****** O SENHOR DAS JORNADAS,
SÉRIE DE JORGE ALFREDO GUIMARÃES, SOBRE AS JORNADAS CINEMATOGRÁFICAS DE GUIDO ARAUJO, de guayabera preta, ao centro, cercado pela produtora Sylvia Abreu e pela alma gentil da CANTINA DA LUA, Clarindo Silva, razão de ser do filme A RESISTÊNCIA DA LUA, DE Otavio Bezerra. Ao fundo, o cineasta e compositor Jorge Alfredo. Neste domingo, as gravações da série se deram justo na CANTINA DA LUA, no Pelourinho. GUIDO E CLARINDO relembraram a passagem de A RESISTÊNCIA DA LUA pela Jornada de Cinema da Bahia, na qual o filme de Bezerra ganhou o Tatu de Ouro. O filme também foi premiado no Festival de Havana. Clarindo, que está ligado à CANTINA DA LUA desde 1971 (este espaço plantado no CENTRO HISTÓRICO DE SALVADOR NASCEU EM 1945) realiza esta semana, neste ano de 2016, em que festejamos o Centenário do Samba, festa para lembrar os 80 anos de partida de NOEL ROSA. E festeja o sucesso de dois livros. Um que conta a história da CANTINA DA LUA e outro que CONTA A HISTÓRIA DELE. Quem quiser conhecer a história de CLARINDO E DE SUA FAMOSA CANTINA pode ler os dois livros ou consultar a internet. NAS FILMAGENS DE “O SENHOR DAS JORNADAS”, Clarindo mostrou a placa dedicada a
GUIDO ARAUJO, que está posta abaixo da de MARTINHO DA VILA, BETE MENDES E CARLOS MARIGHELA. Me emocionei muito com placas dedicadas a outros grandes brasileiros, como o compositores Gilberto Gil e João Bosco, mas uma, em especial, tocou meu coração, a de
EDERALDO GENTIL, criador de música que marcou minha juventude, O OURO E A MADEIRA, gravada pelos Originais de Samba e regravada, em 2007, no CD “BETH CARVALHO E O SAMBA DA BAHIA”.

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