino de 1960 (La patota, dirigido por Daniel Tinayre e com a musa argentina dos anos 1940/50, Mirtha Legrand, no papel principal). Na nova versão, Paulina Vidal, interpretada por Dolores Fonzi , é uma advogada com uma carreira promissora em Buenos Aires que decide voltar à sua cidade natal, Posadas, capital da província de Misiones, para se dedicar à atividade social. Na segunda semana após sua chegada, ela é atacada e violada por uma gangue (patota, em castelhano). Ante a surpresa de todos que a rodeiam, inclusive seu pai (Oscar Martínez, de Relatos Selvagens), um juiz progressista que deseja prender e punir os responsáveis pelo estupro da filha, Paulina decide voltar a trabalhar na escola do bairro. O espanto do pai é maior quando Paulina se descobre grávida e opta por não abortar e não denunciar os que a atacaram.

Amor à arte — Na quinta-feira, será exibido o filme paraguaio Mangoré, por amor al arte, cinebiografia do grande violonista clássico paraguaio Agustín Pío Barrios (1885-1944) e maior produção do cinema guarani, dirigida pelo chileno Luis Vera. Rodado em vários países latino-americanos, Mangoré é interpretado pelo estreante paraguaio Cesar Franco, como Barrios na fase jovem, e pelo mexicano Damián Alcázar (o padre Natalio de O Crime do Padre Amaro), na fase adulta. A brasileira Aparecida Petrowky faz o papel de Gloria, que Mangoré conheceu no Rio, em 1930, e que foi sua companheira até o final da vida.

Na sexta, o FAM 20 anos encerra com dois filmes brasileiros. Às 18h, será exibido o filme Angelus Novus, dirigido pelo casal de cineastas catarinenses Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting. Angelus Novus, que tem como proposta o cinema como experimento, sem a necessidade de contar uma história, ultrapassando os limites do convencional, foi inteiramente captado em formato digital na cidade catarinense de Urubici e tem no elenco Edgard Navarro, diretor baiano, mito do cinema marginal dos anos 1970/80; Daniel Santiago, performer e artista visual da dupla Brusky & Santiago, de Recife; Chico César, cantor, compositor paraibano que estreia como ator/performer; e Juliana Elting, atriz do grupo Oficina, de José Celso Martinez Corrêa.

Após a premiação da Mostra Competitiva, o Festival encerra com a exibição de Campo Grande, de Sandra Kogut. O filme conta a história de duas crianças pequenas que aparecem do nada no apartamento de Regina, uma mulher de classe média em Ipanema, no Rio de Janeiro.

O FAM 2016 tem o patrocínio da Petrobras com apoio da Secretaria de Cultura da Universidade Federal de Santa Catarina e realização da Associação Cultural Panvision.

Outras Mostras —-Além da Mostra DOC-FAM, o FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul traz ainda as mostras Curtas Catarinenses (com seis filmes), Curtas Mercosul, (com 15 produções) e a Mostra Infantojuvenil (com mais seis flmes).

No total, serão 35 produções de seis países participando das quatro mostras do FAM Florianópolis Audiovisual Mercosul, de 17 e 24 de junho, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, sempre com entrada gratuita.

Confira a lista de todos os filmes selecionados, em ordem alfabética:

MOSTRA DOC-FAM:

• 5 Vezes Chico – O Velho e sua Gente, de Gustavo Spolidoro, Ana Rieper, Camilo Cavalcante, Eduardo Goldenstein, Eduardo Nunes | Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Sergipe – 90min.

• A Noite Escura da Alma, de Henrique Dantas | Bahia – 95min.

• Ao Som do Chamamé, de Lucas de Barros | Florianópolis – 110min.

• Central, de Tatiana Sager | Porto Alegre – 87min.

• Olhar de Nise, de Jorge Oliveira | Brasília – 84min.

• Zebras, de Javier Zevallos | Buenos Aires, Argentina – 74min.

MOSTRA CURTAS CATARINENSES:

• A Fresta, de Luana de Amorim Machado | Palhoça – Ficção – 20min.

• Buracão, de Teka Simon e Camila Oliveira | Blumenau – Documentário – 18min.

• Deserto Verde, de Juliana Kroeger | Florianópolis, Correia Pinto, Otacílio Costa – Documentário – 29min.

• Echá Pa’Lante, de Brian Ruiz, Cecília Brancher, Irene Gutierrez | Florianópolis, San José e Colón – Brasil, Costa Rica e Panamá – Documentário – 5min.

• Good Friday’s With Porao 26, de Howard Cohen | Florianópolis – Documentário – 22min.

• O Morto, de Fabrício Porto | Joinville. – Ficção – 6min.

Convidado: Clareando , de José Boita | Chapecó – Ficção – 16min.

MOSTRA CURTAS MERCOSUL:

• Castillo y el Armado, de Pedro Harres | Porto Alegre – Animação – 13min.

• Chacal Palavra Filme, de Piu Gome | Rio de Janeiro – Documentário – 19min.

• D.E.U.S, de Rafael Costa | Rio de Janeiro – Ficção – 15min.

• Dia dos Namorados, de Roberto Burd | Porto Alegre – Ficção – 9min.

• Estokolmo, de Esteban Santana-Nicolas Klein | Puerto Varas, Chile – Ficção – 13min.

• Las musas de Pogue, de Germán Arango | Medellín, Bojayá, Colômbia – Documentário – 30min.

• LUX, de Alvaro Luque | Lima, Peru – Ficção – 7min.

• O Demônio e as Margaridas, de Ronaldo dos Anjos | Florianópolis – Ficção – 15min.

• Quem não tem cão, de Cíntia Domit Bittar | Florianópolis – Ficção – 13min.

• Rosinha, de Gui Campos | Brasília – Ficção – 14min.

• Vacío, de Joaquín Vallés | Montevideo, Uruguai – Ficção – 08min.

• Especial Oberá en Cortos: Yasi Pora, de Cecilia Belén Sandoval, Pavel Tavares | Missiones, Argentina – Documentário – 26min.

Convidados:

• A Galinha da Vizinha, de Beatriz Peixoto | Florianópolis – Ficção – 27min.

• Rio da Madre, de Fabio Bruggemann | Florianópolis – Ficção – 20min.

• Quem matou Eloá?, de Lívia Perez | São Paulo – Documentário – 24min.

MOSTRA INFANTOJUVENIL:

Crônicas de OlIver, de Italo Rocha e Marcelo Zuza | Rio Branco – Animação – 23min.

H2Obby, de Flávia Trevisan | São Paulo – Animação – 3min.

• Meu Pequeno Herói Não Sabe Voar, de Pedro Jorge | São Paulo – Ficção – 19min.

• O Melhor Som do Mundo, de Pedro Paulo de Andrade | São Paulo – Ficção – 13min.

• Òrun Àiyé – A Criação do Mundo, de Jamile Coelho e Cintia Maria | Salvador – Animação – 12min.

• Salu e o Cavalo Marinho, de Cecilia da Fonte | Pernambuco – Animação – 13min.

Convidado: Crisálida (piloto de série), de Serginho Melo | Florianópolis – Ficção – 20min.

O FAM 20 anos tem o patrocínio da Petrobras com apoio da Secretaria de Cultura da Universidade Federal de Santa Catarina com realização da Associação Cultural Panvision.

*****20º FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul

17 a 24 de junho de 2016

Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.

Entrada Gratuita — Site Oficial: www.famdetodos.com.br

******* MOSTRA CINEOP
2016 — OURO PRETO-MG

CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto
22 a 27 de junho de 2016

11ª CINEOP EXIBE 91 FILMES ENTRE CLÁSSICOS HISTÓRICOS, PRÉ-ESTREIAS HOMENAGENS E PRODUÇÕES REALIZADAS NO CONTEXTO ESCOLAR

Seis dias de programação gratuita, 34 sessões de cinema com exibição de 19 longas, sete médias, 65 curtas em três espaços de Ouro Preto – Praça Tiradentes, Cine Vila Rica e Centro de Convenções

DA ASSESSORIA DE IMPRENSA

A 11ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto selecionou 91 filmes distribuídos 34 sessões de cinema que serão realizadas em três espaços da cidade histórica: Cine Vila-Rica, Cine BNDES na Praça e Centro de Convenções. Serão exibidos 19 longas, sete médias e 65 curtas, sendo 42 deles produzidos por educadores e estudantes no contexto escolar e que serão apresentados na Mostra Educação, que integra pelo segundo ano consecutivo a programação de filmes da CineOP.

Além da Mostra Educação, a programação abrangente e gratuita do evento exibirá filmes distribuídos nas mostras Contemporânea, Preservação, Homenagem, Histórica e Praça, para longas e médias, e as Mostras Preservação, Histórica, Praça, Venturas, Mostrinha e Horizontes para os curtas-metragens. Os títulos representam diversas expressões da produção cinematográfica brasileira, em diferentes formatos e épocas, de 12 estados brasileiros (SP, RJ, MG, PR, RS, SC, RN, PB, PE, CE, GO e SE).

Um dos diferenciais da CineOP é seu posicionamento como principal – senão o único – evento em todo o país voltado para a preservação e história do cinema. A Mostra se propõe a olhar para o passado para compreender o presente e pensar no futuro. Por isso, o eixo temático da 11ª CineOP é Cinema, TV e Educação.

A seleção da Mostra Histórica, assinada pelo curador e crítico de cinema Francis Vogner dos Reis, buscou reunir produções históricas enfocam a temática proposta para esta edição da CineOP: o período da chamada Abertura Política que vai de 1976 até a nova Constituição, em 1988. O público poderá conferir nas telas, e também nos debates, como o cinema, de alguma maneira sentiu, pensou e reagiu ao processo de abertura democrática brasileira.

Além disso, a Mostra presta homenagem ao diretor Eduardo Coutinho, um dos mais importantes documentaristas do país, exibido na abertura do evento, no próximo dia 23, seu mais importante filme “Cabra Marcado Para Morrer”. Serão exibidos ainda, na Mostra Homenagem, os longas-metragens Jogo de Cena e Últimas Conversas.

Entre os títulos selecionados para a Mostra Histórica, os filmes Eles não usam Black Tie, de Leon Hirszman (1981) e A Próxima Vítima, de João Batista de Andrade (1983), fazem uma avaliação mais direta desse período político no País. Já o longa Extremos do Prazer, de Carlos Reichenbach (1983), tentava entender a experiência de uma juventude, filhos da ditadura; o média Superoutro, de Edgard Navarro (1989) é uma perspectiva tardia da contracultura frente a falta de horizonte político num período de pós-ditadura e, por fim, um filme que exemplifica bem o processo dessa Nova República pós-constituinte é Festa, de Ugo Giorgetti (1989). Outros filmes que merecem atenção do público são os Cases Cinema e TV, que integram a Mostra Histórica e que dialogam também com a Temática Preservação.

Ainda a partir de um olhar para o passado, mas mudando o foco para outro tipo de dispositivo audiovisual, na 11ª CineOP a Temática Preservação vai refletir sobre o acesso e a preservação de Arquivos de Televisão. O filme emblemático da Mostra Preservação em 2016 é o documentário Jango (1984), de Silvio Tendler. Para a realização do longa-metragem, o diretor utilizou vasto material de arquivo para acompanhar a trajetória do ex-presidente João Goulart, deposto no golpe civil-militar de 1964.

A Mostra Contemporânea da CineOP contará com duas pré-estreias nacionais: Filhos de Bach, uma co-produção Brasil-Alemanha, dirigida por Ansgar Ahlers, e Crônicas da Demolição, dirigido por Eduardo Ades. A seleção de produções contemporâneas traz filmes que, de diversas maneiras, relacionam-se com a noção de Cinema Patrimônio, que é um dos focos de atenção da Mostra. Alguns dos destaques são: Mar de Fogo, de Joel Pizzini; Satan Satie ou Memórias de um Amnésico, de Juruna Mallon e Lucas Parente; Sem Título #2: La MerLarme, de Carlos Adriano.

O público que participar da CineOP poderá conferir a diversidade da produção em curtas-metragens nas mostras: Horizontes, Histórica, Praça, Preservação, Venturas, Educação, Mostrinha e Cine-Escola. A curadoria dos títulos contemporâneos (Horizontes, Praça e Venturas) ficou a cargo de Francis Vogner dos Reis. Entre os filmes estão Retalho (MG), de Hannah Serrat; Super Frente, Super-8 (SE), de Moema Pascoini; A Casa Sem Separação (PR) de Nathália Tereza; História de uma Pena (CE), de Leonardo Mouramateus; Lápis Sem Cor (GO), de Iuri Moreno e A Bolsa (SP), de Deborah Perrotta, Jason Tadeu e Marcela Cardoso, entre outros.

A Mostra Educação, reúne 42 curtas produzidos no Brasil por educadores e estudantes no contexto escolar e espaços não-formais de ensino. Os filmes serão exibidos em duas sessões durante a mostra, divididos nas temáticas Mostra Kino Animação, Mostra Kino Ambiental, Mostra Kino Ocupação, Mostra Kino Diversidade, Mostra Kino Carta e Mostra Kino Mudo.

Em 2016, a Mostra Educação contará ainda com a exibição do documentário em longa-metragem Acabou a paz, isto aqui vai virar o Chile, escolas ocupadas em São Paulo, dirigido por Carlos Pronzato. O filme retrata o levante dos estudantes paulistas no segundo semestre de 2015 contra o fechamento de 94 escolas, que culminou na ocupação de mais de 200 que seriam afetadas pelas ações de precarização do ensino público engendradas pelo Governo de Geraldo Alckmin. A coragem, a autonomia, a horizontalidade e solidariedade demonstradas pelos secundaristas paulistas, inspirados no exemplo dos estudantes secundaristas chilenos, os famosos Pinguins, deixou sua marca na história das lutas populares do Brasil.

CONFIRA A RELAÇÃO COMPLETA DE FILMES DA 11ª CINEOP

LONGAS

CINE-ESCOLA

AS AVENTURAS DO AVIÃO VERMELHO, Frederico Pinto e José Maia – RS

ANTES QUE O MUNDO ACABE, Ana Luiza Azevedo – RS

O QUE QUEREMOS PARA O MUNDO?, Igor Amin – MG

TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS, Sérgio Machado – SP

MOSTRA CINEMA E TV

DOCE DE MÃE, Jorge Furtado e Ana Luisa Azevedo – RS

O VIGILANTE EM MISSÃO SECRETA – RS

MOSTRA CONTEMPORÂNEA

CRÔNICA DA DEMOLIÇÃO, Eduardo Ades – RJ

FILHOS DE BACH, Ansgar Ahlers – RJ

MOSTRA EDUCAÇÃO

ACABOU A PAZ, ISTO AQUI VAI VIRAR O CHILE, ESCOLAS OCUPADAS EM SÃO PAULO, Carlos Pronzato – SP

MOSTRA HISTÓRICA

A PROXIMA VÍTIMA, João Batista de Andrade – RJ

ELES NÃO USAM BLACK TIE, Leon Hirszman – RJ

EXTREMOS DO PRAZER, Carlos Reichenbach – SP

FESTA, Ugo Giorgetti – SP

MOSTRA HOMENAGEM

CABRA MARCADO PARA MORRER, Eduardo Coutinho – RJ

JOGO DE CENA, Eduardo Coutinho – RJ

MOSTRA HOMENAGEM / MOSTRA JOVEM

ÚLTIMAS CONVERSAS, Eduardo Coutinho – RJ

MOSTRA PRESERVAÇÃO

JANGO, Silvio Tendler – RJ

LOST ZWEIG, Sylvio Back – RJ

MÉDIAS

MOSTRA CINEMA E TV

RETRATO DE CLASSE, Gregório Bacic – SP

PATROA X EMPREGADA, Alberto Salvá – SP

MOSTRA CONTEMPORÂNEA

BAHIA SCI FI, Petrus Pires – BA

DIAS DE TROVÃO, Alexandre Rafael Garcia – PR

SATAN SATIE OU MEMÓRIAS DE UM AMNÉSICO, Juruna Mallon e Lucas Parente – RJ

SEM TÍTULO #2: LA MER LARME, Carlos Adriano – SP

MOSTRA HISTÓRICA

SUPEROUTRO, Edgar Navarro

CURTAS

MOSTRINHA

A ORELHA DE VAN GOGH, Thiago Franco – MG

MEU PEQUENO HERÓI NÃO SABE VOAR, Pedro Jorge – SP

O TEMPO DAS FORMIGAS, Anahi Borges – SP

MÃE D’ÁGUA, Lamonier Angelo – BA

MOSTRA CONTEMPORÂNEA

MAR DE FOGO, Joel Pizzini – RJ

HISTÓRIA NO NAVIO FANTASMA, André Bomfim e Gustavo Rosa de Moura – SP

TESTEMUNHA OCULAR DA HISTÓRIA, José Carlos Faria, Matheus Topine e Telma Barros – RJ

MOSTRA EDUCAÇÃO

42 curtas brasileiros realizados em contexto escolar

MOSTRA HORIZONTES

CINEFILIA, Calac Nogueira – RJ

MEMÓRIA DA PEDRA, Luciana Lemos – BA

RETALHO, Hannah Serrat – MG

SUPER FRENTE, SUPER-8, Moema Pascoini – SE

MOSTRA PRAÇA

A BOLSA, Deborah Perrotta, Jason Tadeu e Marcela Cardoso – SP

LÁPIS SEM COR, Iuri Moreno – GO

O HOMEM QUE VIROU ARMÁRIO, Marcelo Ikeda – CE

PARQUE PESADELO, Aly Muritiba, Francisco Gusso e Pedro Giongo – PR

MOSTRA VENTURAS

A CASA SEM SEPARAÇÃO, Nathália Tereza – PR

ANTONIETA, Flávia Person – SC

BRUTALIDADE, Henrique Zanoni – SP

CUSCUZ PEITINHO, Rodrigo Sena E Julio Castro – RN

DIVA, Clara Bastos – SP

HISTÓRIA DE UMA PENA, Leonardo Mouramateus – CE

PORFÍRIO, Henrique Borela – GO

RAPSÓDIA PARA UM HOMEM NEGRO, Gabriel Martins – MG

Link para as fotos do evento e programação – 11ª CineOP

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Acompanhe a 11ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto e o programa Cinema Sem Fronteiras 2016

Participe da Campanha #eufaçoaMOSTRA

Twitter: universoprod

Facebook: universoproducao / cineop

Instagram: universoproducao

Web: cineop.com.br

Informações pelo telefone: (31) 3282.2366

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Serviço:

11ª CINEOP – MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO

22 a 27 de junho de 2016

Idealização e realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

Patrocínio Máster: BNDES

Patrocínio: CEMIG | GOVERNO DE MINAS GERAIS

Incentivo: LEI FEDERAL DE INCENTIVO A CULTURA

Parceria: UFOP – Universo Federal de Ouro Preto

Apoio: Instituto Universo Cultural, Prefeitura Municipal de Ouro Preto, Café 3 Corações, Coca-Cola|Heineken

Realização: UNIVERSO PRODUÇÃO

GOVERNO FEDERAL|PÁTRIA EDUCADORA

LOCAIS DE REALIZAÇÃO DO EVENTO

Cine Vila Rica (plateia 400 lugares)

Centro de Artes e Convenções |Cine-Teatro (plateia 510 lugares)

Praça Tiradentes – Cine-Praça (plateia 1000 lugares)

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