ALMANAKITO CAIÇARA
DE SANTOS – SP
QUINTA-FEIRA, 201-12-12
 
(CINEASTAS EM ESTADO DE CATATONIA)
+ CINEJORNAL CUBA (CANAL BRASIL)

 ALMANAKITO CAIÇARA

QUINTA-FEIRA – 20-12-12

 

 + A CATATONIA DOS CINEASTAS BRASILEIROS E TAMBÉM DE SEUS COLETIVOS REPRESENTATIVOS

+ SOBRE O ARTIGO DE ANDRE STURM (FILMES COM MIL COPIAS)

+ SOBRE O MERCADO PARA O CINEMA BRASILEIRO:

Ontem, 19-12-12, o novo titular da SAv-MinC, Leopoldo Nunes, falou de seus planos para a Secretaria e deu força total ao circuito alternativo. Do ponto de vista administrativo, ele está correto. Afinal, pela atual configuração dos organismos públicos de fomento ao Cinema Brasileiro, cabe à SAv cuidar do cinema “cultural”. E à Ancine, do cinema “comercial”.

Isto, no papel. Na realidade, as duas instituições têm que trabalhar juntas, caso queiram chegar a  algum lugar. 

FAÇO UM PARENTESE E

CITO O ARTIGO DE ANDRE STURM

Aquele que saiu na página 3, da Folha de S. Paulo, na secção Tendências e Debates, sexta-feira passada (14-12-12). Sturm sugere que se faça algo para evitar a monocultura no mercado cinematográfico brasileiro. Ou seja, para evitar que filmes estrangeiros sejam lançados com 700, 800, 900 e mais de mil cópias. Na Argentina, filmes lançados com números tão arrasadores, são taxados.

No final dos anos 90, na Gestão FHC, Walter Salles, com o Urso de Ouro (por Central do Brasil) na mão, ponderou que o cinema brasileiro deveria lutar pela conquista de, ao menos, 20% de seu mercado interno (até o final da gestão FHC) e que novas políticas fossem estimuladas para que a taxa de ocupação crescesse mais nos anos seguintes. Em 2003, primeiro ano do Governo Lula, o market share do cine br chegou a quase 22%. Mas nos 9 anos seguintes, não mais repetiu tal façanha. 18%, 15%, etc, etc. Agora caiu para um pouquinho menos de 10%. Uma tragédia, convenhamos. Depois de apoio maciço do Estado, a situação só fez regredir. Nos últimos anos do segundo governo Lula (fase Gil-Juca no MinC), foram criados dois projetos de expansão do mercado exibidor. Um que atendia, via Emenda Parlamentar, a municípios de até 100 mil habitantes, para que construíssem duas salas de cinema. O segundo abria financiamentos, via BNDES, para implantação de multiplexes populares em periferias urbanas de grandes cidades. O que foi feito destes projetos? Deram frutos?

  Hoje, o discurso na Ancine se prende a uma conquista: a Lei do Cabo. Argumenta-se que, com ela, os produtores serão remunerados, pois seus filmes serão adquiridos pelas operadoras para cobrir as quase 3 horas semanais (mensais???) de produção independente brasileira. Alguns canais, como o Disney, alegam que não há, no Brasil, produção de qualidade, compatibilidade e quantidade para nele ser exibida!!! PODE??? Até a BBC, padrão mundial em boa TV, já comprou e exibiu filmes brasileiros (Caso do Noel Rosa, que tem Paulo Miklos como mestre de cerimônia!). Pergunto se a conquista da Lei do Cabo, que vai aos poucos se tornando visível,   atenua a gravidade da perda de mercado verificada este ano??? Os mecanismos atuais estão mostrando sinais graves de cansaço/fadiga???

Por fim, faço um comentário sobre o cinema brasileiro e suas instituições representativas: O QUE HOUVE? Onde está o poder reivindicativo de indivíduos e dos coletivos que unem categorias profissionais? Quando Walter Salles propunha que se taxasse filme que entrasse com centenas de cópias (na época, eram 400, no máximo 500) sua ideia parecia ter alguma receptividade. Hoje, um filme como Amanhecer entrou com quase 1.300 cópias. E não se ouviu um pio, não saiu um documento coletivo. Nada!!! Só André Sturm teve coragem de escrever um texto, assinado por ele. Cadê a repercussão? A Folha de S. Paulo publicou duas cartas, ambas de frequentadores (um do interior) que lamentam a falta de variedade no cardápio cinematográfico. Nem Abraci, nem Apaci, nem CBC, nem Conselho Nacional das ABDs, nem… veio a público se manifestar. O cinema brasileiro está em ESTADO DE PARALISIA, de CATATONIA???

 

TRECHO DE ENTREVISTA DA PROFESSORA MARTA ARRETCHE

(ao Valor Econômico, Fim de Semana,

de 14 a 16 de dezembro de 2012):

Questão dos royalties: “Primeiro, as informações sobre esses recursos são públicas – isto é muito transparente no Brasil. Qualquer um pode fazer um ‘download’ das receitas dos estados e municípios que são disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e concluir que estas receitas são uma fonte importante de desigualdades em favor dos estados produtores. E não há evidências de que o dano causado pela extração seja tão a ponto de justificar tamanha diferença nas transferências. Também não há evidência de que estes recursos tenham sido aplicados em favor da população desses municípios produtores. Soma-se a isso que eles são minoria no Congresso e são minoria no interior dos seus partidos. A posição é frágil para manter o ‘status quo’. Na verdade, aqui a questão não é centralização X descentralização. O modelo é centralizado, com regra constitucional de distribuição desde sempre. O que está em jogo não é o modelo, é a regra, que está sob intenso ataque. De qualquer ponto de vista, seus defensores estão em posição frágil”.

 

NA TV RECORD:

Hoje, meia-noite , tem  Eça de Queirós na TV Record: “A Tragédia da Rua das Flores”, baseado em livro-rascunho de OS MAIAS, para muitos o maior livro de Eça de Queirós. A produtora responsável por estes especiais fará, pelo que entendi ao ler na coluna de TV (creio que da Padiglione)  em 2014, um especial sobre Dorival Caymmi (cujo centenário será lembrado)

  

NOTICIAS DA PARAIBA (EDITAL):

 MARCUS VILAR É PREMIADO COM PROJETO DE LONGA-METRAGEM DOC SOBRE JACKSON DO PANDEIRO

 

João Pessoa (PB) — Oi, Rosário:     Saiu no site, da Prefeitura de João Pessoa,  o resultado do edital para curtas e um longa fic e um longa doc. Ganhei com o longa doc sobre JACKSON DO PANDEIRO. E lhe conto que semana passada  terminei de gravar um curta chamado O TERCEIRO VELHO, baseado no conto O TERCEIRO VELHO DA NOITE, de Antônio Carlos Viana, o mesmo autor do conto e do meu curta chamado O MEIO DO MUNDO.

O filme é preto e branco e filmado todo à noite. – Sinopse — Em mais uma noite de trabalho, uma prostituta serve a três homens de idade avançada. Seus estranhos clientes, no entanto, levam-na a vivenciar situações inesperadas em que desejo, medo e solidão misturam-se e tomam forma na escuridão.

Do edital do Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura. Com apoio da UFPB-PRAC-COEX —–Direção – Marcus Vilar — Roteiro adaptado – Marcus Vilar e Vinicius Rodrigues — Atores – Zé Dumont, Fernando Teixeira, Buda Lira e Kassandra Brandão.

Seguem os dados do resultado do edital do doc sobre Jackson do Pandeiro, que tem minha direção e de Caca Teixeira, e consultoria de Fernando Moura.

Cinema paraibano

Funjope divulga 13

 selecionados pelo

 Edital  Walfredo

Rodrigues de audiovisual

A Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) divulgou, nesta sexta-feira (14), a seleção do 1º Edital Walfredo Rodrigues de Longa e Curta-Metragem. Ao todo, foi disponibilizado R$ 1 milhão para o edital, destinado a produções audiovisuais inéditas. A iniciativa é da Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio da Funjope.

As categorias contempladas pelo projeto são as seguintes: um longa-metragem de ficção (R$ 440 mil); um longa-metragem de documentário (R$ 200 mil); quatro curta-metragens de médio orçamento (R$ 200 mil, sendo R$ 50 mil para cada projeto); e oito curta-metragens de baixo orçamento (R$ 160 mil, sendo R$ 20 mil por filme) – nessa última categoria, apenas sete foram contemplados neste primeiro edital.

A comissão de seleção foi formada pelo professor da Universidade Federal de Campina Grande Nathan Cirino, o cineasta e produtor Marcos Enrique Costa Lima Lopes e o presidente da Academia Paraibana de Cinema, Wills Leal.

Selecionados:

  • Longa-metragem de ficção

“Amor” – André Alexander Alves de Morais (93,3)

  • Longa-metragem documentário

“Jacksons e imagens” – Marcus Antônio de Oliveira Vilar (93)

  • Curta-metragens de médio orçamento

“Índole” – Torquato Joel Lima (87,6)
“Stanley se suicidou-se” – Paulo Roberto de Souza Júnior (85,3)
“Detetives” – Gian Filipe Rodrigues Orsini (84)
“Deus não acredita em máquinas” – Ely Marques Ferreira (77,6)

  • Curta-metragens de baixo orçamento

“Bodas de Aruanda” – Francisco Sales de Lima Segundo (76)
“Contínuo” – Christine Lucena Rolim (67)
“Modelagem” – Marcelo Ferreira Coutinho (80,3)
“Areia Vermelha” – Bruno de Sales Wanderley (76,3)
“Cabidela’s Bar” – Tadeu de Brito Melo (48)
“Universo Hip-hop Paraíba Rap” – Geraldo Pedrosa de Miranda (56,3)
“Robin & Batman em ‘O cansaço da espera’” – Otávio Teixeira de Carvalho Neto (59)

SEGUE MEU CURRÍCULO,

solicitado por você:

MARCUS ANTONIO DE OLIVEIRA VILAR  (Campina Grande – PB -05 de julho de 1959)– Diretor de vários curtas e do longa-metragem “O Senhor do Castelo”, sobre Ariano Suassuna. Estudou Cinema Direto, no Núcleo de Documentação Cinematográfica da Universidade Federal da Paraíba (1988), e também em Paris, na Associação Varan (1995/1996).

TRABALHOS REALIZADOS

* ” OS RATOS, OS PORCOS E OS HOMENS “, DOCUMENTÁRIO – COLORIDO – 16 MM – 17 MINUTOS, ANO – 1986 – FILME REALIZADO DURANTE ESTÁGIO DE APERFEIÇOAMENTO EM 16 MM, NA ASSOCIAÇÃO VARAN, EM PARIS.

* ” 24 HORAS “ – DOCUMENTÁRIO/FICÇÃO – PRETO E BRANCO – 16MM – 15 MINUTOS- ANO – 1987.

* ” SERTÃOMAR “ – DOCUMENTÁRIO – COLORIDO – U-MATIC – 12 MINUTOS- ANO – 1994

* ” À MARGEM DA LUZ “ – EXPERIMENTAL – PRETO E BRANCO – BETA – 06 MINUTOS – ANO – 1996 – CO-DIRIGIDO COM TORQUATO JOEL

* – ” A ÁRVORE DA MISÉRIA “ – FICÇÃO – PRETO E BRANCO – 35 MM – 12 MINUTOS – ANO – 1998

* – “A CANGA“ – FICÇÃO – COLORIDO – 35MM – 12 MINUTOS – ANO 2001

* – “O MEIO DO MUNDO” – FICÇÃO – COLORIDO – 35MM – 11 MINUTOS – ANO 2005

*- O SENHOR DO CASTELO – DOCUMENTÁRIO – DIGITAL – 72 MINUTOS – 1992-2007

*- DUAS VEZES NÁO SE FAZ – DOCUMENTÁRIO – TRANSFER 35 MM – 12 MINUTOS – 2008 –

*- NEGÓCIO DE MENINO COM MENINA – FICÇÃO – VÍDEO DIGITAL – 08 MINUTOS – 2010

*- JOGO DE OLHAR  – DOCUMENTÁRIO – VIDEO DIGITAL – 15 MINUTOS – 2012

PREMIAÇÃO

– Melhor filme, segundo o júri técnico, Melhor fotografia, Prêmio banco do Nordeste, Prêmio da Associação Brasileira de Documentaristas – PE e Prêmio Casa Blanca Stúdios, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA”, no II Festival de Cinema Nacional do Recife, em 1998.

– Melhor filme segundo o Júri Técnico, melhor fotografia e Prêmio Cia de Imagem, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA”, no VIII Cine Ceará, em 1998.

– Melhor fotografia, melhor música adaptada, melhor argumento no 21º Guarnicê de Cinema e Vídeo do Maranhão, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA”, em junho de 1998.

– Prêmio do Júri Popular no 9º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA”, realizada de 19 a 30 de agosto de 1998.

– Melhor fotografia, melhor música e melhor atriz na 25ª Jornada Internacional de Cinema de Bahia, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA”, realizada de 12 a 17 de setembro de 1998.

-Melhor fotografia, no II Festival de Cinema e Vídeo de Vitória, com o filme “A ÁRVORE DA MISÉRIA “, realizado de 15 a 21 de novembro de 1998

– Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema de Santa Maria da Feira, em Portugal, com o filme “A CANGA”,realizado em abril de 2001.

– Melhor filme no Cine Ceará, com o filme “A CANGA”, realizado em junho de 2001

– Melhor Música, Prêmio Aquisição Canal Brasil e Júri Popular, no Festival de Cinema de Gramado, com o filme “A CANGA”, realizado em agosto de 2001.

– Prêmio da ABD-SP, Prêmio Menção Honrosa da TV Cultura, e Prêmio do Júri Popular, no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, com o filme “A CANGA”, realizado em agosto de 2001.

– Melhor fotografia, Melhor adaptação Literária e Prêmio Glauber Rocha – Melhor da Jornada, na Jornada de Cinema da Bahia, com o filme “A CANGA”, realizado em setembro de 2001.

– Prêmio Aquisição do Ministério da Cultura, no Festival de Cinema de Vitória, com o filme “A CANGA”, realizado em outubro de 2001.

– Prêmio de Melhor Direção, no Festival de Cinema de Cuiabá, com o filme “A CANGA”, realizado em novembro de 2001.

– Prêmio de Melhor Direção, no Festival de Cinema de Recife, com o filme “CANGA”, realizado em abril de 2002.

– Prêmio de Melhor filme, no Festival de Cinema de Florianópolis, com o filme “A CANGA”, realizado em maio de 2002.

– Prêmio de Melhor filme, no Festival Internacional do Meio Ambiente, com o filme “A CANGA”, realizado em maio de 2002, na cidade de Goiás Velho, Goiás.

– Prêmio de Melhor Direção, no Festival Internacional de Cinema Brasileiro, em Miami, com o filme “A CANGA”,realizado em maio de 2002.

– Prêmio de melhor fotografia, No Festival de Cinema de Brasília, com o filme O MEIO DO MUNDO, realizado em novembro de 2005.

– Prêmio de melhor direção,

– Prêmio do Banco do Nordeste, no Festival de Cinema de Sergipe, com o filme O MEIO DO MUNDO, realizado em abril de 2006.

Prêmio de melhor direção, no Festival de Cinema de Cuiabá, com o filme O MEIO DO MUNDO, realizado em abril de 2006.

– Prêmio de Júri Popular na 11º Mostra de Cinema de Tiradentes, realizado em janeiro de 2008 com o documentário O SENHOR DO CASTELO.

– Prêmio da Associação Brasileira de Documentaristas – Secção Porto Velho, no FestCINE Amazonia, realizado em dezembro de 2009, com o filme DUAS VEZES NÁO SE FAZ

– Prêmio de melhor montagem e melhor som, no II Curta Coremas, na PB , realizado em maio de 2012, com o curtaJOGO DE OLHAR.

– Prêmio de melhor montagem, melhor edição de som e prêmio Romero e Romulo Azevedo de melhor filme no IV Comunicurtas, na cidade de Campina Grande, na PB, em agosto de 2012, com o curta JOGO DE OLHAR.

Detalhe importante: Torce para o TREZE, de Campina Grande.

 

 

Buenos días, mis amigos !!

Rsrsrrs. Rô e Zanin…acabo de voltar de Cuba. Pela primeira vez o Cinejornal, através do Canal Brasil, foi convidado para cobrir o Festival Internacional do Novo Cine Latinoamericano, de Havana.

E nesta 34ª edição, 573 filmes de vários países foram exibidos nas mais de 14 salas de cinema espalhadas pela capital cubana.

O Brasil mandou 60 filmes, entre curtas e longas. O que de mais recente se produziu e exibiu por aqui.

Na Mostra competitiva de longas-metragens, estavam 5: 3 ficções (“Febre do Rato”, “Era uma vez Eu, Verônica” e “Hoje”) e 2 documentários (“As Canções” e “Olhe pra mim de novo”).

Na Mostra Opera Prima, 4 (“Rânia”, “O Som ao Redor”, “Boa sorte, meu amor” e “A Busca”).

Temos ótimas sonoras com os diretores Claudio Assis, Tata Amaral e Kleber Mendonça, e com os atores Irandhir Santos (Febre e O Som) e Maeve Jinkings (O Som, Era Uma vez e Boa sorte, meu amor).

 

Mas…temos também duas coisas beeeeeem legais pra contar:

 

O Canal Brasil tirou onda. Tivemos, na programação oficial, a Mostra “Produciones Documentales de Canal Brasil”, onde exibimos: “Waldick, Sempre no meu coração”, “Loki – Arnaldo Baptista”, “Dzi Croquettes”, “Jorge Mautner – O Filho do Holocausto” e “Dossiê Jango”.

Incrível !!! Uma sala no cinema Infanta só nossa !!! As nossas exibições foram ótima com público super receptivo !!

 

E… eu fiz uma entrevista com o ator e diretor cubano Jorge Perugorría. Famosíssimo por sua atuação premiada em “Morango e Chocolate”, primeira produção cubana que rodou o mundo. Perugorría é amante do Brasil. Trabalhou com Ruy Guerra em “Estorvo”; com a Tizuka Yamazaki, em “Gaijin – ama-me como sou”; com Neville D´Almeida em “Navalha na “Carne”…

E lá em Cuba, ele estava apresentando, em estreia mundial, “Se Vende”, novo longa dele como diretor (e ganhou Júri Popular !!!!!! O cinema Yara ficou pequeno com seus 2 mil lugares no dia da apresentação, FODA !!!! rsrsrssr).

Na entrevista ele fala de tudo um pouco: do filme cubano, de sua relação com a direção e atuação e, claro, sobre o cinema brasileiro.

Bom, seguem umas fotos, tiradas por amadores (risos).

É tudo muito legal, a história de a gente ter ido cobrir pela primeira vez, este que é um dos 5 mais importantes festivais de cinema do mundo e onde existe sim, a escola de cinema mais importante do mundo, a de Santo Antonio de Los Baños; da nossa Mostra e tudo…imaginem como fiquei feliz. AMO CUBA e foi uma honra cobrir o Festival.

 

Lembrei muito da gente lá, em 2006, em Havana, no Hotel Nacional …lembra RÔ ?!

 

Bom, aproveito pra desejar um natal tranquilo pra vcs e um ano novo bem agitado !!!

J

E não esqueçam que não esqueço de vcs.

 

Um beijo e assistam ao programa !!!

SÁBADO ÀS 21 H.

 

ALMANAKITO CAIÇARA

TERÇA-FEIRA

DIA 18-12-12

— Bilheterias Brasileiras

— Texto de André Sturm, na Folha de SP (veja nesta remessa) sobre a monocultura (hegemonia total dos blockbusters em nosso mercado de apenas 2.536 salas). Recomendo a leitura. O texto rendeu cartas de leitores na Folha,. Sturm é o único cineasta brasileiro que tem coragem de pedir a taxação de filmes lançados com 700, 800, 900 ou mais de mil cópias (como acontece na Argentina)

— Hoje, meia-noite e quinze, tem Jorge Amado na TV Record . Na quinta-feira, creio, tem “A Tragédia da Rua das Flores”, baseado em Eça de Queirós. A produtora responsável por estes especiais fará, pelo que entendi ao ler na coluna de TV (creio que da Padiglione) fará, em 2014, um especial sobre Dorival Caymmi (cujo centenário será lembrado)

— “Marighella”, que conquistou o Prêmio APCA 2012 de melhor biografia, já vendeu 27 mil exemplares (Na coluna do Ancelmo, O Globo, 13-12-12).

 

Anúncios