ALMANAKITO — QUINTA-FEIRA (25-07-13)

+ MOSTRA DE CINEMA ÁRABE, PROMOVIDA
 PELO INSTITUTO DA CULTURA ARABE: EM BREVE, EM SP:
Vai exibir o documentário, finalista ao Oscar,
“Cinco Câmaras Quebradas”. O diretor
do filme virá ao Brasil.
+ MOSTRA OSCAR MICHEAUX, PIONEIRO DO
CINEMA NEGRO NOS EUA (CCBB-SP)
+ ARTUR XEXEO E O CINEMA BRASILEIRO
+ NELSON HOINEFF PASSA BEM
+ CLAUDE AMARAL PEIXOTO
+ JEAN-CLAUDE BERNARDET
+ CHIQUINHO BRANDÃO
+ FEST BRASILIA ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINAS
+ DOMINGUINHOS – QUEM QUISER SABER MUITO DA HISTÓRIA DE DOMINGUINHOS, QUE PARTIU ONTEM, DEVE LER O BELO LIVRO “O FOLE RONCOU!- UMA HISTÓRIA DO FORRÓ”, de Carlos Marcelo & Rosualdo Rodrigues (Editora Zahar, 2012). E pode ver o artista nos filmes “Festa de São João”, de Andrucha Waddington, “O Milagre de Santa Luiza”, de Sérgio Roizenblit, enre outros.
+ Inscrições abertas oficinas e seminários
46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
AMIGOS:
                   Não gostei do facebook. Zanin me colocou lá, mas acho muito complicado. Não me adaptei. Continuo no velho e-mail (e no out-look, o que é pior!!!). OK? Então, sempre que você quiserem fazer contato comigo, mande um e-mail. Beijos, rô
NELSON HOINEFF
COLUNA DE ARTUR XEXEO 
CLAUDE AMARAL PEIXOTO
FEST BRASILIA (OFICINAS)
 Meu plano, hoje, era não entrar na internet, pois
estou tirando toneladas de jornais da casa,
pois uma irmã querida vem me visitar.
Para ela poder entrar, eu tenho que
ESVAZIAR o RECINTO da bagunça geral!!!
Para gáudio do Zanin e para
meu desespero. E cansaço.

MAS LI O GLOBO
E três notícias me

trouxeram ao espaço digital

1. NELSON HOINEFF

está internado,  pois sofreu um enfarte… Mas felizmente está fora de perigo. Li a nota no ANCELMO. Nelson: Zanin e eu lhe desejamos pronto restabelecimento e belas sessões de pré-estreia de CAUBY e de seus outros projetos para cinema e TV. Saúde!!!!!

2. Não deixem de ler a 
OTIMA coluna de
ARTUR XEXEO desta quarta-feira, dia 24-07-13,
sobre o desempenho do cinema brasileiro
neste primeiro semestre. Transcrevo a conclusão dele,
depois de citar as boas bilheterias alcançadas por
nossos filmes, nestes primeiros sete meses do ano:
“Já se pode dizer que o cinema brasileiro reencontrou o caminho do público. Falta reencontrar o caminho dos filmes de qualidade, com maior pretensão artística, que garantam o bom nome do país em festivais internacionais e diante da crítica”.

3. Pela coluna do ZUENIR VENTURA, deduzi que
CLAUDE AMARAL PEIXOTO morreu. Será verdade????
Infelizmente, sim. Vejam a notícias, que me mandam.
Ela faleceu no último dia 21:
        FIGO & MENTA
            Repito aqui história que contei dela (Claude Amaral Peixoto), quando, em maio, ela foi atropelada por um ônibus, em Copacabana. Tinha 70 anos e preparava-se para comemorar 50 anos de Brasil. Conheci Claude numa das mostras de Cinema Francês promovidas, no Brasil, por Jean-Gabriel Albicocco, que representava a Gaumont no Brasil. Ele convidava jornalistas de todo país. De Brasília vínhamos Alexandre Ribondi (pelo Jornal de Brasília), e eu (pelo Correio Braziliense). Claude Amaral Peixoto era nossa anfitriã: ela cuidava com carinho especial dos jornalistas.Talvez por conviver mais com jornalistas do Rio (e tb de São Paulo), ela cuidava com carinho especial de Ribondi e de mim. Gostava de sentar conosco, no Restaurante do Copa, e dar dicas de pratos especiais. Ou de sobremesas. Ribondi sempre foi um homem cosmopolita. Eu não!, vinha do interior de MG e era (sou!) militante de esquerda, que achava tudo “muito burguês”. Então eu pedia as comidas mais simples (se é que havia algo simples no restaurante do Copa!). Mas a uma dica de sobremesa dela eu não consegui resistir e aprendi a amar, ATÉ HOJE: uma rosa de figo com sorvete de menta. Corta-se o figo em tiras finas, deixando-as presas ao talozinho. O figo é então espalhado, como uma rosa em pétalas soltas sobre o prato. No centro, uma enorme bola de sorvete de menta. O verde constrastando com o roxo do figo. Simples, delicioso, inesquecível. Até hoje, por causa da dica de Claude Amaral Peixoto, sou fã juramentada de sorvete de menta (e de pistache). Quando conheci Zanin, fiz a tal sobremesa para ele (não me acertei bem com o corte do figo em fatias finas). E se não havia sorvete de menta, eu colocava de pistache!!!!! Contei esta história para Zuenir & Mary, grandes amigos de Claude. E eles disseram que iam contar para ela. Não sei se conseguiram, pois parece que ela permaneceu em coma, desde o acidente de maio, até partir!
RAMILONGUEIRO
         Vitor Ramil – Foi no Mês Que Vem
            Acabo de receber o belíssimo song-book de Vitor Ramil, irmão da dupla Kleiton & Kledir, que vou ouvir com toda a atenção, pois os elogios estão em todos os jornais e em muitas revistas. Há muito tempo não via um disco produzido fora do eixo Rio-SP (o ramilongueiro mora em Pelotas, a 400 e tantos km de Porto Alegre!) repercutir tanto.Vitor  produziu o novo trabalho (com 32 faixas) pelo sistema do crowdfunding e contou com colaboradores artísticos do naipe do brasileiro Milton Nascimento, do uruguaio Jorge Dexler e do argentino Fito Paez. A lista de colaboradores é grande… A última faixa do song book chama-se Satolep. O que será isto, pensei, para na hora descobrir que é Pelotas de trás prá frente! Bem, por enquanto, é isto que posso dizer. Leia críticas balizadas, como a de Tárik de Souza (na Carta Capital) e a de Julinho Bittencourt (na Tribuna, de Santos)…. E saiba tudo sobre
o disco e como  adquiri-lo
CHIQUINHO BRANDÃO
           Amigos, minha mente enevoada me diz que li em algum dos múltiplos jornais e revistas que leio diariamente, que o CANAL VIVA estaria reprisando “O Sorriso do Lagarto”, série independente produzida para a TV Globo, com Maitê Proença, Tony Ramos, Ana Beatriz … E, claro, com Chiquinho amado Brandão. (Que, aliás, nos deixou prematuramente, durante a fase de gravação da série). Pergunto à viúva de Chiquinho, Enierre, e ao filho Diogo, se a série está mesmo sendo reprisada? Se estiver, quero assistir! Você me avisam!!!!!!
  — Enierre me respondeu. Ela soube
que a série deve sair em DVD.
WILKER & TONICO PEREIRA:
          Gente, torço para o Canal Brasil arrumar um programa, quem sabe mensal, para Wilker e Tonico Pereira nos matarem de rir!! Esta dupla tem que fazer, também, um filme. NPSantos tinha um projeto de sair Brasil a fora, mambembando com Jofre Soares e Emmanuel Cavalcanti. O projeto não saiu do papel, pois não deu tempo. Jofre morreu antes!. Pois sugiro, agora, que Wilker e Tonico botem o pé na estrada e façam um filme pelos Brasis… Quem sabe no Ceará natal de Wilker, onde Tonico teria uma loja de ferragens, a Porcas e Parafusos. Ele ainda tem???

LEIA O ALMANAKITO

NO BLOG. OK??

ESTOU SEM TEMPO PARA

DIGITAL 5 MIL E-MAILS

 
JANIO DE FREITAS
Leram a entrevista
de Janio (sem acento) a
Amilton Pinheiro??????
Na Revista
NEGOCIOS DA COMUNICAÇÃO
+ BERNARDET: FASE ATOR 
            Vi Jean-Claude de cabeça raspada, no debate entre Guido Araújo e Avellar, no Memorial da AL, durante o Festival do Cinema Latino-Americano de SP, num sábado,14 de julho. Tata Amaral me contou que o novo visual se deve a personagem que ele interpretará num filme paraibano. E Bernardet estará em Gramado, como integrante do elenco do curta “A Navalha do Vovô”.
Daí, escrevi um depoimento
sobre ele, que repito abaixo,
depois de transcrever a
SINTETICA E BEM-HUMORADA
resposta digital que ele me deu
(digitada pela incansável Terezinha):

ARREDIO:

Rô Caetano, Gostei muito da sua crônica. Voce tem

toda razão, é assim mesmo. Um abraço,

 

Jean Claude  (digit Terezinha)

BERNARDET: ATOR EM

FILME PARAIBANO

Jean-Claude anda arredio a debates

e homenagens e apostando firme

em sua carreira de ator e roteirista.

           No sábado, 14 de julho, encontrei BERNARDET no debate Guido Araujo-Avellar (Homenagem), no Fest Latino, no Memorial. Ele estava com a cabeça raspada, sem sobrancelhas (raspadas também). Soube, no dia seguinte, por Tata Amaral, que Bernardet rumara para Campina Grande, na Paraíba, onde faria um longa-metragem.

                         Bernardet já atuou em muitos filmes: Ladrões de Cinema, de Fernando Coni Campos, protagonizou Filmefobia, de Kiko Goifman, etc, etc. Ultimamente, anda priorizando sua carreira como ator e roteirista, em detrimento do ensaísta brilhante (e uspiano/unbeano) que ele é. Quem não leu, ao menos, CINEASTAS E IMAGENS DO POVO, não sabe o que está perdendo!!! Mas Bernardet vem rejeitando dezenas de convites para debates, palestras, cursos, conferências…chamá-lo para HOMENAGENS é ofendê-lo. Já levei cada TRANCO dele, neste terreno!! Certa vez o convidei para uma homenagem a PAULO EMILIO, no Fest Curitiba (fase Cloris Ferreira). Auditório abarrotado de estudantes, gente (até) em pé para ouvi-lo. Apresentei-o,  e ele disse:“detesto homenagem. Se Paulo Emilio estivesse vivo, ele também detestaria esta homenagem!”. Fiquei pálida! E agora? Por sorte, ele largou a homenagem de lado e falou coisas maravilhosas, o que vinha à inquieta cabeça dele. Os estudantes (uns 400) adoraram e tudo terminou bem. Uns 3 ou 4 anos atrás, convidei-o, em nome de Lúcio Vilarpara homenagem a Linduarte Noronha, no Fest Aruanda. “Não vou”, rebateu. “Iria se fosse para discutir Filmefobia”, “Pacifc”, enfim, projetos novos de cinema”. Não houve jeito. Poucas semanas atrás, na Cinemateca Brasileira, participava com Hermano Penna, Paulo Sacramento e Kiko Goifman, de mesa que debatia a obra de Aloysio Raulino, grande fotógrafo e cineasta, que perdemos recentemente. Solicitamos que cineastas, estudiosos, atores e  técnicos presentes no auditório, dessem seus testemunhos sobre a convivência com Aloysio. Muitos falaram. Aí caí na besteira de pedir — com minha tradicional insistência — que ele desse um depoimento. Se negou convicto… e Zanin, que estava perto dele, diz que ele ficou furioso com a minha insistência desmedida, obstinada!! Nem ligo!!!!. Sou (serei) leitora-espectadora e aprendiz eterna deste franco-brasileiro de raros talento e coragem de dizer tudo que pensa, doa a quem doer. Além de ler os livros dele, lhes recomendo que assistam aos belos filmes bernardetianos“São Paulo Sinfonia e Cacofonia” e “Sobre Anos 60” (sem “os”). OK???? E que vejam o livro-HOMENAGEM que editamos pela Imprensa Oficial de SP (Dora Mourão, Laure Bacqué e eu), quando ele fez 70 anos (na verdade, 71 anos,pois o livro saiu em 2007). Bjs 

Rosário, segue o link da matéria

sobre o filme que Jean-Claude  

vai fazer na PB.

Um abraço, Marcus Vilar

http://www.wscom.com.br/index.php/diversao/noticia/cinema/UEPB+APOIA+FILME+COM+PROPOSTA+CDIFERENTE-153348

LEIAM, TAMBÉM, CAPA DO

CADERNO CULTURAL DO

CORREIO DA PARAIBA, COM TEXTO

SOBRE AS FILMAGENS E

FOTOS LOUQUÍSSIMAS.

P.S. – SOUBE QUE BERNARDET É ATOR, TAMBÉM, NO NOVO FILME DE MARCELO GOMES & CAO GUIMARÃES!!!

+ Inscrições abertas oficinas
e seminários 46º Festival de
Brasília do Cinema Brasileiro

André Ristum filma em
Brasília novo longa-metragem —
Baseado na obra de
Luiz Fernando Emediato

 

NOVO FILME DE ANDRÉ RISTUM

COMEÇA A SER RODADO EM BRASÍLIA

 *Filmagens reabrem o Polo de Cinema de Brasília

 *Eduardo Moscovis e Simone Iliescu

protagonizam drama que tem como pano

de fundo o Golpe Militar de 1964

 Durante as próximas seis semanas – de final de julho a final de agosto -, o Polo de Cinema de Brasília se transformará na cidade de Taguatinga, na década de 1960, nos primeiros tempos do Distrito Federal. Foi lá que viveu, em 1963, a família do escritor e editor mineiro Luiz Fernando Emediato, quando saiu do interior de Minas Gerais em busca de uma nova vida na capital que os brasileiros estavam construindo. A saga desta família, encabeçada pelo pai Antonio, inspirou o livro O OUTRO LADO DO PARAÍSO, que chega agora ao cinema, sob as mãos do cineasta André Ristum. O filme – que começou a ser rodado no Distrito Federal – está orçado em R$ 7 milhões e é a maior produção cinematográfica já realizada em Brasília.

 Diretor do premiado Meu País (6 troféus no Festival de Brasília, incluindo melhor direção e melhor ator para Rodrigo Santoro e escolhido melhor filme do ano no Prêmio SESI/FIESP 2011), AndréRistum aceitou o desafio de levar esta história para as telas. Segundo Ristum, a trama tem duas grandes afinidades com ele, a primeira delas é a relação entre pai e filho, tema também do seu filme anterior, Meu País. “Isso me interessa muito sempre”, disseA segunda é o Golpe Militar, que ele afirma ter atravessado sua vida: “Eu nasci e cresci fora do Brasil por causa disso”, explicou o diretor. Sobre o tema, Ristum inclusive já assinou um documentário, Tempo de Resistência, de 2004. “É um assunto que me interessa muito, especialmente agora que o Golpe está para completar 50 anos”.