ALMANAKITO QUINTA-FEIRA (18-07-13)

+ FEST BRASILIA 46: SELECIONADOS

+ FEST AMERICA LATINA SP 8 TERMINA HOJE COM ENTREGA DO PREMIO ITAMARATY À MELHOR CO-PODUÇÃO HISPANO-LUSO-AMERICANA

+ CINEMA DAS CIDADES: RIO DÁ EXEMPLO

+ FEST GRAMADO (DE 9 A 17 de AGOSTO)

+ POLO CATAGUASES NO CINEJORNAL DO CANAL BRASIL

+ PABLO TRAPERO NO SANGUE LATINO: REPRISE???

+ FEST CURTA SP (SELEÇÃO)

+ FILMES DE LULA GONZAGA NAS TVS PÚBLICAS

+ REVISTA DE CINEMA 114 (NA CAPA, BRUNO BARRETO E “FLORES RARAS”, FILME DE ABERTURA DO FEST GRAMADO EDIÇÃO NÚMERO 41)

+ LEIA “CADERNO DE CINEMA” (BLOG EDITADO POR JORGE ALFREDO “Samba Riachão” GUIMARÃES

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BRASIL DE FATO
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PABLO TRAPERO NO
SANGUE LATINO:
Canal Brasil:
quando haverá
REPRISE???

CINEMA NAS CIDADES
Rio de Janeiro dá o exemplo. Três cidades do interior do estado, com menos de 100 mil habitantes, ganharão cinemas. Por empenho da secretária de Cultura, Adriana Rattes, que mobilizou parlamentares fluminenses, que apresentaram emendas no Congresso. Leiam matéria completa no Boletim FILME B desta semana e nota maravilhosa e ilustrada, ontem, na coluna de Ancelmo Gois, em O Globo.

QUEM TIVER
CRITICAS DE
“A VOZ ADORMECIDA”,
me manda, por favor??????
(já recebi a crítica de
neusa barbosa, do site
www.cineweb.com.br
Ontem fui ver o filme, à tarde, na Reserva Cultural. Havia, em sessão vespertina, um bom público. No final, muitas lágrimas. Benito Zambrano, diretor de “Solas” (Sozinhas) e de “Havana Blues”, ex-aluno da Escola Internacional de Cinema de San Antonio de los Baños, nos arredores de Havana, investe no melodrama (e no cinema de corte clássico). O filme é aparentado com a obra-prima de Ken Loach, “Terra e Liberdade”. Claro que Zambrano não investe no realismo documental de Loach, nem tem todo o talento do mestre britânico. Mas A Voz Adormecida é um belo filme. Na Folha, Sérgio Alpendre deu duas estrelas e destacou as duas atrizes-protagonistas (realmente magistrais, além de lindíssimas). Na Vejinha, Miguel Barbieri deu 3 estrelas. No Estadão, NADA sobre o filme. Eu daria umas quatro estrelas (em cinco), pelas atrizes, pelo enfoque feminino, por enfrentar a conivência da Igreja com o franquismo, por não escamotear a opção política dos personagens e pela originalidade do tema